A essência da Mensagem de Fátima é chamar a atenção dos homens para o eterno

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A Mensagem de Fátima é um convite e uma escola de salvação. Foi iniciada pelo Anjo da Paz (1916) e completada por Nossa Senhora (1917). Foi vivida de maneira histórica pelos Três Pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta.

Olhando para esta profecia Marcelo Pereira membro da Comunidade Canção Nova lança o livro “O Grande Segredo de Fátima”.

Esta mensagem sublinha os seguintes pontos:

– a conversão permanente;

– a oração e nomeadamente o rosário,

– o sentido da responsabilidade colectiva e a prática da reparação.

A aceitação desta mensagem traz consigo a Consagração ao Coração Imaculado de Maria, que é símbolo de um compromisso de fidelidade e de apostolado.

As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982, é a conversão e a vivência na graça de Deus.

Fátima vem responder aos sofrimentos que coloca a Igreja em tempos de verdadeira perseguição.

Na passagem do segundo para o terceiro milénio, o Papa João Paulo II decidiu tornar público o texto da terceira parte do « segredo de Fátima ».

O Autor do livro Marcelo Pereira diz a respeito de sua obra literária: “Estou lançando meu primeiro livro de espiritualidade contendo uma ampla reflexão sobre a mensagem que Nossa Senhora nos deixou em Fátima.

Ao que muitos pensam que o grande segredo de Fátima está resumido em algumas folhas de papel, onde a Irmã Lúcia descreveu em três partes o tão polêmico segredo de Fátima, certamente poderá estar muito longe de entender qual é de fato o grande segredo de Fátima.

É verdade que, a mensagem de Nossa Senhora guardado em segredo a pedido dela mesma, tem um valor fundamental dentro do contexto das aparições, porém, o segredo por si só, não revela toda a riqueza e a grandeza que está contido na espiritualidade que Fátima nos oferece, especialmente ao que diz respeito os três Pastorinhos.”

O livro foi escrito no ano de 2005, por ocasião da morte da Irmã Lúcia.

O Grande Segredo de Fátima é um livro profundamente histórico e atual ao mesmo tempo. É um manual de devoção. São textos que nos conduz a contemplar com visibilidade momentos preciosos da história das aparições e todo o contexto de guerras que envolvia o Mundo.

Fonte: http://www.cancaonova.com

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PAPA NOS 150 ANOS DO “L’OSSERVATORE ROMANO”: RENOVADA ATENÇÃO AO ECUMENISMO, MULHERES E BIOÉTICA

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“Um jornal de ideias, órgão de formação e não somente de informação”: assim Bento XVI definiu o L’Osservatore Romano recordando o “longo e significativo caminho” de 150 anos que o diário completa nesta sexta-feira, 1º de julho.
Por ocasião “desse importante aniversário”, o Papa enviou nesta quinta-feira ao Diretor do jornal vaticano, Giovanni Maria Vian, uma mensagem que está publicada, na íntegra, na edição de hoje do diário da Santa Sé, da qual destacamos algumas passagens.
“Manter fielmente a tarefa realizada neste século e meio”: esse o mandato de Bento XVI junto a algumas indicações fortes para o caminho de agora em diante.
“Atenção ao Oriente cristão – escreve Bento XVI –, ao irreversível compromisso ecumênico das diferentes Igrejas e Comunidades eclesiais, em busca constante de amizade e colaboração com o Judaísmo e com as outras religiões, atenção ao debate e à discussão cultural, à voz das mulheres, aos temas bioéticos, que apresentam questões decisivas para todos.”
Ademais, concretamente, o Papa pede expressamente que “continue a abertura a novos articulistas e – ressalta –, entre esses, a um número crescente de colaboradores”.
Pede também que se “destaque a dimensão e o alcance internacional que estiveram presentes desde a origem do diário”.
Assim – explica o Pontífice –, o “L’Osservatore Romano” sabe expressar “a cordial amizade da Santa Sé pela humanidade do nosso tempo, em defesa da pessoa humana”.
Bento XVI afirma que o nosso tempo é “comumente marcado pela falta de pontos de referência e pela remoção de Deus do horizonte de muitas sociedades, mesmo de antiga tradição cristã”.
Para este tempo – explica – o “L’Osservatore Romano” deve ser “jornal de idéias, de formação e não somente de informação”, “após cento e cinquenta anos de uma história da qual pode orgulhar-se”, ressalta. Uma história feita de “um longo e significativo caminho rico de alegrias, de compromisso, de satisfações e de graça”.
Um caminho do qual o Papa ressalta também “a singularidade e a responsabilidade” no fazer conhecer o Magistério dos papas, no ser “um dos instrumentos privilegiados a serviço da Santa Sé e da Igreja”.
Em sua mensagem, o Santo Padre recorda também “a linha de imparcialidade e de coragem mantida diante das tragédias e dos horrores que marcaram a primeira metade do Séc. XX”.
Do primeiro conflito aos totalitarismos, aos horrores da Shoah e da II Guerra mundial. “Anos difíceis” seguidos pelo período da Guerra fria e da perseguição anticristã perpetrada em muitos países pelos regimes comunistas.
E, no entanto – ressalta o Papa –, “apesar da escassez dos meios e das forças, o jornal da Santa Sé soube informar com honestidade e liberdade, defendendo a obra corajosa de Bento XV, de Pio XI e de Pio XII em defesa da verdade e da justiça, único fundamento da paz”.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

