Abrir as portas a Cristo

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“Aprite le porte a Cristo” (Abrir as portas a Cristo), composto por Mons. Marco Frisina para a Beatificação do Servo de Deus João Paulo II que acontecerá em Roma amanhã, dia 1º de Maio de 2011.

Celebração da Eucaristia era o coração das viagens de João Paulo II

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“Ofereceu o seu corpo pela Igreja, para levar a unidade e a comunhão entre todos os fiéis, em todo mundo”. O presidente do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais, Arcebispo Piero Marini, recorda assim João Paulo II. Uma visão de quem esteve ao seu lado, de fevereiro de 1987 até seu falecimento, como Mestre das Celebrações Litúrgicas.
“Era um celebrante exemplar da Eucaristia. Realmente, eram momentos de comoção, muitas vezes cheguei às lágrimas, vendo na África, na Ásia, toda aquela gente que celebrava com o Papa, que se aproximava dele. Vi em todo o mundo aquela que era a liturgia que o Vaticano II queria na redescoberta daquele povo, santo, sacerdotal, do povo de Deus”, destaca Dom Marini.
O Arcebispo ressalta a grande intimidade que João Paulo II tinha na oração e como ele amava os sacramentos. Era um homem que amava os sinais e não tinha vergonha de ajoelhar-se. Não se preocupava com o que os outros pudessem dizer. João Paulo II transformou a sacristia pontifícia em um lugar de oração, lá ele sempre se ajoelhava  antes e depois da Missa.
Dom Marini conta que João Paulo II amava cantar e que ele o acompanhava na sacristia antes das celebrações. “Via-se também na celebração momentos de intimidade com o Senhor. Por exemplo, depois da comunhão, ele permanecia sempre absorto em oração, enquanto todos esperavam por ele”, conta.
Karol Wojtyla era um homem também de grande sensibilidade para a participação dos fiéis. Para ele, a participação dos fiéis na Missa era uma inculturação. “Era convicto, convencendo a mim também, que não era possível participar da Missa sem inculturar a liturgia, exprimindo-a em cada cultura. Assim, permanece para mim um exemplo desse Pastor sobre o qual falou o Concílio Vaticano II, que é o bispo o grande pastor do seu rebanho, sobretudo na celebração dos grandes mistérios. E ele fez todas essas viagens justamente para celebrar a Eucaristia. Era o coração de todas as viagens”, enfatiza Dom Marini.
Centenas de celebrações, dezenas de viagens apostólicas em todo o mundo. Para o Arcebispo, entre as celebrações que mais lhe marcaram está aquela realizada em Miami, quando um tornado se aproximava e eles tiveram que interromper a Missa e continuá-la num trailer.
“Lembro-me de uma Missa celebrada em Corrientes em meio a uma tempestade tropical e as pessoas estavam com água até os joelhos, tivemos que mudar o altar de lugar durante a Missa três ou quatro vezes buscando um lugar que não chovia”, conta ainda.
Outra celebração que ficou gravada na memória dele foi aquela realizada em Sarajevo, na Bósnia, onde era possível perceber o sofrimento do Papa durante a celebração. “Os tremores de frio se juntavam àqueles do mal de Parkinson”, lembra.
Dom Marini lembra ainda quando celebrou com o Papa João Paulo II no Hospital Gemelli, lugar onde ficou internado até pouco antes de sua morte. “Estava doente sob um leito. Vi, realmente, naquele momento, a participação no sacrifício de Cristo. Tenho esse momento no coração como uma das recordações mais belas”.
A grande vida de fé de Karol Wojtyla deixou para a Igreja muitas graças e dons. Para o presidente do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais, o carisma da unidade e da comunhão da Igreja são os mais importantes.
“Aquilo que os papas nos primeiros séculos faziam em Roma, o Papa fez para toda Igreja e se tornou, realmente, o centro, o elemento da comunhão de toda Igreja. Colocou-se fisicamente à disposição da Igreja e de todas as pequenas comunidades para dizer ‘somos uma só Igreja, somos um povo em caminho, devemos viver na comunhão, unidos pela mesma’. Eis para mim a interpretação das suas viagens que, ainda hoje, creio, seja necessário ter presente”, ressalta.
Dom Marini recorda ainda a última vez que se encontrou com  João Paulo II, dois dias antes de sua partida para o Céu. “Uma lembrança que me comove foi quando o saudei pela última vez. Na quinta-feira, ao meio dia, fui saudá-lo e no sábado estava morto. Não podia falar e para me saudar me deu a sua mão, segurou minha mão e ficamos assim, apenas nos olhando nos olhos. Essa é a recordação mais bela que tenho dele, de suas mãos que se colocaram sobre a minha cabeça no dia da minha ordenação”.
João Paulo II era um Papa próximo a todos, um Papa que queria abraçar todos, um Papa movido pelo amor ao homem, pelo amor ao Evangelho e pelo anúncio da Palavra de Deus.

