Testemunhe a vida nova em Deus

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Só pode testemunhar quem realmente tem fatos, quem pode contar o que o Senhor faz. Graças a Deus, podemos apresentar fatos, você pode apresentar o que Deus fez por você. A sua transformação, a mudança que Ele está fazendo na sua vida. Os grandes feitos do Senhor em você, e a partir de você, o que Ele fez com as pessoas que vivem com você, na sua casa, na sua família, no seu grupo, entre os seus colegas, o seu namorado, a sua namorada, o seu noivo… Você pode realmente testemunhar tudo o que o Senhor fez em sua vida.

Deus precisa de testemunhas. E os homens precisam ouvir os fatos levados a efeito por Ele no mundo. Não para que o Senhor seja defendido, mas para que eles se convençam e venham também eles para o Deus vivo e verdadeiro. Você tem o que falar, você tem o que dizer, você tem o que testemunhar.

Tudo aquilo que a imprensa, a rádio e a televisão trazem tem posto Deus lá embaixo, ao desconhecerem Suas leis, ao ignorarem os princípios eternos, ao desvalorizarem a condução do homem pelo Evangelho. Diante disso, é preciso dar testemunho do tipo de vida nova que o Senhor trouxe para nós.

Deus te abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Fonte: http://www.cancaonova.com

BEATO ANCHIETA, MODELO DE CATEQUISTA

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Beato Anchieta

Para marcar o Dia do Catequista, em 28 de agosto, a Diocese de Mogi das Cruzes (SP) promoveu uma série de atividades. Além da solene Eucaristia na Catedral de Sant’Ana, o Beato José de Anchieta foi proclamado padroeiro diocesano dos catequistas.
Para Dom Airton José dos Santos, “este é um importante momento para a Igreja de Mogi das Cruzes porque os catequistas são a alma das paróquias, das pastorais, dos grupos, da animação da vida cristã das comunidades”.
“Os catequistas são pessoas abnegadas, que dedicam boa parte do seu tempo para visitar famílias, fazer a catequese das crianças, jovens e adolescentes e preparam as pessoas para os sacramentos”.
Para Dom Airton, este foi o momento certo para fazer a distribuição do livro que conta a vida e a obra do Beato Anchieta. “Acredito que não existem coincidências, mas existe a presença de Deus nessas coisas” – disse ele, referindo-se ao trabalho de divulgação para a canonização de Anchieta, cujo vice-postulador é o Padre Armênio Rodrigues Nogueira.
Mencionando a última visita “Ad Limina Apostulorum” feita ao Papa Bento XVI no final de 2009, ele definiu o momento como “uma motivação para rezarmos pela canonização do Beato José de Anchieta”.
O Bispo lembrou que pouco tempo depois, a Arquidiocese de São Paulo, através de seu Arcebispo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, lançou uma campanha para tornar o Padre Anchieta mais conhecido e “aqui na Diocese achamos por bem propor Padre José de Anchieta aos catequistas como modelo e exemplo de catequista”.
A celebração fez parte das atividades preparatórias do Ano Jubilar da Diocese de Mogi das Cruzes. Em 2012 completam-se 50 anos da criação da Diocese.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

UMA ESMOLINHA, POR AMOR DE DEUS!

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Seu rosto era um espelho diferente, já que refletia todos os tempos: o passado tinha gravado nele sulcos profundos, denunciadores de dias difíceis e de sofrimento intenso; o futuro era antecipado pela insegurança e pelo medo, estampados em seu olhar; o presente estava sintetizado no movimento de seus lábios, a pedir: “Uma esmolinha, por amor de Deus!”

Uma esmolinha! Qual seria a história desta mulher, quase só pele e ossos, envelhecida tão precocemente? Seria possível reconstituir sua infância? Que sonhos teriam povoado sua juventude? Que histórias teria para nos contar? Depois de tudo o que passou, enfrentou e viveu, o que pensa da vida? O que espera da sociedade?

Não seria possível, agora, fazer-lhe muitas perguntas. O problema que enfrentava era marcado pela urgência, melhor, pela sobrevivência. Não tinha tempo nem condições para considerações sociológicas, filosóficas ou metafísicas. O máximo que poderia fazer seria recordar as repostas que seu pedido tivera ao longo do dia. Não conseguiria, contudo, adivinhar o que não lhe foi dito, mas apenas expresso nos olhares de piedade, indiferença ou repulsa.