PAPA: JUGO DE CRISTO É SUAVE, MAS EXIGENTE

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Bento XVI recordou a 41 novos arcebispos que o jugo de Cristo é de amizade, mas também é exigente e nos forma, nesta quarta-feira, ao celebrar a Missa na festividade dos santos Pedro e Paulo na Basílica de São Pedro.

Todo ano, nesta festa, os novos arcebispos da Igreja (ou os que já eram arcebispos, mas que não foram designados a novas arquidioceses) recebem o pálio (uma faixa circular que carregarão sobre os ombros), sinal de comunhão com o Papa. Mas ontem a celebração era ainda mais importante, já que o Santo Padre estava comemorando o 60º aniversário da sua ordenação sacerdotal.

Depois de uma cálida reflexão sobre o seu sacerdócio e as lições de seis décadas, ele se centrou nas palavras de Cristo “Já não vos chamo servos, mas amigos” e voltou a dirigir-se àqueles que recebiam o pálio.

Brasil e Estados Unidos são as nações que têm o maior número de arcebispos – sete e quatro, respectivamente –, ainda que os dos EUA sejam mexicanos nativos.

O pálio, disse o Papa, “nos recorda, em primeiro lugar, o jugo suave que Cristo colocou sobre nós. O jugo de Cristo é idêntico à sua amizade. É um jugo de amizade e é um ‘jugo suave’, mas também é exigente, e nos forma. É o jugo da sua vontade, que é uma vontade de verdade e de amor”.

O Santo Padre destacou que o pálio é feito de lã: “Isso nos recorda que o próprio Pastor se converteu em um cordeiro, por amor a nós”.

“Recorda-nos que Cristo atravessou as montanhas e os desertos, nos quais a sua ovelha, a humanidade, havia se perdido – disse. Recorda-nos que ele tomou a ovelha, a humanidade, a mim, sobre os seus ombros para nos levar para casa.”

E acrescentou: “Recorda-nos que também nós, como pastores ao seu serviço, temos de levar outros, carregando-os em nossos ombros e conduzindo-os a Cristo”.

Fonte: http://www.zenit.org

Conselho Indigenista Missionário lança relatório alarmante sobre condições dos povos indígenas no país

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Foi lançado na tarde de hoje, 30, no auditório da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, o relatório “Violência contra os Povos Indígenas no Brasil” referente ao ano de 2010. O relatório é produzido anualmente pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organismo vinculado à CNBB, que trata da causa indígena no país, que neste ano trouxe dados alarmantes sobre a realidade dos povos indígenas no país.

O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Urich Steiner agradeceu a escolha do Cimi por lançar o material na CNBB, pois, segundo o bispo, “a Conferência dos Bispos é uma casa democrática que luta pelo ideal e o bem estar de todos, inclusive dos irmãos indígenas”.

“Nossos irmãos indígenas merecem todo o nosso respeito e admiração. Eles são os povos originários dessas terras. Nós somos os ‘invasores’, não eles. Venho do Mato Grosso (diocese de São Felix do Araguaia) e é inadmissível que indígenas sejam descartados ou excluídos de nossa sociedade como fazem nos dias atuais, por isso sempre lutaremos e apoiaremos o Cimi e a causa indígena desse país”, ressaltou dom Leonardo.