Fonte: http://www.cancaonova.com

COMITIVA BRASILEIRA CHEGA PARA A BEATIFICAÇÃO

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A comitiva brasileira chefiada pelo vice-presidente Michel Temer, está em Roma para a beatificação de João Paulo II. Na noite desta sexta-feira, o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, Luiz Felipe de Seixas Corrêa, convidou os representantes do governo brasileiro para um jantar de recepção à comitiva e, principalmente, em homenagem a João Paulo II.
Entre os religiosos, estavam presentes o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor de Azevedo, o ex-primaz do Brasil, Dom Geraldo Magela, o arcebispo emérito de Belo Horizonte, Cardeal Serafim Fernandes de Araújo, o arcebispo de Aparecida, Cardeal Raymundo Damasceno e também o arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Scherer.
Ao final da cerimônia, o vice-presidente concedeu entrevista exclusiva à Rádio Vaticano.
“O Brasil é um país em que a grande maioria é católica de modo que não poderia deixar de mandar um representante. Aliás, a primeira hipótese seria de vir a presidente Dilma Rousseff, mas que em razão dos últimos acontecimentos no Brasil e uma série de reuniões importantíssimas, não pode comparecer e pediu-me que visse chefiando essa delegação. Essa é uma homenagem a alguém que, no futuro, será Santo, em face da canonização iniciada agora pela beatificação. Acho que foi santo enquanto viveu”, afirmou Temer.

Primeiro papa a pisar em solo brasileiro

Em 1997, enquanto era presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer teve a oportunidade de receber João Paulo II em uma de suas visitas ao Brasil, no Rio de Janeiro.
“A primeira impressão que eu tive – e tenho que seja também a sensação do povo brasileiro – é de alguém que tinha uma serenidade, no olhar, no gesto, nas palavras. Eu acho que ele deixou essa sensação, a sensação de uma grande liderança. A Igreja Católica também precisa de grandes líderes para divulgar seus ensinamentos e o papa João Paulo II fez muito adequadamente este papel”, disse o vice-presidente.
Ao final da entrevista, o vice-presidente mandou uma mensagem ao povo brasileiro.
“Que a beatificação se espalhe como uma benção para todo o povo brasileiro. Que o povo brasileiro continue como é hoje, muito otimista, muito confiante, e a confiança deriva muito da fé e a fé é algo que só a religião nos ensina. Então que o ato da beatificação seja também uma benção par ao povo brasileiro”, concluiu Michel Temer.

Fonte: Rádio Vaticano.

ABERTO TÚMULO DE JOÃO PAULO II

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No início da manhã desta sexta-feira, diante de 12 pessoas, na cripta vaticana, o túmulo de João Paulo II foi aberto e retirado o caixão que abriga seu corpo.

A terceira, das três caixas que protegem o corpo do pontífice, surgiu aos olhos dos presentes. É de madeira clara. Ficou na memória de muitos através das imagens do funeral, com o Evangelho apoiado em cima, com as páginas ao vento.

O padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, explicou hoje, em uma concorrida coletiva de imprensa no Vaticano, que no caixão há uma inscrição em latim afirmando que se trata do corpo de João Paulo II, de 84 anos, 10 meses e 15 dias, cabeça da Igreja universal durante 26 anos, 5 meses e 17 dias; e a data: ‘Anno Domini 2005’.

Na abertura do túmulo, entre outros representantes eclesiais, estavam o cardeal Angelo Comastri, e os monsenhores Giuseppe D’Andrea e Vittorio Lanzani, pela Basílica e o Capítulo de São Pedro. Junto a eles, os cardeais Tarcisio Bertone – secretário de Estado –, Giovanni Lajolo – presidente do Governo do Estado da Cidade do Vaticano –, Stanislao Dziwisz – arcebispo de Cracóvia e ex-secretário pessoal de João Paulo II –.

O cardeal Comastri entoou o canto das ladainhas da Virgem, enquanto durante um breve percurso o caixão, coberto com um lençol branco, foi acompanhado pelos presentes até o túmulo de São Pedro, ainda na cripta vaticana.

O caixão permanecerá na cripta até a manhã de domingo, quando será levado à Basílica de São Pedro, ante o altar central. Ali Bento XVI e, em seguida, os fiéis poderão prestar homenagem ao falecido pontífice.

O cardeal Bertone recitou na manhã de hoje uma breve oração que concluiu a operação de abertura do túmulo de João Paulo II. A grande lápide sepulcral que fechava até agora o túmulo será enviada à Cracóvia, para uma igreja dedicada ao beato.

A colocação definitiva do corpo de João Paulo II sob o altar da capela de São Sebastião, dentro da Basílica de São Pedro, acontecerá no final da tarde de 2 de maio, após o fechamento da Basílica.

Fonte: http://www.zenit.org

O milagre que tornou possível a beatificação de João Paulo II

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A cura inexplicável de uma religiosa francesa que sofria de mal de Parkinson abriu o caminho para a beatificação do Papa João Paulo II, morto em 2005 após um longo calvário provocado justamente pelas conseqüências da doença.

