Fotos do Encontro Fraterno de Julho

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Tv Franciscanos | Jesus envia seus discípulos – Reflexão Dominical

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http://www.pvf.com.br/

Francisco de Assis agora nos céus, diante de Deus, intercede por nós

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Depois de tudo o que Francisco de Assis viveu e sofreu nesta terra, ele mereceu o céu. E depois de tantas lagrimas que os frades derramaram pela morte do Santo de Deus, finalmente entenderam que deveriam se alegrar, pois São Francisco estava agora junto de Deus onde intercede por todos nós.
Francisco de Assis agora nos céus, diante de Deus, atende aos pedidos do que ainda fazem parte da igreja militante na terra. E aqui nós temos um problema. Um problema tão debatido entre católicos e protestantes: a intercessão dos Santos, já que as sagradas escrituras afirmam enfaticamente que Jesus é o único mediar entre Deus e os homens, e não há outro. Sim, Jesus é o único mediar e aqui está o problema, não só para nós católicos, mas também para os protestantes. Pois afinal, se Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, por que afinal nós rezamos uns pelos outros? Porque o problema dos Santos consiste em saber ser é possível ou não interceder por alguém depois da morte. Isto é um outro problema. Mas a questão é que se você insiste que Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, se você bate muito nesta tecla, você já acabou com a oração de intercessão uns pelos outros que nós fazemos aqui na terra. Ou você vai querer me convencer agora de que não ora pelas pessoas? Que não pede nunca para alguém orar por você? Isto é intercessão! Se Jesus é o único mediador então o que você está fazendo aí orando pelos outros?
E como se resolve este problema? Nós católicos cremos que Jesus realmente é o único mediador entre Deus e os homens, não tem outro. Não tem dois. Jesus não é o mediar principal e os outros coadjuvantes. Não. Jesus é o único. Único mediador entre Deus e os homens. Mas acontece que este único mediador, o Cristo, Ele não é sozinho. Ele tem um corpo que é a Igreja. Cristo é a cabeça e nós somos os membros. Somos parte do corpo deste único mediador que é Cristo. E é por isso que intercedemos uns pelos outros. Oramos uns pelos outros. Impomos as mãos. Por que somos parte deste único mediador entre Deus e os homens que é Cristo. Ele é a cabeça e nós somos os membros.
Agora, como se explica que a sombra de São Pedro curava? Como se explica que o guardanapo de São Paulo curava? Se isso não é intercessão, o que é então?
Mas afinal a intercessão é possível depois da morte? São Paulo diz que nada nos separará do amor de Cristo. Nem a morte. Então quando morremos continuamos fazendo parte do Corpo de Cristo. O batismo é uma marca indelével. Para sempre, por toda eternidade. Somos batizados e incorporados pelo batismo ao Cristo que é a cabeça. Eu sou a videira e vós sois os ramos, disse o Senhor.
Então sejamos sensatos. Os mortos rezam também, e podemos ver isso claramente no livro do apocalipse quando é aberto o quinto selo. E mais adiante no mesmo livro vemos que os mortos, nos céus, prestam culto a Deus. Eles rezam, eles intercedem.
E é por tudo isso que vimos, meu irmão, minha irmã, que acreditamos na intercessão dos Santos, daquelas pessoas que viveram aqui neste mundo como eu e você, mas que hoje estão junto de Deus, assim como nosso Seráfico Pai, Francisco de Assis.

Que Assim seja.

Amém.

Rodrigo Hogendoorn Haimann, ofs

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior – Christo Nihil Praeponere

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Por que o Deus do Antigo Testamento é tão sanguinário?

Como explicar ao homem moderno, cada vez mais inserido na cultura do “faça amor, não faça a guerra” e do politicamente correto, a existência nas Sagradas Escrituras de tantas passagens obscuras e difíceis por causa da violência e imoralidade nelas referidas?
Quem responde é o Papa Bento XVI, na exortação apostólica “Verbum Domini”, quando diz que “a revelação adapta-se ao nível cultural e moral de épocas antigas”, assim, as passagens que causam espanto devem ser lidas também em seu contexto histórico e sob a ótica da pedagogia divina.
Neste episódio da Resposta Católica, saberemos qual o ponto de convergência entre o Antigo e o Novo Testamento e como a Palavra se cumpre e floresce mesmo com tanto sangue derramado.