Diante de sua pobreza, cada qual se definiu, mesmo que só em pensamento: “Eu não ajudo quem pede esmola”; “Aí está o resultado de uma sociedade estruturada sobre a injustiça”; “Onde está o dinheiro de nossos impostos?”; “Por que o Governo não faz nada por pessoas assim?”; “Meu Deus, que rosto de sofrimento!”; “O que será que posso fazer?” etc.

Conseguimos resgatar espaçonaves perdidas no espaço, obter progressos consideráveis na pesquisas do câncer e desenvolver tipos de sementes adaptadas às condições climáticas de cada região. Novos Lázaros continuam, porém, percorrendo nossas estradas, estendendo suas mãos para matar a fome com o que cai de nossas mesas (cf. Lc 16,19-31).

O que fazemos pelos pobres? Houve épocas que foram dominadas por obras assistenciais. Tratava-se de “dar o peixe” aos necessitados, mesmo porque a fome exige respostas rápidas. Depois, nasceram iniciativas visando a promoção humana; o importante, dizia-se, é “ensinar a pescar”, para evitar a eterna dependência. Descobrimos, porém, que isso já não basta. É toda uma renovação das estruturas de nossa sociedade que se torna necessária, para que o processo de empobrecimento deixe de fabricar novos miseráveis. Enquanto isso, conforme o caso concreto que nos desafia, esta ou aquela atitude poderá ser a mais oportuna.

São muitos os pobres e necessitados que nos cercam. Há pobres no campo econômico: famintos, sem casa ou sem saúde, desempregados, sem meios para viver com dignidade. Há pobres no campo social: marginalizados por inúmeras razões, migrantes, analfabetos. Há pobres na consistência física ou moral: deficientes, alcoólatras, drogados, prostitutas, debilitados psiquicamente. Há pobres de amor: idosos desprezados, crianças abandonadas, prisioneiros, famílias desfeitas ou desagregadas. Há pobres de valores autênticos: escravos do prazer, do dinheiro, do poder.

A mão que se estende em nossa direção é um grito de alerta: alguém, em algum lugar, precisa de nossa ajuda material e de nosso tempo, de nossa dedicação e de nosso amor. Poderemos nos omitir, refugiando-nos em desculpas; ou, então, poderemos nos unir a todos os que se inquietam com os olhares que atravessam o tempo e as distâncias para nos pedir: “Uma esmolinha, por amor de Deus!”

Em nossa cidade, região e Estado, há inúmeras iniciativas em favor de crianças pobres; de mães grávidas abandonadas pelos maridos; de adolescentes que muito cedo são motivo de preocupação; ou de idosos sem família e sem amor. Interessar-se por essas iniciativas ou, inclusive, oferecer-se como voluntário, poderá ser o primeiro passo para a descoberta de novas respostas para os problemas sociais que nos desafiam.

Descobriremos, então, que somos ricos de esperança porque alguém, um dia, estendeu sua mão em nossa direção, levantou-nos e nos acolheu como irmãos, dando-nos dignidade e razões para viver. Não será esta uma indicação para fazermos o mesmo?

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, é arcebispo de São Salvador da Bahia

Fonte: http://www.zenit.org

Pedido para iniciar processo de beatificação de D. Luciano será enviado à Santa Sé

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No último dia 26, uma missa na Catedral de Mariana, presidida pelo arcebispo emérito de Belo Horizonte (MG), cardeal Serafim Fernandes de Araújo, lembrou os cinco anos da morte de dom Luciano Mendes de Almeida, arcebispo de Mariana por 18 anos, de 1988 a 2006. Na ocasião, o arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, anunciou o que já havia antecipado em maio, durante a assembleia geral da CNBB: vai solicitar à Santa Sé autorização para iniciar o processo de beatificação de dom Luciano.

 “Após cinco anos do falecimento de Dom Luciano, comunico oficialmente que, com o apoio dos bispos brasileiros, a arquidiocese de Mariana, iniciará o que é necessário para obter da Sé Apostólica a autorização para dar início ao processo de beatificação do quarto arcebispo de Mariana, dom Luciano Pedro Mendes de Almeida”, disse dom Geraldo.

