Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior – Christo Nihil Praeponere

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Culto aos santos e suas imagens

Fonte: http://padrepauloricardo.org

Mais de 2,5 milhões de fiéis se encontraram com o Papa este ano

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Neste ano mais de 2,5 milhões (aproximadamente 2.553.800) de fiéis participaram das diversas audiências e encontros com o Papa Bento XVI no Vaticano e em Castel Gandolfo. Os dados são da Prefeitura da Casa Pontificia.

Foram 400 mil fiéis presentes nas audiências gerais das quartas-feiras, 101.800 pessoas foram recebidas pelo Papa em audiências particulares, 846 mil em celebrações liturgicas, e nas orações do Angelus e Regina Coeli foram 1.206 mil.

Estes são números aproximados. Em comunicado, a Prefeitura da Casa Pontifícia explica que os dados foram coletados a partir da cotagem da distribuição dos bilhetes e uma contagem aproximada pela ocupação da área nos grandes eventos na Praça de São Pedro.

Um grande evento que reuniu milhares de pessoas este ano foi a beatificação de João Paulo II. Os dados mostra um crescimento na participação em referência aos últimos três anos.

O comunicado esclarece também que foram contabilizadas apenas as participações de fiéis nos encontros no Vaticano e em Castel Gandolfo, sem contabilizar outros grandes eventos vividos pelo Pontífice este ano, como as viagens apostólicas internacional e mesmo dentro da Itália.

Fonte: http://www.cancaonova.com

“A vós, ó Deus”: o significado do Te Deum

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No último dia do ano, o Papa Bento XVI preside as primeiras Vésperas da Solenidade de Santa Maria Santíssima Mãe de Deus na Basílica de São Pedro, no final da tarde. Em seguida, o Santíssimo Sacramento é exposto, canta-se o hino do Te Deum de agradecimento e o Pontífice concede a Benção Eucarística.
Te Deum é um hino litúrgico tradicional, e seu texto foi musicado por vários compositores, entre eles Wolfgang Amadeus Mozart, Franz Joseph Haydn, Hector Berlioz, Anton Bruckner, Antonín Dvorák, e até o imperador Pedro I do Brasil.
Como surgiu o Te Deum? Qual o seu significado? Quem responde é Dom José Palmeiro, abade emérito do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro.
“É um hino muito antigo, alguns atribuem até a Santo Ambrosio, Santo Agostinho, não é certo, mas já no século VI, São Bento mencionou o Te Deus. É um hino de louvor a Deus, de agradecimento. Este nome vem por causa das palavras iniciais, Te Deum laudamos, “a vós ó Deus louvamos”, e tem um sentido trinitário porque menciona três pessoas, fazendo com que nós nos unamos aos anjos quando dizem “A Ti todos os Anjos, a Ti os céus, e todas as potestades, a Ti os querubins e os serafins aclamam”.
“Então nos unimos à aclamação dos anjos a Deus, “Santo santo santo” – como na missa. É uma melodia muito bonita. Com este canto, também pedimos que venhas em socorro de teus servos. “Faze que com os teus santos sejamos levados à glória eterna”.
“Aqui no mosteiro nós cantamos na noite do dia 31, no final da vigília. Não é popular como já o foi. Antigamente era comum; por exemplo, na história do Brasil, vemos que Dom João VI chegou ao Brasil e logo após desembarcar foi para a catedral e lá houve o canto do Ter Deum. Dom Pedro, I Dom Pedro II visitavam as cidades e eram recebidos com o canto do Te Deum. Não se celebravam missas, mas o Te Deum. Era incrementado por uma homilia, por algum canto, por uma celebração litúrgica. Isso no século XIX, depois se perdeu. Hoje em dia é prescrito para o Ofício Divino aos domingos e festas e solenidades; é o equivalente ao Glória da Missa. Há uns anos atrás, Paulo VI e JPII iam à igreja dos jesuítas, Igreja do Jesus, em Roma, no último dia do ano e dirigiam o Te Deum. Muitas vezes o Te Deum se faz durante a exposição do Santíssimo Sacramento”.

