Programa Paz e Bem

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Ouça aqui o programa Paz e Bem que foi ao ar pela Rádio Conceição Fm 105,9 no dia 22 de Maio de 2012.

Tv Franciscanos-Nossa Família, Nossa Vida IV – Família:um conjunto de experiências e histórias.

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Tv Franciscanos I Nossa Família, Nossa Vida
Capítulo IV – Família: um conjunto de experiências e histórias
Programa semanal com Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM.
Série de reflexões sobre o tema Família

Fonte: http://www.pvf.com.br

Guardar a castidade nos pensamentos e nos desejos

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Não cobiçaras a casa de teu próximo, não desejarás sua mulher, nem seu servo, nem sua serva, nem seu boi, nem seu jumento, nem coisa alguma que pertença a teu próximo (Ex 20,17). Todo aquele que olha para uma mulher com o desejo libidinoso à cometeu adultério com ela em seu coração (Mt 5,28).
O Nono Mandamento exige vencer a concupiscência carnal nos pensamentos e nos desejos. A luta contra a concupiscência passa pela purificação do coração e pela prática da virtude da temperança. São João distingue três espécies de cobiça ou concupiscência: a da carne, a dos olhos e a soberba da vida.
O Catecismo da Igreja Católica nos ensina, no número 2514, que concupiscência significa qualquer forma veemente de desejo humano. São Paulo a identifica com a revolta que a “carne” provoca contra o “espírito” (cf. Gl 5,16.17.24). O Nono Mandamento não se dirige contra o desejo em si, mas contra os desejos desordenados. Portanto, este proíbe cultivar pensamentos e desejos relativos às ações proibidas pelo Sexto Mandamento – Não cometer o adultério.
A atração erótica entre um homem e uma mulher foi criada por Deus e é, consequentemente, boa, pertence ao ser humano. Ela procura unir o homem e a mulher, fazendo nascer deles a descendência do seu amor. Esta união deve ser protegida pelo Nono Mandamento. Jogando com o fogo, isto é, lidando negligentemente com a crepitação erótica entre o homem e a mulher, podem ser colocados em risco o casamento e a família, afirma o Catecismo Jovem – Youcat (462).
A pureza de coração é o objetivo deste mandamento; para conquistá-la é necessário que o batizado conte com a graça de Deus e lute contra os desejos desordenados, chegando à pureza do coração mediante a virtude e o dom da castidade, tendo a pureza de intenção e do olhar exterior e interior, procurando tudo isso por intermédio da disciplina dos sentidos e da imaginação e pela oração.
A pureza exige o pudor, que, ao preservar a intimidade da pessoa, exprime a delicadeza da castidade e orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e da sua comunhão. Ela liberta do erotismo difuso e afasta de tudo aquilo que favorece a curiosidade mórbida. Requer uma purificação do ambiente social, mediante uma luta constante contra a permissividade dos costumes, que assenta numa concepção errônea da liberdade humana.
O pudor protege o espaço íntimo da pessoa, isto é, o seu mistério, o que tem de mais próprio e interior: a sua dignidade. Acima de tudo, defende a sua capacidade para o amor e a entrega erótica. Ele remete ao que deve ser amor.
Muitos cristãos vivem num ambiente em que o sentimento do pudor é desaprendido. Mas a impudência não é humana. Os animais não conhecem sentimentos de pudor, pelo contrário, no ser humano, é um distintivo essencial. O pudor não esconde uma coisa sem valor, mas protege algo valioso, isto é, a dignidade da pessoa na sua capacidade para amar.
O sentimento de pudor encontra-se em todas as culturas, ainda que sob diferentes formas. Não tem nada a ver com beatice ou educação frustrada. O ser humano também tem vergonha dos seus pecados e de outras coisas cuja divulgação o rebaixariam. Quem, mediante palavras, olhar, gestos e atos, fere o sentimento de pudor natural de outra pessoa rouba-lhe a dignidade, segundo o Catecismo Jovem – Youcat (464).
Portanto, fazei morrer o que em vós é terreno: imoralidade, impureza, paixões, maus desejos e avareza, que é uma idolatria (Cl 3,5). Esta é a ordem de Deus expressa nesse mandamento, o Senhor deseja que o homem viva uma vida casta e pura, valorizando-se e respeitando o outro, por meio da castidade em atos, pensamentos e palavras, pois, quando nos dedicamos ao Altíssimo com o intuito puro, Ele transforma o nosso coração, dá-nos a força necessária para correspondermos à Sua vontade e para nos afastarmos de pensamentos e desejos impuros.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Comitê Organizador da JMJ Rio2013 anuncia os locais de encontro do Papa com os jovens

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Nesta sexta-feira, dia 1º de junho, o presidente do Comitê Organizador Local (COL) e arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta, anunciará os locais onde o papa Bento XVI estará por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho de 2013, na Cidade Maravilhosa.

