Cátedra de São Pedro

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No último dia 22 comemoramos a Cátedra de São Pedro. E acompanhamos no Evangelho quando Jesus diz: “Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; eu te darei a chave dos céus tudo que será ligado na terra serás ligado no céu e tudo que desligares na terra, serás desligado nos céus”. Esta belíssima passagem do evangelho mostra a fundação da Igreja Católica. Muitos teólogos dizem que Jesus nunca teve a intenção de fundar uma igreja, e sim que Ele queria fazer uma reforma no Judaísmo. Hoje sabemos que o cristianismo chegou a ser visto como uma vertente do judaísmo, uma como tantas outras que existiam na época: fariseus, saduceus, zelotes e etc. Mas quando Jesus pergunta aos discípulos quem os homens dizem ser o Filho do homem, ele coloca-os em prova pra saber se haviam entendido realmente quem Ele era. Muitas respostas subjetivas surgem então Jesus precisa ser mais claro: E vocês, quem dizem que eu sou? Pedro que naturalmente já exercia uma liderança entre os apóstolos toma a frente e diz: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Jesus havia mudado o nome de Simão para Cefas que quer dizer Rocha, já por ter planos específicos para ele. E no texto Jesus mostra bem a diferença entre o nome antigo e o novo nome. O homem velho e o homem novo, bem como vimos no texto das fontes franciscanas por diversas vezes a respeito da conversão de Francisco. Feliz és tu Simão. E eu te digo: Tu és Pedro e sobre esta pedra… ou seja tu és rocha, tu és pedra e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja. Minha Igreja será construída sobre ti Pedro, tu a guiará e pra isso eu te darei as chaves do reino dos céus. De forma que tudo que ligares na terra seja também ligado no céu e o que desligares na terra será desligado no céu. Pedro nega Cristo por 3 vezes na hora da paixão, mas depois é confirmado por 3 vezes pelo Cristo ressuscitado que diz: Pedro tu me amas, então apascenta as minhas ovelhas.

Bispo de Roma, Pedro é morto crucificado de cabeça para baixo. Pedro é o primeiro Papa da Igreja.  Depois dele vem Lino, Anacleto, Clemente, Evaristo… até chegarmos hoje em Bento XVI que calça as sandálias de Pedro. O Papa tem as chaves do reino dos céus. A Igreja de Cristo é a guardiã dos Santos mistérios de Jesus, da tradição apostólica e tem no seu maior tesouro Jesus Ressuscitado, vivo e verdadeiramente presente na eucaristia. E quando Jesus aparecer em nossas vidas e nos perguntar quem Ele é, o que Ele significa para nós, que possamos com a sabedoria que é melhor do que o ouro e a prudência que é mais preciosa do que a prata dizer palavras tão acertadas quanto as de Pedro para que Jesus nos responda: Feliz és tu.

Amém.

Rodrigo Hogendoorn Haimann, ofs

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE: OS JOVENS BRASILEIROS EM MADRI

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Cidade do Vaticano, 28 fev (RV) – Numa pequena fábrica perto de Quito, a capital do Equador, um grupo de 150 mulheres está trabalhando num pedido muito especial. Um a um saem de suas mãos os rosários que terminarão nas mochilas dos participantes da Jornada Mundial da Juventude. Das suas mãos para as de centenas de milhares de jovens que se reunirão no próximo mês de agosto em Madri, para celebrar este acontecimento.
Com o passar dos meses estas mulheres anônimas produziram 7 toneladas de rosários, que viajarão até Madri. A maioria delas é dona de casa, com baixos recursos econômicos, e fizeram estes rosários como fonte de rendimentos para a sua sobrevivência.
Todos os rosários são uma doação da Family Rosary, o Apostolado do Rosário em Família, uma associação internacional com sede nos Estados Unidos, fundada pelo Servo de Deus, o Padre Patrick Peyton, cuja principal característica é promover a oração do rosário, especialmente em família.
O transporte de tão volumosa mercadoria não é tarefa fácil. A Fundação SEUR encarregar-se-á deste trabalho como parte da sua colaboração com a Jornada Mundial. Este acordo permitirá cobrir as necessidades de transporte, logística e armazenamento da JMJ.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