Fonte: http://padrepauloricardo.org

Representante do Vaticano pede que Brasil envie mais missionários

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Padre Vito Del Prete, representante da Congregação para a Evangelização dos Povos, órgão do Vaticano, no 3º Congresso Missionário Nacional

O Papa João Paulo II acreditava que se a América Latina, especialmente o Brasil, despertasse em si a paixão missionária, seria possível conquistar o mundo.
Em entrevista exclusiva ao noticias.cancaonova.com, o representante da Congregação para a Evangelização dos Povos, órgão do Vaticano, padre Vito Del Prete, salientou que a América Latina não consegue medir sua potencialidade.
“Temos missionários brasileiros no Guiné, China, Japão e na África, certamente porém, a Igreja local, isto é, os sacerdotes diocesanos são pouco representados, são poucos os missionários do Brasil fora de seu território. E nisso é preciso dar um salto de qualidade”, enfatiza.
Segundo o representante do órgão vaticano, o que bloqueia é fixar-se somente nos problemas internos, sem olhar a Igreja como um todo, vendo que ela é uma só.
“A Igreja não vive por si mesma. Nenhum continente, nenhuma Igreja local pode dizer: primeiro devo estar bem, evangelizar a mim mesma, para depois evangelizar os outros. Se fosse assim, os apóstolos ainda estariam em Jerusalém e seríamos todos ainda não-cristãos”, ressalta padre Vito.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Bento XVI no Angelus: graças a Cristo a obra da Igreja progride sempre

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Bento XVI, de retorno da celebração da missa na cidadezinha de Frascati – situada nos chamados Castelos Romanos – conduziu, ao meio-dia, na residência pontifícia de Castel Gandolfo, a oração mariana do Angelus.
“A obra de Cristo e da Igreja jamais regride, mas sempre progride”, foi a sua mensagem antes da recitação da oração mariana, inspirada pela liturgia deste domingo e pela memória que a Igreja faz, nesta data, de São Boaventura, o sucessor de São Francisco na condução da Ordem dos Frades Menores.
Jamais para trás, sempre para frente. A obra da salvação trazida por Cristo dois mil anos atrás aos homens pode ser lida retrospectivamente como história, mas jamais registrará uma regressão, porque aquilo que é de Cristo é progressão contínua.
Bento XVI adquire essa certeza em São Paulo, que na Carta aos Efésios, proclamada na liturgia deste domingo em todas as missas, oferece uma síntese extraordinária “em quatro passagens” daquele “desígnio de bênção” que Deus – explicou – derramou sobre a humanidade com a vinda de Cristo.
“Nele” – escreve o Apóstolo dos Gentios – “ele nos escolheu antes da fundação do mundo”, “Nele” fomos redimidos, “Nele” nos tornamos herdeiros, “Nele” quem crê no Evangelho recebe o “sigilo do Espírito Santo”:
“Este hino paulino contém a visão da história que São Boaventura contribuiu para difundir na Igreja: toda a história tem como centro Cristo, o qual assegura também novidade e renovação em todo tempo. Em Jesus, Deus disse e deu tudo, mas como Ele é um tesouro inexorável, o Espírito Santo jamais deixa de revelar e de atualizar o seu mistério. Por isso a obra de Cristo e da Igreja jamais regride, mas sempre progride.”
Essa visão de Cristo como “centro inspirador” da história foi um ponto nodal também da teologia de São Boaventura, cuja memória a Igreja celebra em seu calendário litúrgico em 15 de julho.
Na alocução que precedeu a oração dominical, o Papa recordou que com a morte de São Francisco foi São Boaventura o sucessor dele na condução dos Frades.
Foi também ele quem escreveu a primeira biografia de São Francisco, e foi também São Boaventura, nos últimos anos de sua vida, a transferir-se como bispo para a Diocese de Albano, da qual faz parte Castel Gandolfo:
“Numa carta, Boaventura escreve: ‘confesso diante de Deus que a razão que mais me fez amar a vida do beato Francisco é que ela se assemelha ao início e ao crescimento da Igreja’ (…) Francisco de Assis, após a sua conversão, praticou ao pé da letra esse Evangelho, tornando-se uma fidelíssima testemunha de Jesus; e associado de modo singular ao mistério da Cruz, foi transformado num ‘outro Cristo’, como o próprio São Boaventura o apresenta.”
No momento das saudações conclusivas – feitas em seis línguas aos diferentes grupos de fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da residência pontifícia de Castel Gandolfo –, Bento XVI, que pouco antes recordara outra memória litúrgica, a desta segunda-feira dedicada a Nossa Senhora do Carmo, ressaltou em polonês outro apelativo de “Mãe de Deus do Escapulário”, com a qual é recordada a Virgem do Carmelo, e acrescentou:
“João Paulo II carregava consigo o sinal de sua consagração pessoal a Nossa Senhora do Carmo, o escapulário, que tanto estimava. A todos os seus compatriotas – na Polônia, no mundo, a todos vocês aqui presentes hoje em Castel Gandolfo – que Maria, a melhor das mães, os envolva com o seu manto na luta contra o mal, interceda no pedido de graças, e lhes mostre os caminhos que levam a Deus.”
O Pontífice saudou também os fiéis e peregrinos de língua portuguesa. Eis o que disse:
“Dirijo agora uma saudação especial para os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente para os fiéis da Paróquia São José, de Bragança Paulista e para o grupo de Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, acompanhadas de professores de escolas brasileiras. Agradecido pela amizade e orações, sobre todos invoco os dons do Espírito Santo para serem verdadeiras testemunhas de Cristo no meio das respectivas famílias e comunidades, que de coração abençôo.”
O Santo Padre concedeu a todos a sua Bênção apostólica.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

