Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior – Christo Nihil Praeponere

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Como é possível comungar se tenho intolerância ao glúten?

Segundo a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil, “a doença celíaca é uma condição crônica que afeta principalmente o intestino delgado. É uma intolerância permanente ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, aveia e malte”. O tratamento indicado para os celíacos é “evitar por toda a vida alimentos que contenham glúten”.
Trata-se de uma doença que atinge um número significativo de pessoas e com variada intensidade. Existem celíacos que apresentam uma reação leve ao glúten e outros uma reação extremada. Como, então, essas pessoas podem comungar, uma vez que as hóstias são feitas com trigo?
O Cardeal Joseph Ratzinger, quando era Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em 24 de julho de 2003, assinou uma carta circular falando sobre o uso do pão com pouca quantidade de glúten e do mosto como matéria eucarística. Nela afirma que:
“1. As hóstias completamente sem glúten são matéria inválida para a eucaristia.
2. São matéria válida as hóstias parcialmente desprovidas de glúten, de modo que nelas esteja presente uma quantidade de glúten suficiente para obter a panificação, sem acréscimo de substâncias estranhas e sem recorrer a procedimentos tais que desnaturem o pão.”
Já existe no mercado hóstias especiais para celíacos, que contém uma reduzida quantidade de glúten, uma vez que é impossível confeccioná-las e consagrá-las totalmente sem glúten, conforme o item 1 acima citado.
De forma prática, o celíaco com grau médio ou baixo de intolerância, que possa fazer uso de uma reduzida quantidade de glúten, deve adquirir as hóstias especiais, acondicioná-la numa teca exclusiva e colocá-la sobre o altar com os outros recipientes.
No caso de a pessoa ter uma intolerância extremada ao glúten, daquela que até mesmo uma ínfima quantidade é capaz de graves sequelas, o mesmo documento indica que o fiel comungue apenas do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo:
“1. O fiel que sofre de fluxo celíaco de sorte a ficar impedido de comungar sob a espécie do pão, inclusive o pão parcialmente desprovido de glúten, pode comungar somente sob a espécie do vinho.”
Nesse caso, o celíaco deve adquirir um cálice exclusivo, que pode ser encontrado em lojas especializadas e, igualmente, colocá-lo sobre o altar para que o vinho seja consagrado no momento propício.
E quando é o sacerdote que tem a intolerância extremada ao glúten? De acordo com o mesmo documento da Congregação para a Doutrina da Fé, este sacerdote não pode celebrar o santo sacrifício:
“3. O sacerdote impossibilitado de comungar sob a espécie do pão, inclusive o pão parcialmente desprovido de glúten, não pode celebrar a Eucaristia individual­mente, nem presidir a concelebração.
4. Dada a centralidade da celebração eucarística na vida sacerdotal, é necessário usar de muita cautela antes de admitir ao presbiterado candidatos que não podem, sem grave dano, ingerir glúten ou álcool etílico.”
A medida pode parecer por demais dura, mas é preciso entender que para que o sacrifício da missa seja completo é necessário que o sacerdote comungue do pão e do vinho. Se isso não acontecer, a missa está incompleta.
A Igreja acolhe a todos os seus filhos e oferece digna solução para que todos possam participar do banquete sagrado que é a Eucaristia.