Segue a tradução em português do texto original do Te Deum:

A VÓS, Ó DEUS

A Vós, ó Deus, louvamos e por Senhor nosso Vos confessamos.
A Vós, ó Eterno Pai, reverencia e adora toda a Terra.
A Vós, todos os Anjos, a Vós, os Céus e todas as Potestades;
A Vós, os Querubins e Serafins com incessantes vozes proclamam:
Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos!
Os Céus e a Terra estão cheios da vossa glória e majestade.
A Vós, o glorioso coro dos Apóstolos,
A Vós, a respeitável assembleia dos Profetas,
A Vós, o brilhante exército dos mártires engrandece com louvores!
A Vós, Eterno Pai, Deus de imensa majestade,
Ao Vosso verdadeiro e único Filho,
digno objeto das nossa a adorações,
Do mesmo modo ao Espírito Santo, nosso consolador e advogado.
Vós sois o Rei da Glória, ó meu Senhor Jesus Cristo!
Vós sois Filho sempiterno do vosso Pai Omnipotente!
Vós, para vos unirdes ao homem e o resgatardes
não Vos dignastes de entrar no casto seio duma Virgem!
Vós, vencedor do estímulo da morte,
abristes aos fiéis o Reino dos Céus,
Vós estais sentado à direita de Deus,
no glorioso trono do vosso Pai!
Nós cremos e confessamos firmemente
que de lá haveis de vir a julgar no fim do mundo.
A Vós portanto rogamos que socorrais os vossos servos
a quem remistes como vosso preciosíssimo Sangue.
Fazei que sejamos contados na eterna glória,
entre o número dos vossos Santos.
Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança,
E regei-os e exaltai-os eternamente para maior glória vossa.
Todos os dias Vos bendizemos
E esperamos glorificar o vosso nome agora e por todos os séculos.
Dignai-Vos, Senhor, conservar-nos neste dia
e sempre sem pecado.
Tende compaixão de nós, Senhor,
compadecei-Vos de nós, miseráveis.
Derramai sobre nós, Senhor, a vossa misericórdia,
pois em Vós colocamos toda a nossa esperança.
Em Vós, Senhor, esperei, não serei confundido.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

A IGREJA NA ÍNDIA APOIA NOVAS MEDIDAS DE LEI

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A primeira medida a ser aprovada é contra a corrupção no sistema público e a segunda visa garantir a segurança alimentar no país.

Em nota enviada à Agência Fides, o arcebispo de Déhli, Dom Vincent Concessao, elogiou o governo, e definiu as medidas de lei como “um passo na justa direção”, que gera “grande alivio para mim, pessoalmente, pela Igreja, as ONGs e todos os que trabalham para assegurar o sustento necessário a milhões de homens, mulheres e crianças indianas.”

A respeito do projeto de lei sobre a segurança alimentar o Bispo disse que “Deus quer que os recursos do mundo sejam adequadamente divididos por todos os habitantes do planeta” e o “passo do governo é uma tentativa de realizar o que Deus quer para todos” e prosseguiu, “a Bíblia diz claramente que a preferência de Deus é sempre para os pobres.”

De acordo com a Fides, A Igreja indiana reitera “a transparência, a moralidade na vida pública e privada, a luta à corrupção, estão no DNA do compromisso social de todos os cristãos.”

Fonte: http://www.zenit.org

Jovens de Santa Catarina realizam o Jesus no Litoral

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O Balneário Arroio do Silva, no litoral sul catarinense, foi tomado por cerca de 400 jovens missionários do Movimento Jovem da Renovação Carismática Católica, para a terceira edição catarinense do projeto Jesus no Litoral.

Desde quinta-feira (29), até o domingo (01) os jovens participam de uma programação extensa de formação, oração e missão. No primeiro dia aconteceu um “arrastão” na praia, quando os missionários cantaram e evangelizaram nas ruas e na areia da praia. No fim do dia, na missa com Dom Jacinto Flach, bispo diocesano de Criciúma, foi feito o envio para a missão, que teve início nesta sexta-feira (30).

Os missionários farão missões nas casas na parte da manhã, e na praia durante a tarde. Durante o dia também acontece o “Cristo Fitness”, com alongamento e dança, na beira da praia. Por sua vez, o sábado também será dia de missão, na praia e nas casas dos moradores do município, sendo que durante a noite terá a “Missa da Virada”, realizada na praia do Balneário Arrio do Silva, seguindo com o “Evangeliza Show”. Já para domingo (01), a programação aponta a ida dos missionários para o Balneário Rincão, onde realizarão um arrastão e o encerramento do evento.

Segundo o coordenador do Ministério Jovem da RCC de Santa Catarina, Maikel Ronqui, é um grande desafio evangelizar em Arroio do Silva, pois boa parte da comunidade ainda não conhece o projeto. “A cidade é pequena e, nessa época do ano, fica cheia de veranistas, o que torna a responsabilidade ainda maior”, afirma.