Especialização em Estudos do Santo Sudário

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O Instituto Ciência e Fé do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, em parceria com o Centro Internacional de Sindonologia, de Turim, e o Centro Diocesano de Sindonologia Giulio Ricci, de Roma, lança uma especialização em Estudos do Santo Sudário, novidade absoluta no panorama universitário.
O curso é cíclico, dura um ano e é dividido em dois semestres. O objetivo é oferecer uma abordagem sistemática dos desafios que este extraordinário documento levanta para a inteligência, bem como tentar entender a mensagem que ele propõe à fé e ao coração dos crentes.
Além dos quatro cursos principais, o programa oferece um ciclo articulado de conferências. Os temas incluem a ciência e a teologia sobre o santo sudário, a história da peça, a teologia e a espiritualidade do sudário e a pesquisa científica a respeito.
Este amplo percurso temático é oferecido tanto aos eclesiásticos quanto aos leigos, sejam estes professores, pesquisadores e jornalistas, seja o público em geral, interessado em aprofundar interdisciplinarmente a vasta e rica área de estudos sobre o sudário de Turim.
As aulas e palestras são ministradas por alguns dos maiores especialistas no tema: Pierluigi Baima Bollone; Nello Balossino; Bruno Barberis, Gianfranco Berbenni; Manuel Carreira, Antonio Cassanelli; Avinoam Danin, Alberto Di Giglio, Paul Di Lazzaro, Giuseppe Ghiberti; Héctor Guerra, Juan Pablo Ledesma, Emanuela Marinelli, Adolfo Orozco, Jorge Manuel Rodríguez; Barrie Schwortz; Petrus Soons, Gian Maria Zaccone, entre outros.
Para participar do curso, é necessário possuir ao menos uma graduação com duração de três anos. Para assistentes ouvintes não são necessários títulos acadêmicos. As inscrições vão de 1º de setembro a 31 de outubro de 2012.

Fonte: http://www.zenit.org

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