BENTO XVI É ATACADO PORQUE LUTA CONTRA O RELATIVISMO

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Roma, domingo, 27 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) – O livro “A Verdade Sobre o Papa. Por que o atacam e por que ele tem de ser ouvido”, escrito pelo jornalista do Vaticano, Aldo Maria Valli, do principal noticiário da emissora italiana RAI, foi apresentado esta semana no Instituto Don Nicola Mazza, em Roma.O evento foi moderado pelo jornalista Lorenzo Fazzini e ilustrado pelo autor e pelo presidente do Instituto de Obras Religiosas (IOR), Ettore Gotti Tedeschi.”Por que o Papa atual é o homem público mais atacado de todos? Por que suas palavras são objeto de tanta manipulação? – perguntou-se Valli. Porque, no centro do seu magistério – respondeu -, há uma batalha contra o relativismo, uma batalha feita com tom tranquilo e gentil, mas que se centra no problema do homem atual. É uma convergência de interesses e pessoas que não querem que o homem levante a questão da verdade para que, assim, possa ser facilmente manipulado.”Este foi o tema central do livro, ilustrado com diversos exemplos da experiência, em primeira pessoa, do jornalista.Este Papa “conquistou-me com sua racionalidade e simplicidade”, indicou, ao apresentar “a questão mais profunda de temas cruciais como a liberdade e a verdade, e porque nos convidou a interrogar-nos sobre essas grandes questões”.Valli disse que “os ataques ao Papa se devem ao fato de que ele levanta diversas perguntas, nas quais o problema da verdade é absolutamente central, porque é uma autêntica batalha contra o relativismo”.Isso acontece, acrescentou, “porque o que permeia nossa cultura e mentalidade atuais é que a verdade não existe e que, ao limite, é possível aproximar-se em maior ou menor grau, dependendo das experiências vividas.””Com grande simplicidade – prosseguiu -, o nosso Papa indica que a verdade existe e que, se ela não for buscada, não é possível ser plenamente humano. Ensina que o homem tem esse anseio e que, se este lhe for negado, uma parte do seu ser será amputada”. E assim, “se não se identifica este problema de fundo, não é possível compreender seu pontificado”, disse ele.

Economia

O moderador disse que, quando a Caritas in Veritate  foi apresentada a portas fechadas, pelo professor Stefano Zamagni, a um grupo de banqueiros da City, alguém disse: “Nós aceitamos tudo, exceto que o Papa se intrometa em nossos negócios” e que, após esta encíclica, os ataques aumentaram. O presidente do IOR, respondendo à pergunta, lembrou que, “na introdução e no capítulo VI, a Caritas in Veritate diz que o niilismo não é bom para o homem, pois o leva a perder o sentido da vida e que, então, já não consegue mais distinguir entre meios e fins. E, portanto, os instrumentos econômicos perdem autonomia moral e não servem para mais nada”.E afirmou: “Na encíclica, não se culpa os banqueiros da City”, porque “o Papa explicou que a crise atual é de caráter moral”.Valli recordou, assim, a importância de recristianizar a Europa, “que está paganizada, mas que ainda é forte na cultura e nas ideias, depois de três mil anos de civilização”.

 

Fonte: http://www.zenit.org

Evangelho – Mc 10,17-27

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos

Naquele tempo: Quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele, e perguntou: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” Jesus disse: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe!” Ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!” Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!” Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”.

 

Palavra da Salvação.

Santos Romão e Lupicino

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São Romão entrou para a vida religiosa com 35 anos, na França, onde nasceram os dois santos de hoje. Ele foi discernindo sua vocação, que o deixava inquieto, apesar de já estar na vida religiosa. Ao tomar as constituições de Cassiano e também o testemunho dos Padres do deserto, deixou o convento e foi peregrinar, procurando o lugar onde Deus o queria vivendo.
Indo para o Leste, encontrou uma natureza distante de todos e percebeu que Deus o queria ali.
Vivia os trabalhos manuais, a oração e a leitura, até o seu irmão Lupicino, então viúvo, se unir a ele. Fundaram então um novo Mosteiro, que se baseava nas regras de São Pacômio, São Basílio e Cassiano.
Romão tinha um temperamento e caminhada espiritual onde com facilidade era dado à misericórdia, à compreensão e tolerância. Lupicino era justiça e intolerância. Nas diferenças, os irmãos se completavam, e ajudavam aos irmãos da comunidade, que a santidade se dá nessa conjugação: amor, justiça, misericórdia, verdade, inspiração, transpiração, severidade, compreensão. Eles eram iguais na busca da santidade.
O Bispo Santo Hilário ordenou Romão, que faleceu em 463. E em 480 vai para a glória São Lupicino.
Santos Romão e Lupicino, rogai por nós!

ANGELUS: “NÃO SE PODE SERVIR A DOIS SENHORES, DEUS E A RIQUEZA”