Dom Luciano morreu no dia 27 de agosto de 2006, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ele é reconhecido por sua inteligência brilhante e atuação firme na defesa dos direitos humanos e cuidado com os mais pobres, tendo sido secretário e presidente da CNBB por dois mandatos consecutivos em cada um dos cargos. Sua fama de santidade já corre entre o povo e seu túmulo, na cripta da catedral de Mariana, é permanentemente visitado pelos fiéis.

O pedido à Santa Sé vai respaldado por mais de 300 bispos que, na assembleia da CNBB, assinaram a petição a ser encaminhada por dom Geraldo à Congregação para a Causa dos Santos solicitando o nihil obstat (nada impede) para iniciar o processo de beatificação.

Uma vez autorizado o pedido, a arquidiocese instaurará um Tribunal Específico para conduzir a causa. O Tribunal ouvirá as pessoas que serão chamadas a depor no processo mediante um questionário elaborado pela própria Santa Sé. “Há todo um ritual e muitas formalidades que são determinadas no procedimento de um processo para a beatificação”, explicou dom Geraldo.

Para dom Geraldo, o atual momento representa, para a arquidiocese de Mariana, a importância de dom Luciano. “Sem desmerecer seus antecessores, dom Luciano tem um significado muito especial, e aqui deixou marcas de extraordinária importância. A atual estrutura pastoral que temos na arquidiocese de Mariana, o dinamismo pastoral que foi aqui implantado, esta abertura para a questão social, a defesa dos direitos humanos e, sobretudo, o serviço aos pobres com tantas obras sociais. Tudo isso, nós agradecemos a dom Luciano”.

Comenda

A Faculdade Arquidiocesana de Mariana realizou, na sexta-feira, 26, o ato solene de outorga da “Comenda Dom Luciano Mendes de Almeida do Mérito Educacional e Responsabilidade Social”.

Foram homenageados o cardeal dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito do São Paulo (SP), ausente por motivo de saúde; o cardeal dom Serafim Fernandes de Araújo, arcebispo emérito de Belo Horizonte (MG); padre Paulo Vicente Ribeiro Nobre, assessor arquidiocesano da Dimensão Catequética da Arquidiocese de Mariana; irmã Carmem Mendes de Carvalho, coordenadora da residência arquiepiscopal durante o episcopado de dom Luciano; irmã Neusa Quirino Simões (Companhia de Maria), ex-secretária de dom Luciano na CNBB e o Núcleo de Apoio aos Toxicômanos e Alcoólatras de Ouro Preto, Grupo NATA.

São Paulo

No domingo, 28, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, inaugurou, na zona leste da cidade, um novo viaduto, que recebeu o nome Viaduto Dom Luciano Mendes de Almeida. O arcebispo, que era carioca, foi bispo auxiliar de São Paulo, na Região Belém, durante 12 anos, de 1976 a 1988. Em São Paulo, ele fundou a Pastoral do Menor, que hoje atua em todo o país, e inaugurou outras obras de atendimento aos pobres.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Lc 4,38-44

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo: Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los. Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus colocava as mãos em cada um deles e os curava. De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus.” Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias. Ao raiar do dia, Jesus saiu, e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo que os deixasse. Mas Jesus disse: “Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades,
porque para isso é que eu fui enviado.” E pregava nas sinagogas da Judéia.
Palavra da Salvação.

