Sabedoria de Padre Pio

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Padre PioSejam como pequenas abelhas espirituais, que levam para sua colmeia apenas mel e cera. Que, por meio de sua conversa, sua casa seja repleta de docilidade, paz, concórdia, humildade e piedade.

Que notável sabedoria e simplicidade de Padre Pio. Ele nos aconselha a sermos como abelhas espirituais. Levar para a nossa colmeia, a nossa casa apenas o mel e a cera. Talvez Padre Pio não entendesse muito de apicultura, talvez ele não fosse um grande biólogo. Talvez ele não soubesse que o mel é produzido com o néctar que as abelhas colhem nas flores e que a cera é uma secreção glandular, pois as abelhas engolem e digerem o mel; transformam o alimento em gordura e, em 24 horas, já estarão fornecendo cera. Portanto a abelha não leva para a sua colmeia mel e cera, ela leva néctar das flores e transforma este néctar em mel e este mel em cera. Mas Padre Pio certamente sabia que para produzir o mel, para produzir a cera, necessário é uma transformação no interior da abelha. Sermos abelhas espirituais significa justamente que é necessária uma mudança de atitude, uma conversão de vida, uma transformação interior. Quantas pessoas, que vivem a se queixar da vida, reclamam de tudo, estão sempre a murmurar não é mesmo? Estas pessoas estão colhendo o que? Nós devemos colher o néctar da vida. O néctar das dádivas de Deus. De tudo de bom que Deus nos dá. O sol que nasce todas as manhãs, e a chuva que lava a terra e dá de beber as plantas. Todos os dons e talentos que Deus distribui abundantemente a cada um de nós. Esse é o néctar. Vamos colhê-lo. E vamos transformar em mel. Ou seja, em uma vida mais doce. Em sorrisos, em gentilezas. Vamos adoçar a nossa vida e a vida das pessoas que nos cercam, vivendo a cada dia a paz e o bem. Mas também, engolindo este mel, como abelhas espirituais, possamos produzir a cera. A cera é usada na construção das colmeias. A cera representa algo de sólido, de concreto. Fazer o bem. Transformar a nossa fé em obras. Edificar o reino de Deus no coração das pessoas. E por fim, Padre Pio nos diz que, por meio da nossa conversa, a nossa casa deverá ser repleta de docilidade, paz, concórdia, humildade e piedade. Claro, se colhermos o néctar que vem de Deus e com ele transformarmos a nossa vida e contagiarmos a vida das pessoas que nos cercam com boas obras de evangelização e caridade, sem dúvida nenhuma, a nossa casa e o nosso coração estarão transbordantes de docilidade, paz, concórdia, humildade e piedade. Portanto, amigo ouvinte, não se esqueça: abelhas espirituais. Que produzem mel. Que produzem cera. Que transformam a vida em algo doce. E que realizam obras concretas do amor de Deus. Que assim seja. Amém.

Paz e bem!

Rodrigo Hogendoorn Haimann, ofs

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Papa Francisco – Passeio de jeep no meio da multidão

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Seul recebe visita da Congregação para Evangelização dos Povos

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Dom Yeom Soo-jung

Dom Yeom Soo-jung

O presidente da Congregação para Evangelização dos povos, Cardeal Fernando Filoni, deu início nesta segunda-feira, 30, a uma visita pastoral a Seul, na Coreia do Sul. A visita que terminará no próximo dia 6, ocorre por ocasião dos 50 anos de criação da Diocese de Suwon.
De acordo com o arcebispo de Seul, Dom Yeom Soo-jung, a visita do presidente é um estímulo para a ação missionária da Igreja coreana. “A igreja da Coreia recebeu um grande sustento de outras Igrejas. Agora é o nosso tempo de ajudar, principalmente no sudeste asiático, onde é urgente uma obra de evangelização”, destacou.
Atualmente a Coreia do Sul possui cinco milhões de católicos, distribuídos em 16 dioceses. A arquidiocese de Seul está entre as maiores do mundo. “A Igreja da Coreia chegou assim tão longe graças as bênçãos de Deus”, destacou Dom Soo-jung, ao recordar que a Igreja católica chegou ao país no século 17, com a missão de sacerdotes jesuítas.
O arcebispo destacou que o auxílio da Congregação para a Evangelização dos Povos trouxe grandes avanços à Igreja no país. Ele ressalta que a visita do Cardeal Filoni é um grande sinal de bênção da Santa Sé e de novas perspectivas de Evangelização.
Durante a visita do prefeito do Dicastério, está previsto um encontro com a Conferência Episcopal coreana no próximo dia 2.