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Cidade do Vaticano 27 fev (RV) – “Não se pode servir a dois senhores, Deus e a riqueza”. Essa a mensagem que Bento XVI quis propor na manhã deste domingo ao mais de 50 mil fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro para a oração mariana do Angelus. O Santo Padre iniciou a sua breve alocução recordando que na liturgia deste domingo ecoa uma das palavras mais tocantes da Sagrada Escritura. O Espírito Santo nos deu através da pena do chamado “segundo Isaías”, que, para consolar Jerusalém atingida por desventuras, assim se exprime: “Mas pode a mãe se esquecer do seu filho, pode ela deixar de ter amor pelo filho de suas entranhas? Ainda que ela se esqueça, eu não me esquecerei de você”.(Is 49:15). E o Papa acrescentou:
“Este convite a confiar no amor infalível de Deus é comparado com a página, também muito sugestiva do Evangelho de Mateus em que Jesus exorta seus discípulos a confiar na Providência do Pai celeste, que alimenta as aves do céu e veste os lírios do campo, e conhece todas as nossas necessidades (cf. 6,24-34). Assim diz o Mestre: “Não se preocupem, dizendo: O que comeremos? O que beberemos? O que vestiremos? De todas essas coisas vão em busca os pagãos. O Pai celeste sabe do que vocês necessitam”.
Em seguida Bento XVI afirmou que diante da situação de muitas pessoas, próximas ou distantes, que vivem na miséria, esse discurso de Jesus pode parecer pouco realista, ou até mesmo evasivo.
“Na verdade, – continua o Papa – o Senhor quer deixar bem claro que não se pode servir a dois senhores: Deus e a riqueza. Aqueles que crêem em Deus, Pai cheio de amor pelos seus filhos, dá prioridade à busca de seu reino, da sua vontade. E este é precisamente o oposto do fatalismo ou de um ingênuo irenismo”.
Bento XVI destacou que a “fé na Providência, na verdade, não dispensa a árdua luta por uma vida digna, mas liberta do afã pelas coisas e do medo do amanhã”. É claro que este ensinamento de Jesus, mesmo permanecendo sempre verdadeiro e válido para todos, é praticado de maneiras diferentes de acordo com vocações distintas. O Papa citou o exemplo de um frade franciscano que poderá segui-lo de modo mais radical, enquanto um pai de família deverá ter em conta os seus próprios deveres para com sua esposa e filhos. Em todo caso, porém, o cristão se distingue pela absoluta confiança no Pai Celeste, como foi para Jesus. E o Pontífice destacou:
“É precisamente a relação com Deus Pai, que dá sentido à vida de Cristo, às suas palavras, aos seus gestos de salvação, até à sua paixão, morte e ressurreição. Jesus nos mostrou o que significa viver com os pés bem firmes no chão, atentos às concretas situações do próximo, e ao mesmo tempo mantendo o coração no céu, imerso na misericórdia de Deus”.
O Santo Padre concluiu suas palavras convidando todos a invocarem a Virgem Maria com o título de Mãe da Divina Providência. “A Ela – disse – confiamos a nossa vida, o caminho da Igreja, as vicissitudes da história. Em especial, invoquemos a sua intercessão para que possamos aprender a viver num estilo mais simples e sóbrio, no cotidiano trabalho e no respeito da criação, que Deus confiou aos nossos cuidados”.
Em seguida Bento XVI concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

DIACONISA EXCOMUNGADA EM 2007 SE RETRATA DA ORDENAÇÃO

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SAN DIEGO, sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) – Uma mulher que pretendia ser diaconisa católica renunciou à sua “ordenação” e reafirmou sua fidelidade à doutrina da Igreja sobre a impossibilidade de ordenação de mulheres.Norma Jean Coon, ex-membro da organização Roman Catholic Womenpriests, no dia 8 de fevereiro, colocou uma mensagem na Internet, na qual “afirma a autoridade do Santo Padre nestas questões de ordenação e reconhece que Cristo fundou a ordenação apenas para os homens”.Coon, casada há 47 anos e mãe de 5 filhos, participou de uma cerimônia em Santa Bárbara, em 22 de julho de 2007, na qual foi ordenada (de maneira inválida) e, com isso, incorreu em excomunhão latae sententiae.A associação Roman Catholic Womenpriests foi criada na Europa e começou a exigir a ordenação de mulheres em 2006. No verão da cerimônia de Coon, houve acontecimentos similares em Portland, Nova York, Minneapolis e Toronto. Hoje, a organização reivindica a ordenação de 8 bispas e mais de 80 sacerdotisas e diaconisas, no mundo inteiro.Coon disse que “deixou o programa duas semanas após a cerimônia”, porque percebeu “que tinha cometido um erro estudando para o sacerdócio”.E acrescentou: “Eu reconheço a verdade da carta apostólica do Papa João Paulo II, Ordenatio Sacerdotalis”.Em sua declaração, Coon renuncia formalmente à sua relação com Roman Catholic Womenpriests e rejeita “publicamente a mencionada organização, pedindo desculpas àqueles que eu possa ter ofendido ou escandalizado com as minhas ações”.Sua declaração termina com uma oração: “Pai Santo, eu vos peço que abençoeis meu bispo, meu pastor e os padres de Roma que me ajudaram no processo de reintegração na Igreja Católica Romana”.”Perdoai-me, meus amados Jesus e Maria, por ter seguido minha própria vontade no assunto da minha ordenação. Pedimos mais sacerdotes para servir nossa Igreja e rezamos pelas vocações, para que enriqueçam a nossa Igreja nos Estados Unidos.””Perdoai-nos por cair na desobediência e enriquecei-nos com vosso santo amor. Peço a intercessão de Jesus e Maria. Fiat.”

 

Fonte: http://www.zenit.org

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