O presidente do Cimi e bispo da Prelazia do Xingu (PA), dom Erwin Krautler destacou o “triste” cenário em que vivem os indígenas no Brasil. Segundo o bispo, só no Mato Grosso (MT), de 100 nascimentos de crianças indígenas, 60 morrem antes de completar um ano de vida, e a causa dessas mortes são, em sua totalidade, doenças curáveis e “até mesmo banais”, como diarréia, subnutrição ou doenças respiratórias. “O que mais choca é a falta de comprometimento e de interesse dos governantes, que entra ano, sai ano, não tomam nenhuma atitude para amenizar o sofrimento dos índios. Crianças morrem por falta de medicamentos básicos. Os idosos nem atendimento conseguem nos postos de saúde. Cadê os Direitos Humanos, que o Brasil teima em dizer que faz parte?”, questionou.

A antropóloga e coordenadora da pesquisa, Lúcia Helena Rangel apresentou os números referentes a 2010. Ela afirma que os dados são assustadores. No ano passado 60 indígenas foram assassinados (dado que se repete pelo 3º ano consecutivo) e outros 152 ameaçados de morte. Foram registrados 33 casos de invasões possessórias e exploração ilegal de recursos naturais disponíveis em terras indígenas.

“O Mato Grosso do Sul é campeão com 34 casos, o que representa 56% do total. O estado possui a segunda maior população indígena do país”, disse a antropóloga.

Ainda de acordo com o relatório do Cimi, os índices de mortalidade infantil aumentaram 513% se comparados a 2009, quando foram registrados 15 casos, com 15 vítimas. Dados revelam que de 11 anos para cá, 210 crianças menores de 10 anos morreram no Vale do Javari (AM). Uma proporção de mais de 100 mortes para cada mil nascidos vivos, índice cinco vezes maior que a média nacional, que não chega a 23.

Nos estados do Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) foi constatado pela pesquisa do Cimi que há populações indígenas vivendo em beira de estrada, de rodovias há pelo menos 10 anos, sem que haja alguma modificação, por parte dos estados, da forma de vida desses povos. “Os agricultores, por sua vez, pressionam esses indígenas de beira de estrada. O poder policial também, então o número de conflitos com essas comunidades tradicionais é diário, causando um número assustador de suicídio, de assassinatos e de prisões de índios no sul”, explicou Lúcia.

Ela sublinhou ainda como “gravíssima” a situação do Mato Grosso, considerado por ela o estado que mais derruba áreas de floresta, com uma “explosão” nos números referentes ao desmatamento ambiental, afetando 100 áreas indígenas e 20 áreas de proteção. E no Maranhão, que, como quase não há mais áreas de florestas, as únicas estão em bolsões demarcados indígenas, então o conflito por terras, madeiras e recursos naturais são corriqueiros.

“Quase 100% das construções de hidrelétricas no Brasil, as áreas alagadas ou alagáveis, caso de Belo Monte, atingem áreas de reservas indígenas. Este é um dado. O outro dado é, com o debate sobre o novo Código Florestal, que tramita no Congresso Nacional, madeireiros de Mato Grosso, em busca da tal anistia prometida pelo governo, aos infratores, aumentou em 200% o número de hectares derrubados no estado, algo que considero dantesco e lastimável”, disse a antropóloga.

Informações sobre o relatório estão disponíveis no site do Conselho Indigenista Missionário, no endereço http://www.cimi.org.br.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Mt 11,25-30

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer:
“Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos.
Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso.
Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
Palavra da Salvação.

Santo Aarão

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Pertence aos santos do Antigo Testamento. O santo de hoje era irmão de sangue de Moisés.
Seu testemunho está nas Sagradas Escrituras no Pentateuco, no Salmo 98 e no livro do Eclesiástico.
“Exaltou também a Aarão, santo como ele, seu irmão, da tribo de Levi. Confirmou para ele uma aliança eterna, deu-lhe o sacerdócio do seu povo, encheu-o de felicidade e de glória. Moisés consagrou-lhe as mãos e o ungiu com o óleo santo. Foi-lhe, pois, concedido por aliança eterna, a ele e à sua descendência, enquanto durar o céu: servir ao Senhor e exercer o sacerdócio, e abençoar o povo em seu nome.” (Eclo 45,7-8.18-19)
Aarão é exemplo de fidelidade e de ‘sim’ a Deus.

Santo Aarão, rogai por nós!