O anúncio será feito na coletiva de imprensa agendada para as 9h30, na sede da arquidiocese, no bairro da Glória.

Durante a semana da JMJ Rio2013, entre as atividades programadas estão os chamados atos centrais, em que milhões de jovens de todo as partes do mundo se encontram para expressar sua fé e viver a fraternidade.

A Jornada tem início com a missa de abertura (dia 23 de julho, terça-feira), presidida pelo arcebispo do Rio de Janeiro. Na ocasião, dom Orani dará as boas-vindas aos peregrinos que estarão chegando à cidade.

A cerimônia de acolhida do papa Bento XVI está prevista para quinta-feira, quando os peregrinos participam de uma grande festa de saudação ao pontífice em sua chegada à cidade-sede do evento.

A Via-Sacra acontece na sexta-feira também com a presença de Bento XVI que junto aos jovens faz o percurso das estações da crucificação e morte de Jesus.

Para a vigília e missa de envio com o papa, os jovens se reúnem desde a tarde de sábado até a manhã de domingo, quando se encerrará a Jornada (28 de julho de 2013).

Após a Missa de Envio os jovens permanecerão no local para um show artístico que fará parte de um DVD gravado ao vivo, com transmissão para todo o mundo.

Na última edição da JMJ, que aconteceu em agosto de 2011, em Madri, na Espanha, foram cerca de dois milhões de jovens representando mais de 190 países.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Audiência Geral: Papa fala sobre oração, sismo e ilações da mídia

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Fiéis e peregrinos de diversas partes do mundo lotaram a Praça S. Pedro nesta quarta-feira de sol para a Audiência Geral.
Bento XVI prosseguiu suas catequeses sobre o tema da oração, falando em especial das Cartas de São Paulo.
Para o Apóstolo Paulo, a oração é um reencontro pessoal com o Senhor. As tribulações nada podem contra aquele que é amparado pela graça divina. São Paulo é um exemplo exímio dessa proximidade de Deus, seja nas provas que teve que suportar, seja na força e no valor que o Senhor lhe infundiu para enfrentá-las. “O consolo do qual o Apóstolo nos fala não é um mero lenitivo à dor, mas um estímulo para que não nos deixemos vencer pelas dificuldades.”
Unidos a Cristo nas fadigas que Ele carrega sobre si, não somente somos capazes de enfrentar qualquer prova, mas, inclusive, de consolar os outros em suas lutas. A oração e a fé em Sua presença nos alentam, e no meio das contrariedades, sentimos o consolo de Deus. Assim, a fé se reforça pela experiência concreta do amor fiel de Cristo, que se entregou na Cruz. A esse enorme «sim» que o Espírito Santo faz perene e universal, responde o «amém» da Igreja, que ressoa na liturgia e na oração pessoal. Nele devemos expressar nossa adesão total ao “sim” de Deus, pois unindo-nos ao Senhor, participamos de sua consolação.
Eis o resumo que o Papa fez de sua catequese em português, seguida de sua saudação aos fiéis dos países lusófonos:
Queridos irmãos e irmãs, a oração é um verdadeiro encontro com Deus Pai, em Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo. Assim se encontram o «sim» fiel de Deus, que vem em nosso auxílio e nos conforta, e o «ámen» dos fiéis que, nas provas da vida, se abandonam à vontade divina. A oração perseverante e diária faz-nos sentir, de forma concreta, a consolação do Pai do Céu e a fidelidade do seu amor que foi ao ponto de nos dar o seu Filho na cruz. Por nossa vez, somos chamados a corresponder com o «ámen» duma adesão fiel de toda a nossa vida à sua vontade. Esta fidelidade não se pode alcançar só com as nossas forças, mas vem de Deus e está fundada sobre o «sim» de Cristo, cujo alimento é fazer a vontade do Pai. É neste «sim» que devemos entrar, até podermos repetir, com São Paulo, «já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim». Então o «ámen» da nossa oração pessoal e comunitária envolverá e transformará toda a nossa vida. Amados peregrinos de língua portuguesa, em particular os participantes no curso de formação dos Capuchinhos e demais grupos do Brasil e de Portugal: a todos dou as boas-vindas, encorajando os vossos passos a manterem-se firmes no caminho de Deus. Tomai por modelo a Virgem Mãe! Fez-Se serva do Senhor e tornou-Se a porta da vida, pela qual nos chega o Salvador. Com Ele, desça a minha Bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades eclesiais.
No final da Audiência, Bento XVI se pronunciou a respeito dos fatos publicados pela mídia italiana que envolvem seus colaboradores. A seguir, a íntegra das palavras do Papa:
“Os fatos ocorridos nesses dias acerca da Cúria e dos meus colaboradores provocaram tristeza no meu coração, mas jamais se ofuscou a certeza convicta de que, não obstante a fraqueza do homem, as dificuldades e as provações, a Igreja é guiada pelo Espírito Santo e o Senhor nunca deixará de oferecer a sua ajuda para ampará-la no seu caminho. Todavia, multiplicarem-se ilações amplificadas por alguns meios de comunicação completamente gratuitas e que foram para além dos fatos, oferecendo uma imagem da Santa Sé que não corresponde à realidade. Por isso, desejo renovar a minha confiança e o meu encorajamento aos meus mais estreitos colaboradores e a todos aqueles que cotidianamente com fidelidade, com espírito de sacrifício e no silêncio, me ajudam na realização do meu ministério.”
O Santo Padre deu destaque ainda ao sismo que abalou novamente ontem o centro da Itália. Ele manifestou sua solidariedade às vítimas com essas palavras:
“Expresso meu afeto na oração aos feridos, como também àqueles que sofreram danos, e manifesto meus vivos sentimentos aos familiares daqueles que perderam a vida. Faço votos de que com a ajuda de todos e a solidariedade de toda a nação aquelas terras tão duramente provadas possam retomar o mais rápido possível uma vida normal.”

