Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior – Christo Nihil Praeponere

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Presbíteros e o Reino de Deus

Fonte: http://padrepauloricardo.org

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Últimos dias de Jesus

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Dom Eurico dos Santos Veloso - Arcebispo de juiz de fora-MG

Cada um de nós tem lá suas ideias a respeito de como deve se apresentar e como deve ser tratada uma pessoa importante. Acabamos projetando em Jesus essas concepções. É natural! Faz parte da nossa maneira de entender a vida. Por isso, quando se faz um filme da vida de Cristo, tudo é muito bonito e respeitoso. Até a crucificação é filmada com certa grandiosidade, colorido e iluminação adequada, para solenizar o momento sagrado.
Será que já nos demos conta de que os últimos dias da vida de Jesus não foram exatamente assim? Conseguimos imaginar o Senhor sendo torturado numa delegacia de hoje, sem cenário solene, tratado como “Zé-ninguém”, na crueza do dia a dia da violência humana? Entre a entrada festiva como rei em Jerusalém e o deboche da flagelação e da coroação de espinhos e da inscrição na cruz (Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus), somos levados a pensar: Que tipo de rei o povo queria? E que tipo de rei Jesus, de fato, foi?
O povo ansiava por um Messias, mas cada um o imaginava de um jeito: poderia ser um rei, um guerreiro forte que expulsasse os romanos, um “ungido de Deus”, capaz de resolver tudo com grandes milagres. É verdade que havia também textos que falavam do Messias sofredor, que iria carregar os pecados do povo. Mas essa ideia tão estranha não tinha assim muito apelo. Talvez o povo pensasse como muita gente de hoje: “De sofredor já basta eu! Quero alguém que saiba vencer”.
Deus, como de costume, exagera na surpresa. O Messias, além de não vir alardeando poder, entra na fila dos condenados. Para quem não olhasse a história com os olhos de hoje, não haveria muita diferença entre as três cruzes no alto do Monte Calvário. O processo, a condenação e a execução de Nosso Senhor Jesus Cristo foram uma grande coleção de desrespeitos aos direitos humanos. O julgamento foi rápido, sem provas suficientes, sem direito de defesa. A tortura precede a morte, e a humilhação faz parte da pena.
Como logo depois vem a ressurreição, ascensão, glória etc… esquecemos depressa a imagem de Jesus como servo indefeso, como um judeu sem importância a quem as autoridades mandaram para a morte com aquele pouco caso com que costumam, tantas vezes, ser tratados até hoje os direitos dos pobres, especialmente, quando estes são acusados de algum delito, falso ou verdadeiro. “Este homem era realmente o Filho de Deus”. Esta é a conclusão do centurião que comandou a crucificação. Isso sabemos nós hoje, à distância de mais de dois mil anos, acostumados a honrar Jesus de todas as formas.
Que estranho rei e Filho de Deus é esse que se submete à tortura, que se deixa confundir com os dois ladrões que morrem a Seu lado? Percebemos que Deus está assumindo aí todos os nossos pecados e todas as nossas tragédias? Que está participando do destino de todos os que sofrem, inocentes e culpados? Quem está tomando posição diante da dor humana?
Não basta trazer flores para o crucifixo, louvar a Cristo com ramos bentos, fazer questão de ser chamado de cristão. Será que Jesus se contenta com isso tudo se não tivermos solidariedade com aqueles que hoje são companheiros de cruz de Nosso Senhor e nossos ritos não traduzirem nossa fé?
Estamos já no século XXI. São dois milênios em que nos acostumamos com o Cristo aclamado, nos habituamos com o símbolo da cruz, oramos ao Cristo poderoso nas necessidades. Será que não está na hora de perceber e viver melhor o apelo que nos vem do Filho de Deus, que aceitou ser um judeu sem defesa, a quem os poderosos trataram como um malfeitor?
Precisamos ser, como Jesus, uma Igreja servidora, missionária, evangelizadora e solidária com os que sofrem, compassiva com os caídos, disposta a transformar a injustiça do mundo, confiando mais na força do amor do que no poder.

