Oxalá pudéssemos nos desapegar das coisas e valorizar mais as pessoas

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MinistroSerá possível que é mais fácil desapegar-se das pessoas do que das coisas? Um pai expulsa o filho de casa, não quer mais vê-lo nunca mais na sua frente, mas diz ao filho: a TV que está no teu quarto você deixa, é minha. Este pai pode viver muito bem sem o filho, mas não sem a TV. Mundo louco este nosso não é mesmo? Você briga com uma pessoa, diz que nunca mais vai falar com ela, mas depois que passa a raiva lembra que ela está te devendo um dinheiro. Telefona para ela e xingando diz: “…e me pague o que deve!”. As coisas são mais importantes do que as pessoas? Quando o poverello de Assis, nosso seráfico pai, Francisco, conheceu frei João, um homem simples que cuidava do campo e ficou sabendo que ele queria entrar para a ordem para assim melhor servir a Deus, ficou muito feliz com a notícia e aconselhou o homem a entregar tudo o que tinha aos pobres. Frei João imediatamente entregou à Francisco um boi que segundo ele era dele de direito, pois era a parte dele na herança do pai. Seus pais não se importaram com o fato de que o filho iria sair de casa e ir morar com os frades. Não se manifestaram abraçando o filho e dizendo que sentiriam saudades, mas começaram a chorar pro causa do boi. Francisco lhes disse: “Não se assustem, eu devolvo o boi e fico com o irmão”. E João era um modelo de simplicidade, imitava Francisco em tudo assim como devemos ser imitadores de Cristo. Frei João não pensou duas vezes em se desfazer do boi para melhor servir a Deus. E nós temos tanta dificuldade em nos desapegarmos não é mesmo? Outro dia fizemos mudança. É sempre trabalhoso o processo da mudança. Encaixotar todas as coisas e depois arrumar tudo na casa nova. Neste processo está incluído o desapego. Selecionar, separar as coisas e doar aquilo que não usamos mais. O grande problema é quando pensamos que vamos usar tudo. Quando não queremos doar nada. Quando estamos tão apegados às nossas coisas que ficamos imaginando que um dia, sabe-se Deus quando, iremos usar aquela coisa, só pra não nos desfazermos dela. Estou planejando trocar de cozinha. Comprar móveis novos, mas o que fazer com os móveis velhos? O que fazer com o fogão e com a geladeira? O mais óbvio seria doar pra uma família que precisa, mas logo vem a tentação de vender, de ganhar algum dinheiro com coisas que não nos servem mais.
Oxalá pudéssemos nos desapegar das coisas e valorizar mais as pessoas e vivendo em simplicidade imitar nosso amado fundador Francisco de Assis que é para nós espelho de perfeição.
Que assim seja, amém. Paz e bem!

Rodrigo Hogendoorn Haimann, ofs

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Homilia Diária

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Fonte: https://padrepauloricardo.org

Legenda dos Três Companheiros

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Capítulo 16 – Da eleição dos primeiros ministros e como foram enviados pelo mundo.

62.
1 Quando se completaram onze anos desde o começo da religião e os frades se haviam multiplicado em número e mérito, elegeram-se ministros e foram enviados com alguns frades pelas diversas províncias do mundo em que a fé católica é cultivada e observada.
2 Eram recebidos em algumas províncias, mas não se lhes permitia construir habitações; de outras eram expulsos na suposição de serem homens infiéis, porque, embora o Senhor Papa Inocêncio III tivesse aprovado a Ordem e a Regra, não as havia ainda confirmado por uma carta sua; por isso os irmãos sofreram muitas tribulações de clérigos e leigos.
3 Por este motivo, os irmãos foram obrigados a fugir de várias províncias, e assim, angustiados e aflitos, e também espoliados e espancados por ladrões, voltaram com grande amargura ao bem-aventurado Francisco.
4 Tinham sofrido isso em quase todas as regiões ultramontanas, como na Alemanha, na Hungria e em outras.
5 Quando isso foi notificado ao referido senhor cardeal, ele convocou o bem-aventurado Francisco e o levou ao senhor Papa Honório, pois o senhor Inocêncio já tinha morrido.
6 E fez com que uma outra regra, composta pelo bem-aventurado Francisco por inspiração de Cristo, fosse solenemente confirmada pelo mesmo senhor Honório, com uma bula pendente.
7 Nesta Regra se prolongou o tempo do capítulo, para facilitar aos irmãos que habitavam em remotas regiões.