Fonte: http://www.cancaonova.com

João XXIII e João Paulo II serão santos em 27 de abril de 2014

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01Nesta segunda-feira, 30, Papa Francisco anunciou a data da canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII: 27 de abril de 2014, II Domingo de Páscoa, da Divina Misericordia.
A decisão foi tomada durante o consistório ordinário público convocado especialmente para aprovar as causas de canonização dos dois pontífices. A celebração teve início às 10h (horário de Roma), e contou com a presença dos cardeais presentes em Roma. Dentre eles, dois brasileiros: Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida.
A decisão de unir no mesmo dia a canonização dos seus dois predecessores foi explicada pelo Papa Francisco, em julho passado, como uma mensagem para a Igreja, porque os “dois são bons, são dois bons”.
Karol Jozef Wojtyla foi eleito Papa no dia 16 de outubro de 1978. Nasceu em Wadowice (Polônia), em 18 de maio de 1920, e morreu no Vaticano, em 2 de abril de 2005.
Em quase 27 anos de pontificado, João Paulo II escreveu 14 Encíclicas, 15 Exortações Apostólicas, 11 Constituições Apostólicas e 45 Cartas Apostólicas.
Em seu pontificado, fortaleceu a fé da Igreja promulgando o Catecismo da Igreja Católica. Promoveu um intenso itinerário de vida espiritual com o Ano da Redenção, o Ano Mariano, o Ano da Eucaristia e o Jubileu do Ano 2000 e criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), aproximando a Igreja dos jovens.
O primeiro milagre do Papa João Paulo II foi o da irmã francesa Marie Simon-Pierre, que ficou curada da doença de Parkinson. Com ele, teve início o processo de canonização de João Paulo II. O pontífice polonês foi proclamado beato pelo Papa emérito Bento XVI em 1º de maio de 2011, na Praça de São Pedro.
A Igreja Católica celebra a memória litúrgica de João Paulo II no dia 22 de outubro, data que assinala o dia de início de pontificado do Papa em 1978.
Angelo Giuseppe Roncalli, o Papa João XXIII, nasceu em 1881 na localidade de Sotto il Monte, Bergamo, onde foi pároco e professor no seminário, secretário do bispo e capelão do exército durante a I Guerra Mundial.
João XXIII iniciou a sua carreira diplomática como visitador apostólico na Bulgária, de 1925 a 1935; foi depois delegado apostólico na Grécia e Turquia, de 1935 a 1944, e Núncio Apostólico na França, de 1944 a 1953.
Em 1953, Angelo Roncalli foi nomeado Patriarca de Veneza e no dia 28 de outubro de 1958 foi eleito Papa, sucedendo a Pio XII. Aos 77 anos, em 1962, João XXIII, resolveu “arejar” a Igreja e inaugurou o Concílio Vaticano II. Morreu um ano depois.
“O Papa bom” foi declarado beato por João Paulo II no dia 3 de setembro de 2000. Seu processo de canonização tem uma particularidade considerada rara na história da Igreja: ficou isento do reconhecimento de um segundo milagre – condição necessária para que um beato seja elevado a santo.

