Bento XVI na passagem do ano

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(31/12/2010) Neste ultimo dia do ano, com inicio ás 18h00, o Papa Bento XVI preside na Basílica de S. Pedro a celebração das primeiras Vésperas da Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus, seguida da exposição do Santíssimo Sacramento, do canto do Te Deum de agradecimento na conclusão do ano civil, e da bênção eucarística. No final da celebração o Papa visitará o presépio colocado no centro da Praça de S. Pedro.
Neste sábado, sempre na Basílica de S. Pedro, com inicio ás 10h00 o Papa preside na celebração da solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus e por ocasião da 44ª Jornada Mundial da Paz, sobre o tema “liberdade religiosa, caminho para a paz. Com o Santo Padre concelebrarão os cardeais, Tarcisio Bertone, secretario de estado e Peter Kodwo Appiah Turkson, presidente do conselho pontifício justiça e paz, os arcebispos Fernando Filoni substituto da secretaria de estado e Dominique Mamberti, secretario para as relações com os estados da Secretaria de estado e o bispo Mário Toso, secretario do conselho pontifício justiça e paz.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

Arquidiocese de Salvador se prepara para as celebrações de Nosso Senhor Bom Jesus do Bonfim

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A festa começa no dia 6 de janeiro, na Basílica do Senhor do Bonfim, em Salvador. As noites de novena seguem até 15 de janeiro, com exceção do dia 13, quando a Basílica fica fechada em virtude da lavagem do adro da igreja. No dia 16, haverá missas durante todo o dia e o cardeal arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, dom Geraldo Majella Agnelo preside a celebração solen. O tema central dos festejos é “Nesta Basílica Santuário, fazemos a experiência do encontro com Jesus Cristo, o Senhor do Bonfim”. Neste ano, os fieis são convidados a doar alimentos não perecíveis para as obras sociais da paróquia.
A novena começou em 1839, conforme consta no “livro de despesas” da capela, do tesoureiro Francisco José da Costa Abreu. Foi composta pelo musicista baiano, Damião Barbosa de Araújo, nascido em Itaparica no ano de 1778 e falecido em 1856. Segundo consta nos Anais da Devoção, Damião, exímio violinista, teve uma atuação primorosa, quando da chegada à Bahia de Dom João VI, em 1808.
As atividades em louvor ao Senhor do Bonfim foram introduzidas, logo após a chegada da primeira imagem, em 1740, pelas mãos do Capitão de Mar e Guerra, o português Theodózio Rodrigues de Faria, quando pontificava na Igreja o Papa Bento XIV, sob o reinado em Portugal de Dom João V, e governava a Colônia na Bahia o 5º vice-rei, André Melo e Castro, conde dos Galveias.
Pela Páscoa da Ressurreição do Senhor, em 18 de abril de 1745, com grande festividade e à sua custa, o Capitão devoto colocou a imagem para veneração dos fieis na Capela de Nossa Senhora da Penha de França de Itapagipe. Naquela mesma solenidade, foi fundada uma irmandade de devotos leigos que, após eleição, passou a denominar-se “Devoção do Senhor do Bonfim”. Os objetivos da Devoção que, entre outros, até hoje perduram, tinham como prioridade zelar e manter o culto ao Senhor do Bonfim, filho de Deus.
Espalhando o culto de fé e veneração e aumentando a afluência de fieis, decidiu o Capitão, junto aos companheiros da Devoção, construir em definitivo uma Capela. Em 1746, foram iniciadas as obras. A sua arquitetura seguiu o modelo das igrejas portuguesas do século XVIII e XIX. No dia 24 de junho de 1754, após a conclusão das obras internas, foi transladada a imagem da Capela da Penha para a colina do Bonfim. Após a missa festiva, foi colocada a imagem no trono em um nicho, assim como a de Nossa Senhora da Guia, que o devoto Capitão houvera trazido de Portugal juntamente com o Senhor do Bonfim.
A data da celebração do Senhor do Bonfim já passou por diferentes períodos do ano, mas a partir de 1773, ficou afixada em janeiro, no segundo domingo depois da Festa de Reis.

 

Fonte: http://www.cnbb.org.br

ASSIS: VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA PAZ

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Assis, 31 dez (RV) – Será dedicada à liberdade religiosa no mundo a vigília de oração que a comunidade franciscana organizou para hoje, 31 de dezembro, diante do túmulo de São Francisco, na Basílica de Assis. O anúncio foi feito pelo Custódio do Sacro Convento, Padre Giuseppe Piemontese, que relança o apelo do Papa “para a tutela e a promoção da liberdade religiosa, que juntamente com o direito à vida é o elemento essencial da dignidade humana.
De Assis, “lugar de profunda espiritualidade, que 25 anos atrás, hospedou o primeiro Dia Mundial de Oração pela Paz convocado por João Paulo II – presentes os líderes das grandes religiões -”, Padre Piemontese pede que sejam ouvidos os representantes religiosos de todo o mundo.
Enquanto isso, Padre Enzo Fortunato, diretor da revista São Francisco Padroeiro da Itália, anunciou que a próxima edição da revista irá conter um relatório sobre a liberdade religiosa que é “o caminho para a paz”, enquanto no site sanfrancesco.org foi aberto um blog de discussão sobre este tema, recordando a mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz, neste 1º de Janeiro.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

Evangelho – Jo 1,1-18

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João

 

No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Surgiu um homem enviado por Deus; Seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.

 

Palavra da Salvação.