63.
1 O bem-aventurado Francisco se propôs também a pedir ao Senhor Papa Honório um dos cardeais da Igreja Romana que fosse como o papa de sua Ordem: o Senhor Bispo de Óstia, ao qual os irmãos pudessem recorrer em suas necessidades.
2 De fato o bem-aventurado Francisco tivera uma visão que pode tê-lo induzido a pedir um cardeal e colocar a Ordem sob a proteção da Igreja Romana.
3 Pois vira uma galinha pequena e preta com as pernas emplumadas, e as patas como as de uma pomba doméstica, com tantos pintinhos que não podia juntar a todos debaixo das asas, mas os que ficavam fora andavam ao redor da galinha.
4 Acordando, pôs-se a pensar sobre o significado da visão, e logo, pelo Espírito Santo, soube que estava representado simbolicamente por aquela galinha, e disse:
5 “Eu sou essa galinha, pequeno de estatura e negro por natureza, que tenho que ser simples como uma pomba e voar para o céu com os afetos alados.
6 O Senhor, por sua misericórdia, deu-me e dar-me-á muitos filhos, que não poderei proteger só com minha força.
7 Portanto, é necessário que os recomende à santa Igreja, que os proteja à sombra de suas asas e os governe.

64.
1 Poucos anos depois desta visão, foi a Roma e visitou o Senhor Bispo de Óstia. Este ordenou-lhe que na manhã seguinte fosse com ele à Cúria, pois desejava que fizesse uma pregação diante do senhor Papa e dos cardeais e lhes recomendasse, devota e afetuosamente, sua Ordem.
2 Embora o bem-aventurado Francisco se escusasse, dizendo que era simples e ignorante, teve que ir com ele à Cúria.
3 Quando o bem-aventurado Francisco se apresentou diante do Senhor Papa e dos cardeais, foi visto por eles com grande alegria. Levantou-se e pregou-lhes como havia sido instruído unicamente por inspiração do Espírito Santo.
4 Terminada a pregação, recomendou sua religião ao senhor Papa e a todos os cardeais.
5 O senhor Papa e os cardeais ficaram enormemente edificados com a sua pregação e suas entranhas se moveram mais afetuosamente ao amor da religião.

65.
1 Em seguida disse o bem-aventurado Francisco ao Sumo Pontífice: “Senhor, compadeço-me de vós pela solicitude e trabalho contínuo com que deveis velar sobre a Igreja de Deus, e muito me envergonho que tenhais tanta preocupação e solicitude por nós, irmãos menores.
2 De fato, enquanto muitos nobres e ricos e numerosos religiosos não podem chegar a vós, grande deve ser o nosso receio e vergonha, pois que somos os mais pobres e desprezíveis entre todos os religiosos, já não digo por comparecer perante vós, mas por estar à vossa porta e ter a presunção de bater ao tabernáculo da fortaleza dos cristãos.
3 Portanto, suplico humilde e devotamente a Vossa Santidade que vos digneis conceder-nos o Senhor Bispo de Óstia como pai, para que os irmãos possam recorrer a ele no tempo da necessidade, salva sempre a preeminência de vossa dignidade”.
4 Este pedido agradou ao Senhor Papa, que concedeu ao bem-aventurado Francisco o Senhor Bispo de Óstia, instituindo-o sobre a sua religião como digníssimo protetor.

66.
1 Este, recebendo o mandato do Senhor Papa, estendeu a mão como um bom protetor para defender os frades, escrevendo a muitos prelados que tinham feito perseguição aos frades para que não fossem mais contrários a eles,
2 mas antes lhes dessem conselho e auxílio para pregar e morar em suas províncias, como a bons e santos religiosos aprovados pela autoridade da Sé Apostólica.
3 Da mesma forma, muitos outros cardeais escreveram cartas com o mesmo objetivo.
4 Por isso, no capítulo seguinte o bem-aventurado Francisco concedeu licença aos ministros para receberem irmãos na Ordem e enviou-os às mencionadas províncias, levando cartas dos cardeais juntamente com a Regra confirmada pela bula apostólica.
5 Vendo tudo isto e conhecendo os testemunhos dados pelos irmãos, os prelados liberalmente concederam-lhes edificar, morar e pregar em suas províncias.
6 Assim, com os frades morando e pregando naquelas províncias, muitos, vendo seu comportamento humilde e santo, e ouvindo suas palavras dulcíssimas que moviam e inflamavam as mentes para o amor de Deus e para fazer penitência, vieram a eles,
7 e receberam o hábito de sua santa religião, com fervor e humildade.

67.
1 Ao ver o bem-aventurado Francisco a confiança e o amor que o Senhor Bispo de Óstia tinha para com os irmãos, amava-o afetuosamente de todo coração.
2 E como por prévia revelação de Deus sabia que ele seria sumo pontífice, sempre lhe prenunciava isso nas cartas que lhe escrevia, chamando-o pai de todo o mundo.
3 Pois assim lhe escrevia: “Ao venerável em Cristo, Pai do mundo inteiro, etc…”
4 Pouco tempo depois, tendo morrido o Senhor Papa Honório III, o Senhor de Óstia foi eleito Sumo Pontífice, chamado Gregório IX, o qual até o fim da vida foi o principal benfeitor e defensor dos irmãos e dos outros religiosos, especialmente dos pobres de Cristo.
6 Por isso se crê, não sem razões, que tenha sido acolhido entre os santos.