Fonte: http://www.radiovaticana.va

Francisco: “Se perdermos a memória de Deus também nós perdemos a consistência”

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01Na manhã desse domingo às 10.30 (hora de Roma), o santo padre celebrou a santa missa pela Jornada dos Catequistas, por ocasião do Ano da Fé, na praça de São Pedro. Publicamos a seguir a homilia:
1 . “Ai dos despreocupados de Sião e daqueles que se consideram tranquilos, … deitados em leitos de marfim” (Am 6,1.4 ), comem, bebem, cantam, se divertem e não se preocupam com os problemas das outras pessoas.
Estas palavras do profeta Amós são duras, mas chamam a atenção sobre um perigo que todos nós corremos. O que é que este mensageiro de Deus denuncia, o que é que coloca diante dos olhos de seus contemporâneos e até mesmo diante de nossos olhos hoje? O risco do conforto, da comodidade, da mundanidade na vida e no coração, de colocar no centro da nossa vida o nosso bem-estar. É a mesma experiência do rico do Evangelho, que vestia roupas de luxo e todos os dias se dava abundantes banquetes; isto era importante para ele. E o pobre que estava à sua porta e não tinha nada para matar a fome? Não era problema dele, não lhe dizia respeito. Se as coisas, o dinheiro, a mundanidade se tornam o centro da vida, elas nos prendem, nos possuem e nós perdemos a nossa própria identidade de homens: olhem bem, o rico do Evangelho não tem nome, é simplesmente “um rico”. As coisas, o que possui, são o seu rosto, não tem outros.
Mas tentemos perguntar-nos: por que é que isso acontece? Como é possível que os homens, talvez também nós, caiamos no perigo de encerrar-nos, de colocar a nossa segurança nas coisas, que no final das contas nos roubam o rosto, o nosso rosto humano? Isso acontece quando perdemos a memória de Deus. ” Ai dos despreocupados de Sião”, dizia o profeta. Se não há memória de Deus, tudo fica nivelado, tudo vai para o ego, para o meu bem-estar. A vida, o mundo, os outros, perdem a consistência, não contam para nada, tudo se reduz a uma única dimensão: o ter. Se perdemos a memória de Deus, até nós mesmos perdemos consistência, até nós nos esvaziamos, perdemos o nosso rosto como o rico do Evangelho! Quem corre atrás do nada torna-se ele mesmo um nada – diz outro grande profeta, Jeremias (cf. Jer 2,5 ) . Nós somos feitos à imagem e semelhança de Deus, não à imagem e semelhança das coisas, dos ídolos!
2 . Agora, olhando para vocês, me pergunto: quem é o catequista? É aquele que protege e nutre a memória de Deus; a guarda em si mesmo e sabe despertá-la nos outros. É bonito isso: fazer memória de Deus, como Nossa Senhora que, diante da ação maravilhosa de Deus na sua vida, não pensa na honra, no prestígio, nas riquezas, não se fecha em si mesma. Pelo contrário, depois de ter acolhido o anúncio do Anjo e de ter concebido o Filho de Deus, o que faz? Vai, visita à anciã parente Isabel, também grávida, para ajudá-la; e no encontro com ela o seu primeiro ato é a memória do atuar de Deus, da fidelidade de Deus na sua vida, na história do seu povo, na nossa história: “A minha alma engrandece ao Senhor … pois olhou para a humildade da sua serva… de geração em geração a sua misericórdia ” (Lc 1,46.48.50 ) . Maria tem memória de Deus.
Neste cântico de Maria tem também a memória da sua história pessoal, a história de Deus com ela, a sua própria experiência de fé. E assim é para cada um de nós, para cada cristão: a fé contém precisamente a memória da história de Deus conosco, a memória do encontro com Deus, que se move primeiro, que cria e salva, que nos transforma; a fé é memória da sua Palavra que aquece o coração, das suas ações de salvação com que nos dá vida, nos purifica, nos cura, nos alimenta. O catequista é precisamente um cristão que coloca esta memória ao serviço do anúncio; não para se mostrar, não para falar de si, mas para falar de Deus, do seu amor, da sua fidelidade. Falar e transmitir tudo o que Deus revelou, ou seja, a doutrina na sua totalidade, sem tirar ou acrescentar.
São Paulo aconselha especialmente ao seu discípulo e colaborador Timóteo uma coisa: “lembra-te, lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos, que eu anuncio e pelo qual sofro (cf. 2 Tm 2, 8-9). Mas o apóstolo pode dizer isso porque ele se lembrou primeiro de Cristo, que o chamou quando era um perseguidor dos cristãos, o tocou e transformou com a sua Graça.
O catequista, então, é um cristão que carrega consigo a memória de Deus, se deixa guiar pela memória de Deus em toda a sua vida, e sabe como despertá-la no coração dos outros. Isso é exigente! Compromete toda a vida! O que é o mesmo Catecismo, senão memória de Deus, memória da sua ação na história, do seu ter-se feito próximo em Cristo, presente na sua Palavra, nos Sacramentos, na sua Igreja, no seu amor? Caros catequistas, pergunto-lhes: nós somos memória de Deus? Somos realmente como sentinelas que despertam nos outros a memória de Deus, que aquece o coração?
3. ““Ai dos despreocupados de Sião”, diz o profeta. Qual o caminho a ser seguido para não virar pessoas “despreocupadas”, que colocam a sua segurança em si mesmas e nas coisas, mas homens e mulheres da memória de Deus? Na segunda leitura, São Paulo, escrevendo a Timóteo, dá algumas indicações que podem marcar também a trajetória do catequista, o nosso caminho: seguir a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão (cf. 1 Tm 6 , 11) .
O catequista é homem da memória de Deus se tiver um relacionamento constante, vital com Ele e com os outros; se for homem de fé, que confia realmente em Deus e coloca Nele a sua segurança; se for homem de caridade, de amor, que vê a todos como irmãos; se for homem de “hypomoné”, de paciência, de perseverança, que sabe lidar com as dificuldades, provações, fracassos, com serenidade e esperança no Senhor; se for homem manso, capaz de compreensão e de misericórdia.
Peçamos ao Senhor para sermos todos homens e mulheres que guardem e alimentem a memória de Deus na própria vida e saibam despertá-la no coração dos outros. Amém.