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo emérito de Juiz de Fora (MG)

Fonte: http://www.cancaonova.com

Papa lembra em mensagem a conversão de Santa Clara

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Por ocasião do Ano Clariano, que começou em 16 de abril do ano passado e vai até 11 de agosto em comemoração à consagração e conversão de Santa Clara de Assis, para o Domingo de Ramos o Papa enviou uma mensagem de reflexão a Dom Domenico Sorrentino, Bispo de Assis.
A mensagem do Papa, que será lida na noite de hoje, é muito aguardada. A leitura será feita na Catedral de São Rufino, durante a celebração das Primeiras Vésperas do Domingo de Ramos, às 19h, antes da procissão à Basílica de Santa Clara e ao Santuário de São Damião.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

PEÇO A DEUS QUE OS ENCORAJE E SUSTENTE COM A SUA FORÇA

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Ao deixar o território cubano depois da visita apostólica, o papa enviou ao presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Ministros, Raúl Modesto Castro Ruz, o seguinte telegrama:

“Ao término da minha viagem apostólica a Cuba, desejo renovar a minha sincera gratidão a sua excelência e às demais autoridades, assim como aos pastores e fiéis desse amado país, pelas inumeráveis mostras de afeto que me dedicaram durante a minha permanência nessas benditas terras, que estão comemorando com alegria os quatrocentos anos do achado e da presença nelas da venerada imagem de Nossa Senhora da Caridade do Cobre.

Asseguro a todos os cubanos uma constante lembrança na oração e peço a Deus que os encoraje e sustente com a sua força, para que eles vejam realizadas suas justas aspirações e seus mais nobres anseios.

Com estes sentimentos e vivos desejos, e como penhor de copiosas graças celestiais, concedo-lhes de coração uma especial bênção apostólica.

Fonte: http://www.zenit.org

Comissão Brasileira Justiça e Paz preocupada com decisão do Superior Tribunal de Justiça

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A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifestou sua perplexidade e preocupação com a decisão da 3ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), tomada na terça-feira, 27, mudando a jurisprudência anterior, que determinava a presunção de violência no crime de estupro contra menor de 14 anos.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB manifesta sua perplexidade e grave preocupação face à decisão da Terceira Seção do Superior Tribunal de JustiçaSTJ, tomada na terça-feira, 27 de março, mudando a jurisprudência anterior, que
determinava a presunção de violência no crime de estupro contra menor de 14 anos. Esta decisão, que confirma a do Tribunal de Justiça de São Paulo-TJSP, determina que nem sempre o ato sexual com adolescentes com menos de 14 anos poderá ser considerado estupro, pode abrir um perigoso precedente quando se sabe de casos de “turismo” e exploração sexual, tristemente presentes no cotidiano de milhares de crianças e adolescentes brasileiras. A decisão da egrégia Corte caminha na contramão de governos, organismos e agências internacionais, universidades e sociedade civil que desenvolvem e aplicam políticas públicas com vistas à superação desta violência contra nossas crianças e adolescentes.
Por sua condição peculiar de desenvolvimento, a criança e o adolescente devem ser protegidos de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Proteger e defender os direitos fundamentais da criança e do adolescente é dever da família, da sociedade e do Estado, como reza a Constituição Federal.

Brasília, 28 de março de 2011.
Pedro Gontijo
Secretário Executivo
Comissão Brasileira Justiça e Paz,
Organismo da CNBB

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Jo 7,1-2.10.25-30

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo:  Jesus andava percorrendo a Galiléia. Evitava andar pela Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo.
Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas. Quando seus irmãos já tinham subido, então também ele subiu para a festa, não publicamente mas sim, como que às escondidas. Alguns habitantes de Jerusalém disseram então: “Não é este a quem procuram matar? Eis que fala em público e nada lhe dizem. Será que, na verdade, as autoridades reconheceram que ele é o Messias? Mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é.” Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e ele foi quem me enviou.” Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora.
Palavra da Salvação.

São Benjamim

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Nasceu no ano de 394 na Pérsia e, ao ser evangelizado, começou a participar da Igreja ao ponto de descobrir sua vocação ao diaconato.
Serviu a Palavra e aos irmãos na caridade, chamando a atenção de muitos para Cristo.
Chegou a ser preso por um ano, sofrendo, e se renunciasse ao nome de Jesus, seria solto. Porém, mesmo na dor, na solidão e na injustiça, ele uniu-se ainda mais ao Cristo crucificado.
Foi solto com a ordem de não falar mais de Jesus para ninguém, o que era impossível, pois sua vida e seu serviço evangelizavam.
Benjamim foi canal para que muitos cegos voltassem a ver, muitos leprosos fossem curados e assim muitos corações duvidosos se abriram a Deus.
Foi novamente preso, levado a público e torturado para que renunciasse à fé. Perguntou então ao rei, se gostaria que algum de seus súditos fosse desleal a ele. Obviamente que o rei disse que não. E assim o diácono disse que assim também ele, não poderia renunciar à sua fé, a seu Rei, Jesus Cristo.
E por não renunciar a Jesus, foi martirizado. Isso no ano de 422.

São Benjamim, rogai por nós!

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