Visita de Padre iraquiano ao Brasil chamou atenção para o drama dos cristãos perseguidos

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01A realidade dos cristãos perseguidos no Oriente Médio esteve mais próxima dos brasileiros que tiveram a oportunidade de ouvir o testemunho de Padre Douglas Bazi, o qual esteve em visita ao Rio de Janeiro e São Paulo entre os dias 23 e 26. O sacerdote iraquiano veio ao Brasil a convite da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
Segundo o Diretor da AIS-Brasil, Valter Callegari, “a vinda do Padre Douglas para o Brasil teve o propósito de chamar atenção para o drama vivido pelos cristãos no Oriente Médio, onde a perseguição religiosa provoca um verdadeiro genocídio”.
Padre Douglas Bazi foi vítima do Estado Islâmico (ISIS). Ele foi sequestrado, torturado e atualmente cuida de mais de 100 famílias no campo de refugiados em Erbil, no norte do Iraque.
Em entrevista à ACI Digital, Callegari declarou que “o testemunho de quem já foi sequestrado e torturado, sofreu atentados e hoje cuida de um campo de refugiados no norte do Iraque traz à tona uma realidade distante da dos brasileiros e é ao mesmo tempo um convite para uma ação concreta”.
“O Brasil possui inúmeras dificuldades, mas não sabe o que é ser perseguido por causa da sua fé. Por isso, o testemunho que o Pe. Douglas deu em sua passagem pelo Brasil aproxima o brasileiro de um assunto distante dele, mas que cresce em grande escala pelo mundo”, disse ao observa que “nunca houve tantos refugiados no mundo como se tem hoje, e em muitos casos, isso vem ocorrendo por causa da fé expressada”.
Em sua passagem pelo Brasil, o sacerdote iraquiano participou de oração e testemunho na Igreja de São José da Lagoa, no Rio de Janeiro, e presidiu a Santa Missa dominical no Cristo Redentor.
Fazendo referência às palavras do próprio Pe. Bazi, o Diretor da AIS-Brasil recorda que sacerdote deixou o seguinte recado: “Eu estou aqui para falar sobre o que está acontecendo com meu povo, eu estou aqui representando meu povo para dizer que o apoio dos brasileiros, por meio da Ajuda à Igreja que Sofre, não possibilita apenas que os cristãos iraquianos possam ter novamente uma vida normal, mas também de termos a esperança de um futuro para a nosso povo”.
A AIS é uma grande parceira do trabalho de Padre Douglas junto aos refugiados no Iraque. Segundo o Diretor, a Fundação Pontifícia tem ajudado desde o início “com moradia, escolas, alimentação e tudo mais que se faz necessário”
“Por isso – explicou –, a presença de um padre iraquiano, tão distante da nossa realidade, representa por si só uma importante realização para o trabalho que a AIS desenvolve, que tem como objetivo final arrecadar, informar, divulgar e promover as ações da Fundação no Brasil e no mundo”.
Durante os dias em que esteve no Brasil, ao partilhar sua experiência, Padre Douglas Bazi recordou fatos marcantes do período em que esteve sequestrado.
Para Callegari, “a descrição dos nove dias em que esteve sequestrado foi muito marcante, quando ficou sem beber água por cinco dias, teve o nariz quebrado por uma joelhada, quebraram os dentes a martelada e o corpo queimado por bitucas de cigarro expressaram a dor física, mas o comovente foi a força espiritual que ele transmitiu ao passar por isso, rezando o rosário com os elos da corrente de sua algema, e das conversas que tinha com os sequestradores”.
“Ele contou que os sequestradores se dividiam em grupos e em turnos para vigiá-lo. O grupo de dia era mais agressivo, mas com o passar dos dias ficou mais próximo do Padre chegando até a pedir conselhos de vida, de como resolver situação de brigas com as esposas”, relata.
Segundo Callegari, Pe. Bazi contou ainda que “os sequestradores que ficavam de noite possuíam um outro nível intelectual, com conversas voltadas aos objetivos da sua captura”. Mesmo assim, “o Padre ensinou o seguinte a eles: ‘vocês me chamam de inimigo, mas não fui eu que capturei vocês. Na verdade, o inimigo são vocês, afinal vocês me capturaram. Eu não tenho qualquer problema com vocês, mas vocês me acham um problema’”.
Diante desses relatos que foram ouvidos por alguns brasileiros, Valter Callegari declara que as palavras de Pe. Douglas Bazi expressam o que foi esta oportunidade.
“Nós somos partes de um mesmo corpo, a minha parte agora está sofrendo. O que eu pergunto é o que podemos fazer para parar de uma vez o sofrimento do meu povo. Estou aqui para lhes oferecer três palavras: reze por nós, nos ajude e nos salve. Quando vocês rezam, nós sentimos que não estamos sozinhos; nos ajudando vocês permitem que sobrevivemos; nos salvando, vocês nos dão um futuro. Eu estou pedindo isto para os brasileiros e acredito que eles têm um grande coração. Digo para vocês: ajam e salvem meu povo!”, disse o padre iraquiano em sua visita.