Fonte: http://www.zenit.org

Coletivo Inter-religioso debate a relação Estado e Sociedade por um Marco Regulatório

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01Teve início na manhã desta segunda-feira, 30 de setembro, o Coletivo Inter-religioso para a relação Estado e Sociedade, resultado do primeiro seminário realizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em novembro de 2012. O evento acontece no Centro Cultura de Brasília (CCB) até a terça-feira, 1º de outubro, e reúne diversas entidades religiosas para mais um debate sobre o Estado e a atuação social das organizações religiosas.
Esta é a segunda edição do seminário, dando continuidade à discussão sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. A mesa de abertura teve a participação do padre Geraldo Martins (CNBB), da pastora Romi Márcia Bencke, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), Flamarion Vidal Arauto, da Federação Espírita Brasileira (FEB) e Welinton Pereira, da Aliança Cristã Evangélica Brasileira.
Padre Geraldo Martins lembrou que o seminário foi iniciado pela CNBB, mas sendo um compromisso assumido por diversas outras entidades. “É importante estarmos cada vez mais unidos para a aprovação deste Marco Regulatório, que discuta e reconheça a Ação Social das organizações religiosas na vida do país”.
“Estamos num momento de ameaças aos direitos conquistados. Isso reforça a necessidade de uma organização da sociedade civil. Não se faz um país somente com capital financeiro e grandes empresas, mas com a participação das organizações”, reforçou a pastora Romi Márcia Bencke (Conic).
O tema “Marco Regulatório – Memória, situação e perspectivas” está sendo debatido pelos participantes do encontro. O encontro fomentará, ainda, o diálogo permanente entre as organizações religiosas e o Governo, bem como com outros grupos já constituídos e que atuam na melhoria do ambiente regulatório por um Estado de Direitos.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Lc 9,46-50

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Evangeliario+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo: Houve entre os discípulos uma discussão, para saber qual deles seria o maior. Jesus sabia o que estavam pensando. Pegou então uma criança, colocou-a junto de si e disse-lhes: ‘Quem receber esta criança em meu nome, estará recebendo a mim. E quem me receber, estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior.’ João disse a Jesus: ‘Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque não anda conosco.’ Jesus disse-lhe: ‘Não o proibais, pois quem não está contra vós, está a vosso favor.’
Palavra da Salvação.

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