Quero viver pureza!

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Você se deixou enganar, e errou em tantas coisas na sua infância, adolescência, juventude, e até mesmo depois de casado… no entanto, havia algo no seu interior dizendo “não”. Havia algo no fundo do seu coração que não concordava com isso.
É por isso que agora precisamos dizer “não” ao tentador: “Você já me enganou demais, já foi sujo e covarde comigo… Eu digo ‘não’!. Rompo com seus propósitos e não quero mais saber das suas mentiras. Não sou mais trouxa!”.
E ao mesmo tempo é preciso pedir a Deus: “Transforma, Senhor, a minha mente, meu coração, meus sentimentos. Muda até mesmo o meu corpo que ficou machucado, ferido, contaminado por tudo isso. Quero viver a pureza. Quero viver santidade”. Deus Pai nos quer santos! Precisamos dizer um “não” definitivo ao pecado.
Isso aconteceu com muitos de nós: já na adolescência tivemos nossas primeiras aventuras, nossas primeiras experiências: masturbação, garotada na rua… No fundo, sabíamos que era errado… Mesmo que ninguém tivesse dito isso, o coração não se engana. Deus colocou a Sua imagem e a Sua santidade em nós. Por isso quando pecamos, acabamos ficando envergonhados. Já não rezamos mais… Já não vamos à igreja e não comungamos… Temos medo de confessar… E preferimos largar a Igreja, largar Deus, por vergonha.
O tentador continua fazendo a mesma coisa. Ele nos leva a ter pensamentos e desejos que sabemos que são errados. Depois nos envergonha, “esfregando” a nossa cara na sujeira que nós mesmos fizemos. Impede-nos de confessar e de voltar à igreja e à oração. O inimigo de Deus faz tudo isso para impedir a nossa santificação. Mas o Senhor quer povoar o céu com homens e mulheres. Quando o Senhor vier, é preciso que nós homens, como os apóstolos, como os patriarcas e os profetas, estejamos firmes na luta contra o pecado e na busca de santidade.
O maligno sabe o valor do homem dentro do lar, dentro da Igreja doméstica, que é a família. As mulheres têm aguentado sozinhas. A Igreja tem ficado sem o “sacerdotes”, sem a cabeça. O inimigo insinua a nós homens que ainda somos “bonitões”, capazes de atrair, seduzir… E não falta novela, revista, conversas de amigos para nos fazer pensar assim… Facilidades não faltam para que o homem caia no erro. O demônio faz de tudo para derrotar a nós homens. Ele não quer que o céu seja povoado de homens.
Chegou a hora de dar um “basta” nisso! É hora de assumir a santidade, que é sinônimo de pureza. O inimigo é tão sujo que quer fazer com as mulheres o mesmo que fez com nós homens.
Mulheres, não deixem que o inimigo estrague tudo! Sua sexualidade é um presente divino, é participação no poder criador de Deus. Uma vez fecundada, no seu próprio corpo você gera um filho para Deus. Depois continua gerando para a santidade. Isso é maravilhoso. Você é a educadora de seus filhos e de seu marido. Deus conta com você para levá-lo à santidade.
É certo que você mulher quer chegar diante de Deus e dizer: “Deus, estamos todos aqui. Não foi fácil trazer meu marido e cada um dos meus filhos, mas estamos aqui. Missão cumprida, Senhor”.
Deus uniu você em casamento para levar seu marido e toda a sua família de volta para Ele. A nossa aventura é lutar para que toda nossa família seja transplantada, como um canteiro, para o jardim do céu.