Fonte: http://www.acidigital.com

Dom Alberto convoca Arquidiocese a rezar pela paz

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Dom Alberto Taveira

Dom Alberto Taveira

Cristo é a nossa paz! Ano da paz! Cultura da Paz, Cultura do Encontro! A Igreja tem repetido incansavelmente estas palavras, sonhando com a paz entre pessoas e famílias, a paz social e a paz entre as nações. Entretanto, espalha-se por toda parte uma grande onda de violência, que faz o mundo contemplar multidões de refugiados e exilados, pessoas que perderam tudo e são teimosas na esperança, desejosas de encontrar acolhida. Entre nós, a violência da miséria e do desemprego, a escandalosa e violenta desigualdade social! Somos também teimosos na esperança!
Bem perto de nossas casas, em nossa Grande Belém, estamos assistindo terrificados a luta urbana que se espalha! Alguém precisa pelo menos dizer que os homens e mulheres de boa vontade não concordam com o que acontece. As várias partes envolvidas, criminosos, assassinos, ladrões, de um lado, de outra parte os órgãos de segurança, que respondem com truculência e violência, contribuindo para que a espiral da insegurança se amplie mais ainda. Diante de Deus, em nome de Deus e do povo, dizemos que basta!
Apelamos às autoridades para que empenhem todas as suas forças para que a sociedade tenha mais paz e tranquilidade. Os cidadãos e cidadãs têm direito a conduzir sua vida e seu trabalho em paz.
A Arquidiocese de Belém, especialmente através de suas pastorais sociais, coloca-se à disposição para contribuir, naquilo que for necessário, para a superação do presente clima de agressão, violência, desprezo à vida das pessoas.
Todas as nossas Paróquias e Comunidades, até o Domingo, Festa de Todos os Santos, incluam nas intenções de todas as missas a súplica confiante ao Senhor pela paz e a superação da violência.
Estamos convictos de que a paz na terra aos homens e mulheres amados por Deus só virá quando o Senhor for glorificado! “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados”.

Dom Alberto Taveira Corrêa – Arcebispo Metropolitano de Belém
Dom Irineu Roman – Bispo Auxiliar de Belém

Intenções do Santo Padre para o mês de novembro

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01O Santo Padre pede ao Apostolado da Oração para rezar, neste mês de novembro, pelas seguintes intenções:
Universal: “Para que nos abramos ao encontro pessoal e ao diálogo com todos, também com aqueles que pensam de modo diferente”.
Evangelização: “Para que os pastores da Igreja, com profundo amor ao seu rebanho, acompanhem o seu caminho e animem a sua esperança”.

Fonte: http://br.radiovaticana.va

Casamento gay. A Europa condena a Itália

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01O Governo italiano não interpôs recurso contra a sentença do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem “Oliari e outros contra a Itália”, de 21 de julho de 2015, que condenou a Itália por não reconhecer as uniões homossexuais. O prazo para o recurso expirou no dia 21 de Outubro e a sentença tornou-se, agora, definitiva.
“Trata-se – disse em um comunicado o advogado Giancarlo Cerrelli, secretário nacional dos Comitês Sim à família e o sociólogo de Turin, Massimo Introvigne, vice-responsável nacional de Aliança Católica e presidente dos Comitês – de uma decisão incompreensível, que, dentre outras, tem como consequência o dever da Itália de pagar imediatamente a multa aplicada pela Corte, em detrimento dos contribuintes. Os Estados apelam quase sempre às sentenças da Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e a escolha do atual governo Renzi é claramente ideológica e mostra de qual lado ele está”.
“No entanto – continuam Cerrelli e Introvigne – perante interpretações aberrantes da sentença Oliari devemos sempre lembrar que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos não obrigou a Itália a aprovar leis como a Cirinna, que igualam as uniões homossexuais aos matrimônios. Afirma que os Estados Europeus devem reconhecer os ‘direitos fundamentais’ dos conviventes homossexuais mas, na linha deste reconhecimento deixa plena liberdade a cada Estado. E a sentença afirma explicitamente que não há nenhuma obrigação de incluir neste reconhecimento a adoção”.

Fonte: http://www.zenit.org

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