 

São Silvestre I

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Este Papa dos inícios da nossa Igreja era um homem piedoso e santo, mas de personalidade pouco marcada. São Silvestre I apagou-se ao lado de um Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais que servi-lo se terá antes servido dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro Bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebe o nome de Isapóstolo, isto é, igual aos apóstolos.
E na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios Bispos, o Bispo dos Bispos, com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político.
E talvez São Silvestre, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ainda estava muito viva a lembrança dos horrores por que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e São Silvestre, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, terá preferido agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência.
Constantino terá certamente exorbitado. Mas isso ter-se-á devido ao desejo de manter a paz no Império, ameaçada por dissenções ideológicas da Igreja, como na questão do donatismo que, apesar de já condenado no pontificado anterior, se vê de novo discutido, em 316, por iniciativa sua.
Dois anos depois, gerou-se nova agitação doutrinária mais perigosa, com origem na pregação de Ario, sacerdote alexandrino que negava a divindade da segunda Pessoa e, consequentemente, o mistério da Santíssima Trindade. Constantino, inteirado da agitação doutrinária, manda mais uma vez convocar os Bispos do Império para dirimirem a questão. Sabemos pelo Liber Pontificalis, por Eusébio e Santo Atanásio, que o Papa dá o seu acordo, e envia, como representantes seus, Ósio, Bispo de Córdova, acompanhado por dois presbíteros.
Ele, como dignidade suprema, não se imiscuiria nas disputas, reservando-se a aprovação do veredito final. Além disso, não convinha parecer demasiado submisso ao Imperador.
Foi o primeiro Concílio Ecumênico (universal) que reuniu em Niceia, no ano 325, mais de 300 Bispos, com o próprio Imperador a presidir em lugar de honra. Os Padres conciliares não tiveram dificuldade em fazer prevalecer a doutrina recebida dos Apóstolos sobre a divindade de Cristo, proposta energicamente pelo Bispo de Alexandria, Santo Atanásio. A heresia de Ario foi condenada sem hesitação e a ortodoxia trinitária ficou exarada no chamado Símbolo Niceno ou Credo, ratificado por S. Silvestre.
Constantino, satisfeito com a união estabelecida, parte no ano seguinte para as margens do Bósforo onde, em 330, inaugura Constantinopla, a que seria a nova capital do Império, eixo nevrálgico entre o Oriente e o Ocidente, até à sua queda em poder dos turcos otomanos, em 1453.
Data dessa altura a chamada doação constantiniana, mediante a qual o Imperador entrega à Igreja, na pessoa de S. Silvestre, a Domus Faustae, Casa de Fausta, sua esposa, ou palácio imperial de Latrão (residência papal até Leão XI), junto ao qual se ergueria uma grandiosa basílica de cinco naves, dedicada a Cristo Salvador e mais tarde a S. João Batista e S. João Evangelista (futura e atual catedral episcopal de Roma, S. João de Latrão). Mais tarde, doaria igualmente a própria cidade.
Depois de um longo pontificado, cheio de acontecimentos e transformações profundas na vida da Igreja, morre S. Silvestre I no último dia do ano 335, dia em que a Igreja venera a sua memória. Sepultado no cemitério de Priscila, os seus restos mortais seriam transladados por Paulo I (757-767) para a igreja erguida em sua memória.

São Silvestre, rogai por nós!

Eu creio, Senhor, mas aumentai a minha fé!

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Todos os dias, sobre o altar, Jesus renova Seu sacrifício por causa da nossa pobreza, porque somos ainda pouco santos e muito pecadores.
Jesus, em cada celebração da Santa Missa, se apresenta a nós com as mãos e pés chagados e nos diz: “Toquem minhas mãos, toquem meus pés”; da mesma forma fez quando apareceu a Tomé, que não acreditava na ressurreição d’Ele. Jesus chegou mostrando-lhe Suas chagas e dizendo: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo” (Jo 20,27).
Depois dessas palavras, Tomé caiu de joelhos diante de Jesus. Olhando para as chagas de Suas mãos e do Seu lado, disse ao Senhor: “Meu Senhor e meu Deus!”. Jesus acrescentou: “Creste porque me viste. Bem-aventurados os que não viram e creram!” (Jo 20,29).
Isso se refere a nós. Aí está nossa bem-aventurança. Por isso, precisamos professar: “Eu creio, Senhor, mas aumentai a minha fé!”.
Deus abençoe você!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Fonte: http://www.cancaonova.com

PALESTINA INAUGURA EMBAIXADA NO BRASIL

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Brasília, 30 dez (RV) – O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, chegou ao Brasil nesta quarta-feira para participar da cerimônia de posse da presidente eleita Dilma Rousseff. Durante sua estada em Brasília, Abbas aproveitará a ocasião para colocar a pedra fundamental da nova embaixada dos territórios palestinos na capital brasileira. A visita deverá durar quatro dias.
No início do mês, o Brasil reconheceu o Estado Palestino com as fronteiras de 1967. A decisão foi seguida por outros países vizinhos, entre eles a Argentina. Durante a visita, Abbas vai reunir-se com a maioria dos líderes latino-americanos, a fim de garantir o progressivo reconhecimento dos territórios palestinos, em face à estagnação das negociações com Israel.
A independência do Estado Palestino foi declarada unilateralmente pela Organização para Libertação da Palestina em 1988. Ela não é reconhecida pelas Nações Unidas, nem pelas potências ocidentais. Contudo, mais de 100 países consideram a Palestina um Estado, entre os quais os emergentes como Rússia, China, África do Sul, Índia, países árabes e asiáticos.
Em 1993, os acordos de Oslo constituíram a Autoridade Palestina, que controla as principais cidades da Cisjordânia. Israel, no entanto, detém ainda cerca de 60% do território. Em 2005, os israelenses saíram da Faixa de Gaza, governada atualmente pelo Hamas.
As negociações de paz entre israelenses e palestinos, retomadas no começo de setembro, estão paralisadas desde o fim da moratória na construção de assentamentos na Cisjordânia, no final daquele mês.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

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