Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior – Christo Nihil Praeponere

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Casamento Josefino.

Fonte: http://padrepauloricardo.org

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Missionários partem para uma nova evangelização além-fronteiras

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O cristianismo marcou a história deste país que, em sua multiplicidade, tem como característica a fé de seu povo. O Brasil que desde o ínicio de sua história recebeu evangelizadores europeus, hoje é fonte de missionários que partem para além de suas fronteiras a fim de levar uma nova evangelização.
Estes missionários estão pelas Américas, África, Ásia e ainda de volta a velha Europa marcada pelo secularismo. Segundo dados apresentados no 3º Congresso Missionário Nacional, atualmente 291 sacerdotes brasileiros estão em missão fora do país, 61 religiosos e 1522 religiosas.
Para o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, a inserção dos leigos na vida missionária feita pela Igreja no Brasil e na América Latina é um dos exemplos que podem ser levados para o resto do mundo, especialmente para a Europa.
“O trabalho junto às famílias, estudo bíblico em pequenos grupos, a formação de leigos, tudo isso é visto como uma grande possibilidade de renovação da nossa Igreja”, disse o secretário-geral da CNBB.
A secretária executiva do Conselho Missionário Nacional da CNBB, irmã Dirce Gomes da Silva, explica que o envio de missionários para o exterior acontece através das Pontifícias Obras Missionárias (POM), da Comissão Episcopal Missionária e das congregações religiosas.
O centro missionário no Brasil faz uma preparação de um mês e ao mesmo tempo estes missionários são assistidos por aqueles que os enviam, suas comunidades de origem e congregações.

Ajuda ao povo haitiano
Um importante trabalho missionário está sendo realizado no Haiti. Considerado um dos países mais pobres do mundo, o Haiti se recupera com dificuldades do terremoto que destruiu a capital Porto Príncipe e outras cidades ao redor e que deixou 250 mil pessoas feridas, 1,5 milhão de desabrigados e mais de 200 mil mortos.
Atualmente seis religiosas estão no Haiti ajudando as famílias que perderam suas casas. Irmã Dirce esteve recentemente visitando o país e narra o belo trabalho feito pelas missionárias.
“Para mim foi um momento de retiro espiritual, pois vi a beleza das irmãs missionárias do nosso país que acolhem aquele povo. No momento elas estão ajudando nos projetos de geração de renda e economia solidária”, explica a religiosa.
O projeto de solidariedade entre a Igreja no Brasil e a Igreja no Haiti, conta irmã Dirce, foi firmado em 2011 e seguirá pelos próximos 10 anos.

Fonte: http://www.cancaonova.com

 

 

 

Cardeal Filoni convida seminaristas centro-africanos à missionariedade

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“A unidade dos educadores e a colaboração sincera entre eles tornam possível a adequada realização do projeto educacional e do programa de formação e, em particular, oferecem aos candidatos ao sacerdócio um exemplo significativo e concreto da comunhão eclesial, que constitui um valor fundamental da vida cristã e do ministério pastoral.”
Foi a recomendação feita pelo prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Fernando Filoni, aos formadores do Seminário São Marcos e do propedêutico encontrados na manhã desta quinta-feira em Bangui, no início de sua visita pastoral à República Centro-Africana, aonde chegou na quarta-feira.
Segundo a agência missionária Fides, o purpurado ressaltou que a formação espiritual dos seminaristas deve ser orientada de modo que “adquiram um profundo espírito missionário, virtudes humanas e o sentido eclesial. Os seminaristas devem ser ajudados a tomar consciência de que a Igreja é missionária por sua natureza. E tornar-se sacerdote significa ser enviado em missão, que consiste principalmente em testemunhar a sua fé e a sua caridade”.
Entre os valores humanos que os seminaristas devem cultivar, o cardeal citou o sentido da honestidade, da responsabilidade e da palavra dada, o amor pela verdade e a justiça. A dimensão eclesial compreende um grande amor pela Igreja de Cristo, um humilde e filial apego à pessoa do Santo Padre, a adesão filial ao próprio bispo e as relações de amizade e de solidariedade com os outros.
“Para que alcancem uma vida espiritual sólida e satisfatória, os seminaristas necessariamente precisam de meios de tipo ascético, sacramental e litúrgico”, prosseguiu o Cardeal Filoni, indicando a celebração eucarística – “que deve ser o centro da vida do seminário”, a Liturgia das Horas, a devoção filial à Virgem Maria expressa, em particular, com a oração do Terço, o sacramento da Penitência, e os ritos.
Particularmente, o prefeito de Propaganda Fide convidou os formadores a fazerem de modo que os seminaristas adquiram “uma maturidade afetiva”, idéias claras e uma convicção íntima sobre a inseparabilidade entre celibato, castidade e graça do sacerdócio.
“Ensinai-lhes que o sacerdócio requer uma doação total de si: corpo, coração, vontade e toda capacidade de amar a Deus.”
A observância das obrigações sacerdotais comporta indubitavelmente grande espírito de sacrifício, por isso o purpurado convidou os formadores a não omitirem as dificuldades aos seminaristas, de modo que eles sejam capazes de assumir esses compromissos “com plena consciência e grande responsabilidade”.
Outro aspecto importante da vida dos seminaristas é constituído pelo estudo, vez que “os futuros sacerdotes precisam de uma boa formação doutrinal que compreende, de um lado, a cultura geral de base, e, de outro, as ciências sagradas”, recordou o prefeito do dicastério missionário.
Diante de todas essas exigências, reveste particular importância o discernimento que os formadores são chamados a fazer, a fim de que os candidatos ao sacerdócio sejam “dignos e idôneos, verdadeiros discípulos de Cristo e autênticos servidores da Igreja”.
Por fim, o Cardeal Filoni evidenciou: “É necessário para o formador não somente saber transmitir a doutrina, mas também e, sobretudo, saber dar o exemplo de vida, para ser modelos e exemplos para os jovens”.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