Fonte: http://www.cancaonova.com

PUBLICAÇÃO DEFENDE LINGUAGEM COMUM ENTRE CIÊNCIA, FILOSOFIA E TEOLOGIA

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Um passo importante em direção à fundação de uma linguagem comum entre ciência, filosofia e teologia, que permita a superação dos conflitos do passado e o incentivo à futura pesquisa em todas as áreas. Esse é o resultado de uma Conferência realizada pela Pontifícia Universidade Gregoriana em 2009, publicado recentemente, e apresentado nessa mesma instituição.
A Conferência intitula-se “Evolução Biológica: fatos e teoria. Uma visão crítica a 150 anos da Origem das Espécies” em referência à teoria da evolução do naturalista inglês Charles Darwin, uma das mais importantes da história da ciência, na qual é construída a base da biologia moderna. A primeira edição data de 1859 e a última (e sexta) de 1872.
A Conferência e a publicação dos resultados dos trabalhos contam com o apoio do Pontifício Conselho da Cultura, cujo presidente, Cardeal Gianfranco Ravasi, disse que “a Igreja nunca condenou Charles Darwin, nem a sua teoria da evolução. Contudo, muitas pessoas ainda pensam o contrário”.
São mais de 700 páginas que trazem os estudos e conclusões resultantes do Encontro de 2009 sobre a evolução biológica. “É preciso promover a cultura – disse o purpurado – para chegar-se àquela visão unitária e orgânica do saber que auspiciava João Paulo II na Encíclica Fides et Ratio.”
No prefácio dessa publicação, os curadores – professores da área – evidenciam o quão ilusório é o conflito entre ciência e teologia, idéia que, nessa publicação, fica clara. O texto procura demonstrar como, na prática, as duas disciplinas – com a mediação da filosofia – podem se enriquecer se trabalharem juntas, respeitando a distinção das respectivas metodologias e mantendo cada qual a sua autonomia.
Ainda na apresentação do volume, professores de filosofia das ciências da Pontifícia Universidade Gregoriana comentam os motivos pelos quais a Igreja Católica deve aprofundar sua consciência científica para não cair em uma marginalização cultural.
“A consciência científica não é simplesmente uma consciência de série B, mas sim uma consciência da verdade, no sentido mais pleno dessa palavra. (…) Filosofia sem ciência corre risco de escorregar para o estetismo do relativismo”, cita o texto. “Subestimar o que a ciência tem para nos dizer sobre o nosso universo seria um grave erro”.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

Pastoral Afro-brasileira lamenta morte de Abdias do Nascimento

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A Pastoral Afro-brasileira da CNBB lamentou, por meio de uma nota de pesar, o falecimento do líder negro Abdias do Nascimento, 97. “Depois de uma existência longa, marcada pelo compromisso profundo em favor da inclusão da população afro-brasileira, Abdias partiu para a casa do Pai”, diz o texto. “Ele cumpriu com fidelidade uma missão valiosa aos olhos de Deus e dos afro-brasileiros”, completa.

Abdias do Nascimento morreu na noite de segunda-feira, 23, no Rio de Janeiro. Ele foi um ativista negro, ex-deputado, secretário estadual e senador; foi também pintor autodidata, escritor, jornalista, poeta e ator.

O líder estava internado no Hospital do Servidor do Rio de Janeiro, desde 15 de abril, e morreu de insuficiência cardíaca, segundo a assessoria de imprensa do hospital. Ele foi internado por complicações de diabetes.

Leia nota na íntegra

Nota de Pesar!
A pastoral afro-brasileira da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifesta pesar pelo falecimento do grande líder negro Abdias do Nascimento.

Depois de uma existência longa, marcada pelo compromisso profundo em favor da inclusão da população afro-brasileira, Abdias partiu para a casa do Pai.

Apesar do momento de dor, cabe lembrar com alegria as ações deste irmão maior:  o trabalho de inclusão cultural através do Teatro Experimental do Negro, até a luta pela superação do racismo e do preconceito racial com políticas afirmativas em prol da população negra. Ele cumpriu com fidelidade uma missão valiosa aos olhos de Deus e dos afro-brasileiros.

Agradecemos a Deus o dom da vida deste que vive a Páscoa definitiva e agradecemos aos seus familiares a gratuidade de partilhar com a nação brasileira a existência deste homem que sempre procurou fazer o bem!

Atenciosamente,

Dom Frei João Alves dos Santos, OFMCap
Bispo de Paranaguá – PR

Pe. Ari Antônio dos Reis
Assessor da Pastoral Afro-Brasileira

Fonte: http://www.cnbb.org.br

PAPA PEDE UM PROJETO DE NOVA EVANGELIZAÇÃO

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Em uma sociedade como a de hoje, frequentemente marcada pela secularização, a Igreja tem o dever de oferecer aos homens e mulheres “um renovado anúncio de esperança”.

Foi o que disse hoje o Papa Bento XVI, ao receber em audiência os participantes da Plenária do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização. Este organismo foi instituído no ano passado para dar “um princípio operativo” à necessidade de “oferecer uma resposta particular ao momento de crise da vida cristã”.

“O termo ‘nova evangelização’ recorda a exigência de uma renovada modalidade de anúncio, sobretudo para aqueles que vivem em um contexto, como o atual, em que os desenvolvimentos da secularização têm deixado pesadas marcas também em países de tradição cristã”, afirmou o Papa em seu discurso.

“Sublinhar que neste momento da história a Igreja está chamada a realizar uma nova evangelização quer dizer intensificar a ação missionária para corresponder plenamente ao mandato do Senhor.”