Fonte: http://www.radiovaticana.org

Síria: oração e jejum no inferno da guerra

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Em meio a massacres, estupros, tiroteios, sequestros e vinganças, uma pequena chama de fé e de amor se acendeu na cidade de Qusayr, perto de Homs, na Síria, um dos lugares onde a guerra explodiu com mais violência.

Segundo a agência Fides, através de fontes locais, um sacerdote católico que prefere manter o anonimato se estabeleceu na cidade, em uma casa paroquial, para fazer uma experiência de oração contínua e de jejum, implorando a Deus pela paz e pela reconciliação.

Exatamente “no inferno”, a presença do sacerdote, como explica o próprio, quer ser um “claro sinal da não violência, um testemunho de fé e de amor pelo povo sírio”. Ser “sinal de contradição” será uma experiência que os fiéis de todas as religiões poderão compreender, já que “as armas da oração e do jejum são importantes no cristianismo e no islã”. O padre pretende “recordar a todos os homens, que estão lutando e matando, que a única fonte de esperança é Deus: o Deus da vida, o Deus da paz, o Deus da reconciliação, que nos torna irmãos e não inimigos” comenta.

As fontes da Fides não excluem que, com a experiência do padre se difundindo pela cidade, cristãos e muçulmanos se juntem a ele, apesar dos perigos, e que na cidade devastada pelos conflitos se acenda uma nova luz de esperança para a Síria, graças a homens e mulheres que rejeitam o ódio e escolhem a não violência em nome da sua fé.

A religião e a fé são componentes importantes da vida e da identidade do povo sírio. Nestas horas de brutalidade, completam as fontes da agência, “é necessário apoiar-se no espiritual, que dá ao homem a sua verdadeira dimensão, a sua verdadeira dignidade”.

Fonte: http://www.zenit.org

Evangelho – Lc 1,39-56

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!” Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido, o que o Senhor lhe prometeu”. Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, pois, ele viu a pequenez de sua serva, eis que agora as gerações hão de chamar-me de bendita. O Poderoso fez por mim maravilhas e Santo é o seu nome! Seu amor, de geração em geração, chega a todos que o respeitam. Demonstrou o poder de seu braço, dispersou os orgulhosos. Derrubou os poderosos de seus tronos e os humildes exaltou. De bens saciou os famintos despediu, sem nada, os ricos. Acolheu Israel, seu servidor, fiel ao seu amor, como havia prometido aos nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre”. Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.
Palavra da Salvação.

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