O Jesus no Litoral exige muito da capacidade física dos missionários. São quilômetros andados sob sol forte, músicas cantadas a toda voz, muita alegria para motivar e contagiar as pessoas que receberão a palavra de Deus. Além de decorar o querigma, ainda é preciso fazer sobrar energia para as conversas, partilhas e animações.

De acordo com dom Jacinto, a juventude é de grande importância para Deus e a Igreja os olha com todo carinho, valorizando toda essa criatividade, alegria e o coração aberto. “No evangelho tem uma passagem que conta a respeito do dia em que Jesus olhou para um jovem e pediu para que O seguisse, porém ele teve medo. Mas hoje, eles não temem e se entregam a causa de Deus”, explica.

O projeto Jesus no Litoral que está na sua terceira edição no estado catarinense acaba neste próximo domingo, e é uma iniciativa que demonstra os caminhos da nova evangelização.

Evangelho – Jo 1,1-18

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Surgiu um homem enviado por Deus; Seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse:
O que vem depois de mim passou à minha frente,  porque ele existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.
Palavra da Salvação.

São Silvestre I

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Este Papa dos inícios da nossa Igreja era um homem piedoso e santo, mas de personalidade pouco marcada. São Silvestre I apagou-se ao lado de um Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais que servi-lo se terá antes servido dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro Bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebe o nome de Isapóstolo, isto é, igual aos apóstolos.
E na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios Bispos, o Bispo dos Bispos,com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político.
E talvez São Silvestre, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ainda estava muito viva a lembrança dos horrores por que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e São Silvestre, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, terá preferido agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência.
Constantino terá certamente exorbitado. Mas isso ter-se-á devido ao desejo de manter a paz no Império, ameaçada por dissenções ideológicas da Igreja, como na questão do donatismo que, apesar de já condenado no pontificado anterior, se vê de novo discutido, em 316, por iniciativa sua.
Dois anos depois, gerou-se nova agitação doutrinária mais perigosa, com origem na pregação de Ario, sacerdote alexandrino que negava a divindade da segunda Pessoa e, consequentemente, o mistério da Santíssima Trindade. Constantino, inteirado da agitação doutrinária, manda mais uma vez convocar os Bispos do Império para dirimirem a questão. Sabemos pelo Liber Pontificalis, por Eusébio e Santo Atanásio, que o Papa dá o seu acordo, e envia, como representantes seus, Ósio, Bispo de Córdova, acompanhado por dois presbíteros.
Ele, como dignidade suprema, não se imiscuiria nas disputas, reservando-se a aprovação do veredito final. Além disso, não convinha parecer demasiado submisso ao Imperador.
Foi o primeiro Concílio Ecumênico (universal) que reuniu em Niceia, no ano 325, mais de 300 Bispos, com o próprio Imperador a presidir em lugar de honra. Os Padres conciliares não tiveram dificuldade em fazer prevalecer a doutrina recebida dos Apóstolos sobre a divindade de Cristo, proposta energicamente pelo Bispo de Alexandria, Santo Atanásio. A heresia de Ario foi condenada sem hesitação e a ortodoxia trinitária ficou exarada no chamado Símbolo Niceno ou Credo, ratificado por S. Silvestre.
Constantino, satisfeito com a união estabelecida, parte no ano seguinte para as margens do Bósforo onde, em 330, inaugura Constantinopla, a que seria a nova capital do Império, eixo nevrálgico entre o Oriente e o Ocidente, até à sua queda em poder dos turcos otomanos, em 1453.
Data dessa altura a chamada doação constantiniana, mediante a qual o Imperador entrega à Igreja, na pessoa de S. Silvestre, a Domus Faustae, Casa de Fausta, sua esposa, ou palácio imperial de Latrão (residência papal até Leão XI), junto ao qual se ergueria uma grandiosa basílica de cinco naves, dedicada a Cristo Salvador e mais tarde a S. João Batista e S. João Evangelista (futura e atual catedral episcopal de Roma, S. João de Latrão). Mais tarde, doaria igualmente a própria cidade.
Depois de um longo pontificado, cheio de acontecimentos e transformações profundas na vida da Igreja, morre S. Silvestre I no último dia do ano 335, dia em que a Igreja venera a sua memória. Sepultado no cemitério de Priscila, os seus restos mortais seriam transladados por Paulo I (757-767) para a igreja erguida em sua memória.

São Silvestre, rogai por nós!

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