No atual contexto – reconheceu – “a crise que se vive leva consigo os traços da exclusão de Deus da vida das pessoas” e “de uma generalizada indiferença em relação à fé cristã, indo até a tentativa de marginalizá-la da vida pública”.

“Assiste-se ao drama da fragmentação, que não consente em ter uma referência de união; ademais, verifica-se frequentemente o fenômeno de pessoas que desejam pertencer à Igreja, mas que são fortemente influenciadas por uma visão da vida que contrasta com a fé.”

“Anunciar Jesus Cristo, único Salvador do mundo, parece ser hoje mais complexo que no passado; mas nosso dever é idêntico, como no alvorecer de nossa história”, reconheceu o Papa. “A missão não mudou, assim como não devem mudar o entusiasmo e a valentia que impulsionaram os Apóstolos e os primeiros discípulos”.

“O Espírito Santo que os alentou a abrir as portas do cenáculo, tornando-os Evangelizadores, é o mesmo Espírito que move hoje a Igreja em um renovado anúncio de esperança aos homens de nosso tempo”.

A nova evangelização – indicou – “deverá encarregar-se de encontrar os caminhos para tornar mais eficaz o anúncio da salvação, sem o qual a existência pessoal permanece em sua contradição e privada do essencial”.

“Também em quem permanece o laço com as raízes cristãs, mas vive a difícil relação com a modernidade, é importante fazer compreender que o ser cristão não é uma espécie de traje que se veste de forma privada ou em ocasiões particulares, mas algo vivo e integral, capaz de assumir tudo que há de bom na modernidade.”

Neste contexto, o Papa pediu “um projeto que seja capaz de ajudar toda a Igreja e as diferentes Igrejas particulares em seu compromisso com a nova evangelização”, em que “a urgência por um renovado anúncio se encarregue da formação, em particular das novas gerações”, e “se conjugue com a proposta de sinais concretos para fazer evidente a resposta que a igreja pretende oferecer neste momento especial”.

Dado que “o estilo de vida dos crentes precisa de uma genuína credibilidade, tanto mais convincente quanto mais é dramática a condição daqueles aos quais se dirigem”, o Papa concluiu com palavras da exortação Evangelii nuntiandi, de Paulo VI: “Será pois, pelo seu comportamento, pela sua vida, que a Igreja há de, antes de mais nada, evangelizar este mundo; ou seja, pelo seu testemunho vivido com fidelidade ao Senhor Jesus, testemunho de pobreza, de desapego e de liberdade frente aos poderes deste mundo; numa palavra, testemunho de santidade”.

Evangelho – Lc 1,39-56

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia.
Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
Com um grande grito, exclamou:
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!”
Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?
Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre.
Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido, o que o Senhor lhe prometeu”.
Maria disse:
“A minha alma engrandece o Senhor, e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, pois, ele viu a pequenez de sua serva, eis que agora as gerações hão de chamar-me de bendita.
O Poderoso fez por mim maravilhas e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração, chega a todos que o respeitam.
Demonstrou o poder de seu braço, dispersou os orgulhosos.
Derrubou os poderosos de seus tronos e os humildes exaltou.
De bens saciou os famintos despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor, fiel ao seu amor, como havia prometido aos nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre”.
Maria ficou três meses com Isabel;
depois voltou para casa.
Palavra da Salvação.

 

Visitação de Nossa Senhora

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Sabemos que Nossa Senhora foi visitada pelo Arcanjo Gabriel com esta mensagem de amor, com esta proposta de fazer dela a mãe do nosso Salvador. E ela aceitou. E aceitar Jesus é estar aberto a aceitar o outro. O anjo também comunicou a ela que sua parenta – Santa Isabel – já estava grávida. Aí encontramos o testemunho da Santíssima Virgem – no Evangelho de São Lucas no capitulo 1, – quando depois de andar cerca de 100 km ela encontrou-se com Isabel.
Nesta festa, também vamos descobrindo a raiz da nossa devoção a Maria. Ela cantou o Magnificat, glorificando a Deus. Em certa altura ela reconheceu sua pequenez, e a razão pela qual devemos ter essa devoção, que passa de século a século.
“Porque olhou para sua pobre serva, por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.” (Lucas 1,48)
A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro. É impossível dizer que se ama a Deus, se não se ama o outro. A visitação de Maria a sua prima nos convoca a essa caridade ativa. A essa fé que se opera pelo amor. Amor que o outro tanto precisa.
Quem será que precisa de nós?
Peçamos a Virgem Maria que interceda por nós junto a Jesus, para que sejamos cada vez mais sensíveis à dor do outro. Mas que a nossa sensibilidade não fique no sentimentalismo, mas se concretize através da caridade.

Virgem Maria, Mãe da visitação, rogai por nós!