 

 

 

África: um milhão de crianças desnutridas

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A região do Sahel, no norte da África, tem um milhão de crianças gravemente desnutridas à espera das ajudas indispensáveis para a sua sobrevivência.
A informação, que tende a apresentar números ainda piores por causa da crise do norte do Mali, foi confirmada pelos mais recentes informes internacionais e reforçada nesta terça-feira por um comunicado da organização Médicos sem Fronteiras.
Trata-se do número mais alto já registrado na história.
Neste ano, todos os países do Sahel mais atingidos pela desnutrição desenvolveram um ambicioso plano preventivo de resposta à emergência, mas, de acordo com muitos observadores, esta não pode ser a única opção em andamento. É necessário considerar a luta contra a desnutrição como um problema de saúde pública e como uma prioridade política e social. A resposta deve ir além da situação de emergência e promover soluções de longo prazo.

Fonte: http://www.zenit.org

 

 

 

Escola de Fé e Política da CNBB

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Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, em entrevista concedida nesta quarta-feira, 18 de julho, ao Grupo Folha fez referências a escola de Fé e Política da CNBB. Trata-se do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP). Uma iniciativa Conferência para o serviço à formação política dos cristãos leigos/as, sob a coordenação da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato.
O Centro tem como objetivo apoiar, estimular, articular e estabelecer parcerias com organismos e entidades de Fé e a Política, com a finalidade de:

  • Contribuir com a formação de lideranças inseridas na política, em suas diferentes formas e níveis, a partir de uma reflexão bíblica, teológica, das ciências sociais e da filosofia – para a construção de uma sociedade justa, solidária, democrática, pluricultural e pluriétnica;
  • Fomentar em nosso país um pensamento social cristão à luz do Ensino Social da Igreja e dos valores evangélicos;
  • Incentivar, apoiar e articular os Grupos e Escolas de Fé e Política existentes no país e estimular a constituição de novas iniciativas;
  • Criar espaços de reflexão e troca de experiências;
  • Formar assessores para as nossas comunidades, entidades e organizações sociais;
  • Fortalecer as pastorais sociais, movimentos eclesiais e outros organismos da Igreja cuja ação tenha incidência no político-social;
  • Despertar para a importância da organização do trabalho em “Redes eletrônicas” como espaço de difusão de textos, subsídios e troca de experiências.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Mt 12,1-8

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus passou no meio de uma plantação num dia de sábado. Seus discípulos tinham fome e começaram a apanhar espigas para comer. Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Olha, os teus discípulos estão fazendo, o que não é permitido fazer em dia de sábado!” Jesus respondeu-lhes: “Nunca lestes o que fez Davi, quando ele e seus companheiros sentiram fome? Como entrou na casa de Deus e todos comeram os pães da oferenda que nem a ele nem aos seus companheiros era permitido comer, mas unicamente aos sacerdotes? Ou nunca lestes na Lei, que em dia de sábado, no Templo, os sacerdotes violam o sábado sem contrair culpa alguma? Ora, eu vos digo: aqui está quem é maior do que o Templo. Se tivésseis compreendido o que significa: “Quero a misericórdia e não o sacrifício”, não teríeis condenado os inocentes. De fato, o Filho do Homem é senhor do sábado.”
Palavra da Salvação.

Santo Aurélio

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A Igreja da África, durante os anos de 392 até 429, foi agraciada com o governo santo do primeiro Bispo de Cartago, que santificou-se tornando seu povo também santo. Santo Aurélio nasceu no século IV e desde diácono se destacava pela caridade, zêlo, pureza de vida e pelo culto da Liturgia.
O grande Aurélio esteve como Bispo responsável por toda uma região e todos o chamavam – por respeito – de “Santo Papa Aurélio”. Não possuía grandes dotes intelectuais, porém, na Providência Divina, tinha grande amizade com o sábio e Bispo de Hipona: Santo Agostinho. Unido ao Doutor da Graça, pôde combater a auto-suficiência do Pelagianismo e outras heresias que encontraram a condenação no seu tempo.
Muito do que sabemos hoje de Santo Aurélio foi o próprio Santo Agostinho quem informou, pois este admirava a prudência, a piedade e a humildade deste pastor e pai, que tudo fazia pela salvação das almas e pureza da doutrina cristã. Santo Aurélio passou da Igreja militante, para a Igreja triunfante pouco tempo antes de Santo Agostinho, isto em 429.

Santo Aurélio, rogai por nós!