São Raimundo Nonato

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Hoje, celebramos a vida do santo que se tornou modelo para todo vocacionado à santidade e ao resgate das almas. Por ter encontrado dificuldades para vir à luz, é invocado como patrono e protetor das parturientes e das parteiras (seu nome significa “não nascido” porque foi extraído vivo das entranhas da mãe já morta). São Raimundo Nonato nasceu na Espanha, em Portel, na diocese de Solsona (próximo a Barcelona) no ano de 1200. Ainda menino, teve de guardar o gado e, durante seus anos de pastor, visitava constantemente uma ermida de São Nicolau, onde se venerava uma imagem de Nossa Senhora de quem era devotíssimo. Conta-se que, durante as horas que passava aos pés de Maria, um anjo lhe guardava o rebanho.
Desde jovem, Raimundo Nonato percebeu sua inclinação à vida religiosa. Seu pai buscou, sem êxito, impedi-lo de corresponder ao chamado vocacional. Ao entrar para a Ordem de Nossa Senhora das Mercês, pôde receber do fundador: São Pedro Nolasco, o hábito. Assim, tornou-se exemplo de ardor na missão de resgatar das mãos dos mouros, os cristãos feito escravos.
Certa vez, São Raimundo conseguiu liderar uma missão que libertou 150 cristãos, porém, quando na Argélia acabaram-se os recursos para o salvamento daqueles que corriam o risco de perderem a vida e a fé, o Missionário e Sacerdote Raimundo, entregou-se no lugar de um dos cristãos. Na prisão, Raimundo pregava para os muçulmanos e cristãos, com tanta Unção que começou a convertê-los e desse modo sofreu muito, pois chegaram ao extremo de perfurarem os seus lábios com um ferro quente, fechando-os com um cadeado.
Foi mais tarde libertado da prisão e retornou à Espanha. São Raimundo Nonato, morreu em Cardona no ano de 1240 gravemente doente. Não aguentou atingir Roma onde o Papa Gregório IX queria São Raimundo como Cardeal e conselheiro.
O seu corpo foi descansar na mesma ermida de São Nicolau em que orava nos seus anos de pastor.

São Raimundo Nonato, rogai por nós!

Bento XVI nomeia novo grão-mestre do Santo Sepulcro

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Dom Edwin Frederick O'Brien

O Papa Bento XVI aceitou a renúncia apresentada pelo Cardeal John Patrick Foley, do encargo de Grão-Mestre da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém e nomeou para a função, Dom Edwin Frederick O’Brien, até o momento arcebispo de Baltimore, nos Estados Unidos.
Dom O’Brien nasceu em Nova Iorque no dia 8 de abril de 1939. Foi ordenado sacerdote em 1965 e sagrado bispo em 1996. Seguiu ainda a carreira de militar ordinário nos Estados Unidos. Em 2007, foi nomeado Arcebispo de Baltimore.
O Cardeal John Patrick Foley, Grão-Mestre da Ordem Equestre do Santo Sepulcro em Jerusalém desde 2007, completou 75 anos no dia 11 de novembro.

Ordem Equestre

As origens da Ordem Equestre do Santo Sepulcro começaram na libertação de Jerusalém por Godofredo de Bouillon, em 1099. Com o desaparecimento do Reino de Jerusalém, a ordem continuou a existir na Europa mantendo os ideiais dos “cavaleiros das cruzadas” de propagarem a fé, defendendo os mais fracos e o amor ao próximo.
Em 1847, Pio IX atualizou a ordem com a promulgação de um novo estatuto, colocado sob a proteção da Santa Sé e do governo Patriarca Latino. Também foi definido o papel da ordem, ou seja, a manutenção da obra do Patriarcado Latino de Jerusalém, mantendo o dever de propagaçao da fé.
Pio XII, em 1949, estabeleceu que a função de Grão-mestre dessa Ordem fosse assumida por um cardeal, indicando ao Patriarca de Jerusalém a prerrogativa de Grão-Prior. O Papa João XXIII, em 1962, e depois Paulo VI, em 1977, deram um maior impulso inserindo no estatuto normas mais precisas para permitir uma ação mais coordenada e eficiente. Em 1996, João Paulo II elevou a dignidade da Ordem: hoje é de fato uma Associação Pública de Fiéis erigida pela Sé Apostólica.
A ordem, hoje, tem como objetivo fortalecer em seus membros a prática da vida cristã e, absoluta fidelidade ao Papa, segundo os ensinamentos da Igreja. Além disso, sustenta e ajuda as obras e as instituições Culturais, Caritativas e Socias da Igreja Católica na Terra Santa, especialmente as do Patriarcado Latino de Jerusalém, com o qual a ordem mantém ligações tradicionais. Promove, enfim, a conservação e propagação da fé naquelas terras e sustenta os direitos da Igreja Católica na Terra Santa.

Fonte: http://www.cancaonova.com

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