Como ser cristão num ambiente paganizado?

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O mundo em que vivemos, muitas vezes chamado de aldeia global pela diversidade de culturas que convivem com a proximidade oferecida pelos meios de comunicação, traz consigo o desafio da tolerância nas relações humanas e, ao mesmo tempo, a possibilidade de nos manifestarmos legitimamente, a fim de que tudo o que nos é próprio se transforme em dom a ser compartilhado.
Constata-se que o Cristianismo é hoje alvo de repetidas investidas, com as quais é questionado em seus princípios e orientações morais. Num tempo em que as espécies animais, as árvores e as águas são valorizadas como nunca – e com razão! – ser a favor da vida desde a concepção até a morte natural é considerado conservadorismo! As chamadas questões de gênero encontram artilharia pronta para mirar a Igreja e os cristãos, a ponto de os conceitos oriundos da Sagrada Escritura não poderem ser oferecidos para a formação das consciências. É possível que o relato da criação que afirma ter Deus criado homem e mulher seja censurado por aí! Um rolo compressor pretende calar a voz da pregação corajosa do Evangelho, quando personalidades da Igreja se levantam para denunciar o tráfico de pessoas e de drogas. Em nossa região, chega-se ao ponto de personalidades eclesiásticas necessitarem de esquemas especiais de segurança para exercerem o direito de ir e vir.
Como ser cristão num ambiente paganizado? O primeiro passo é a certeza nascida da escolha de Deus, no seguimento de Jesus Cristo, não se envergonhando d’Ele nem de Seu Evangelho. A coerência com as opções feitas conduz ao respeito nas relações interpessoais. Já ouvi, de algumas pessoas, a manifestação de apreço aos cristãos que, mesmo debaixo de saraivadas de acusações, se mantêm firmes. Depois, a verdade vem a ser oferecida e não imposta, acreditando na voz da consciência, muitas vezes abafada, mas sempre presente, por meio da qual o Espírito Santo suscita em todas as pessoas a busca do bem. Em algum momento as pessoas se sentirão provocadas pela força da retidão! Além disso, respeitar as opções dos outros não significa obrigatoriamente apoiá-las. Ninguém pode nos obrigar a assinar um manifesto a favor do erro patente, cujos frutos se fazem imediatamente notar!
E por falar em frutos, não é difícil notar a quantidade de crianças, adolescentes e jovens sem referências familiares sólidas, como resultado de algumas gerações até estimuladas ao divórcio. Vale continuar, de nossa parte, a fazer propaganda da família estável, dos filhos considerados dom de Deus, do relacionamento entre homem e mulher vivido segundo a lei de Deus. Retrógados? Tradicionais? Antes, corajosos, sem medo de pôr à disposição nosso modo de viver e entender a existência humana.
Mas as incompreensões são inevitáveis. Com o Apóstolo São Pedro, podemos tomar posição: “Quem é que vos fará mal, se vos esforçais por fazer o bem? Mais que isso, se tiverdes que sofrer por causa da justiça, felizes de vós! Não tenhais medo de suas intimidações, nem vos deixeis perturbar. Antes, declarai santo, em vossos corações, o Senhor Jesus Cristo e estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir. Fazei-o, porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. Pois será melhor sofrer praticando o bem, se tal for a vontade de Deus, do que praticando o mal. De fato, também Cristo morreu, uma vez por todas, por causa dos pecados, o justo pelos injustos, a fim de nos conduzir a Deus. Sofreu a morte, na existência humana, mas recebeu nova vida no Espírito” (I Pd 3, 15-18).
Para dar razões da esperança que em nós existe, é preciso não fugir da convivência com o que é diferente. Antes, com a necessária formação, aprender a dialogar, escutando as motivações das outras pessoas. O respeito mútuo fará vir à tona os verdadeiros valores. Aos cristãos caberá estar atentos ao que existe de mais humano, o mistério mais profundo da consciência.
Pode também acontecer que a brecha aberta pelo próprio Deus nos corações seja o mistério da dor. Por ela só pode passar o amor gratuito, livre, que ilumina todos os espaços. Muitas pessoas, aguerridas em suas batalhas verbais, escondem angústias terríveis, para as quais não há resposta senão no mistério de Cristo morto e ressuscitado, o Senhor em quem acreditamos. Ele é o melhor e definitivo presente que podemos oferecer a todos. O Espírito da verdade, prometido por Jesus, nos dê, também na atual geração, a necessária lucidez para o testemunho corajoso do Evangelho.

Dom Alberto Taveira Corrêa

Arcebispo de Belém – PA

Fonte: http://www.cancaonova.com

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