A freira francesa, Marie Simon-Pierre, enfermeira de profissão, segundo a Congregação para a Causa dos Santos, curou-se inexplicavelmente depois de orações e pedidos dirigidos a João Paulo II, poucos meses após a morte do pontífice.
Para a beatificação, primeiro passo, no longo caminho até a canonização, é demonstrar que o candidato a santo intercedeu por um milagre.

Coincidência

Marie Simon-Pierre, na época com 40 anos, trabalhava em um hospital de Aix-en-Provence, no sul da França, quando foi diagnosticada em 2001 com Parkinson.
Em 2007, a religiosa decidiu contar à imprensa como havia melhorado “milagrosamente” depois que a doença se agravou, em 2005, ano da morte de João Paulo II.
Após dias de rezas e pedidos de toda a comunidade ao papa polonês, Marie Simon-Pierre conta ter deixado de sentir os sintomas da doença na madrugada entre os dias 2 e 3 de junho.
“Eu me senti completamente transformada. Senti que estava curada”, contou.
O caso da freira, que viu João Paulo II uma única vez em 1984, foi submetido à análise da Congregação da Causa dos Santos, que examinou e aprovou o milagre, após consultas junto a um conselho de especialistas médicos e teólogos.
O processo sofreu atrasos porque a congregação vaticana fez questão de considerar qualquer possível objeção, submetendo o caso a vários peritos.
De acordo com Dom Slawomir Oder, encarregado da documentação para a canonização de João Paulo II, a religiosa enferma seguiu o conselho de sua madre superiora, que sugeriu que ela escrevesse em um pedaço de papel o nome de João Paulo II.
Depois de uma “súplica extrema” e ao longo de uma “noite de pregação”, Marie Simon-Pierre teria então se curado, segundo Oder, destacando que entre os documentos que comprovam o milagre estão exemplos da caligrafia da religiosa antes e depois da cura misteriosa.
“A mudança na letra é impressionante: de ilegível a normal”, afirmou.

Ciência

Para não deixar dúvidas sobre a confiabilidade de seu depoimento, a religiosa se submeteu também a um exame psiquiátrico, contou Oder.
O prelado explicou ter escolhido o milagre da francesa entre outros atribuídos a João Paulo II para demonstrar que o papa sentia na própria pele “a batalha pela dignidade da vida”. Em 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI aprovou “as virtudes heroicas” de Karol Wojtyla.
O processo de beatificação foi iniciado por Bento XVI dois meses depois da morte de seu predecessor, um prazo excepcionalmente breve.
Durante as dezenas de homenagens fúnebres a João Paulo II na praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis clamaram pela canonização do pontífice.
Uma vez beatificado, é preciso provar que João Paulo II intercedeu em um segundo milagre para que seja canonizado.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Mc 16,9-15

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+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos
Depois de ressuscitar,
na madrugada do primeiro dia após o sábado,
Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena,
da qual havia expulsado sete demônios.
Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus,
que estavam de luto e chorando.
Quando ouviram que ele estava vivo
e fora visto por ela, não quiseram acreditar.
Em seguida, Jesus apareceu a dois deles,
com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo.
Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros.
Também a estes não deram crédito.
Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos
enquanto estavam comendo,
repreendeu-os por causa da falta de fé
e pela dureza de coração,
porque não tinham acreditado
naqueles que o tinham visto ressuscitado.
E disse-lhes:
“Ide pelo mundo inteiro
e anunciai o Evangelho a toda criatura!
Palavra da Salvação.

São José Benedito Cottolengo

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Hoje, lembramos São José Benedito Cottolengo que nasceu em Bra, na Itália, onde desde de pequeno demonstrou-se inclinado à caridade. Com o passar do tempo e trabalho com sua vocação, tornou-se um sacerdote dos desprotegidos na diocese de Turim.
Quando teve que atender uma senhora grávida, que devido à falta de assistência social, morreu em seus braços; espantado, retirou-se em oração e nisso Deus fez desabrochar no seu coração a necessidade da criação de uma casa de abrigo que, mesmo em meio às dificuldades, foi seguida por outras. Esse grande homem de Deus acolhia pobres, doentes mentais, físicos, ou seja, todo tipo de pessoas carentes de amor, assistência material, físico e espiritual.
Confiando somente nos cuidados do Pai do Céu, estas casas desde a primeira até a verdadeira cidade da caridade que surgiu, chamou-se “Pequena Casa da Divina Providência”. Diante do Santíssimo Sacramento, José Cottolengo e outros cristãos, que se uniram a ele nesta experiência de Deus, buscavam ali forças para bem servir aos necessitados, pois já dizia ele: “Se soubesses quem são os pobres, os servirias de joelhos!”.

Entrou no Céu com 56 anos.

São José Benedito Cottolengo, rogai por nós!

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