Fonte: http://padrepauloricardo.org

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A paternidade responsável

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01Pela sua própria natureza, a instituição matrimonial e o amor conjugal estão ordenados à procriação e à educação dos filhos, os quais constituem o ponto alto da sua missão e a sua coroa. Os filhos são, sem dúvida, o mais excelente dom do matrimônio e contribuem muitíssimo para o bem dos próprios pais. O mesmo Deus que disse: “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2,18) e que “desde o princípio fez o homem varão e mulher” (Mt 19, 4), querendo comunicar-lhe uma participação especial na Sua obra criadora, abençoou o homem e a mulher dizendo: “Sede fecundos e multiplicai-vos” (Gn 1,28).
Por isso, o culto autêntico do amor conjugal e toda a vida familiar que dele nasce, sem pôr de lado os outros fins do matrimônio, tendem a que os esposos, com fortaleza de ânimo, estejam dispostos a colaborar com o amor do Criador e do Salvador, que, por meio deles, aumenta continuamente e enriquece a sua família» (Catecismo, 1652). Por isso, entre «os esposos que deste modo satisfazem a missão que Deus lhes confiou, devem ser especialmente lembrados aqueles que, de comum acordo e com prudência, aceitam com grandeza de ânimo educar uma prole numerosa» (Gaudium et Spes, 50).
O estereótipo da família, apresentada pela cultura atualmente dominante, opõe-se à família numerosa, justificado por razões econômicas, sociais, de saúde etc. Mas «o verdadeiro amor mútuo transcende a comunidade de marido e mulher e estende-se aos seus frutos naturais, os filhos. O egoísmo, pelo contrário, acaba por rebaixar esse amor à simples satisfação do instinto e destrói a relação que une pais e filhos. Dificilmente haverá quem se sinta bom filho – verdadeiro filho – de seus pais, se puder vir a pensar que veio ao mundo contra a vontade deles, que não nasceu de um amor limpo, mas de uma imprevisão ou de um erro de cálculo (…).
Vejo com clareza que os ataques às famílias numerosas provêm da falta de fé, são produto de um ambiente social incapaz de compreender a generosidade, um ambiente que tende a encobrir o egoísmo e certas práticas inconfessáveis com motivos aparentemente altruístas» (São Josemaria Escrivá, Temas Atuais do Cristianismo).
Mesmo com uma atitude generosa face à paternidade, os esposos podem encontrar-se «em situações em que, pelo menos temporariamente, não lhes é possível aumentar o número de filhos» (Gaudium et Spes, 51). «Se existem motivos sérios para distanciar os nascimentos, que derivem ou das condições físicas ou psicológicas dos cônjuges, ou de circunstâncias exteriores, a Igreja ensina que então é lícito ter em conta os ritmos naturais imanentes às funções geradoras, para usar do matrimônio só nos períodos infecundos e, deste modo, regular a natalidade» (Paulo VI, Enc. Humanae Vitae, 16).
É intrinsecamente má «toda a ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação» (Paulo VI, Enc. Humanae Vitae, 16).
Mesmo que se procure atrasar uma nova concepção, o valor moral do ato conjugal realizado no período infecundo da mulher é diferente do efetuado com o recurso a um meio contraceptivo. «O ato conjugal, ao mesmo tempo que une profundamente os esposos, torna-os aptos para a geração de novas vidas, segundo leis inscritas no próprio ser do homem e da mulher. Salvaguardando estes dois aspectos essenciais, unitivo e procriador, o ato conjugal conserva integralmente o sentido de amor mútuo e verdadeiro e a sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a paternidade» (Paulo VI, Enc. Humanae Vitae, 12).
Mediante o recurso à contracepção, exclui-se o significado procriativo do ato conjugal; o uso do matrimônio nos períodos infecundos da mulher respeita a inseparável conexão dos significados unitivos e procriativos da sexualidade humana. No primeiro caso, comete-se um ato positivo para impedir a procriação, eliminando do ato conjugal a sua potencialidade própria em ordem à procriação; no segundo, só se omite o uso do matrimônio nos períodos fecundos da mulher, o que por si não lesa nenhum outro ato conjugal da sua capacidade procriadora no momento da sua realização (João Paulo II, Familiaris Consortio, 32).
Assim, a paternidade responsável, tal como a proclama a Igreja, não admite de nenhum modo a mentalidade contraceptiva; antes pelo contrário, responde a determinada situação provocada por circunstâncias pontuais, que em si não se desejam, mas suportam-se, e que podem contribuir, com a ajuda da oração, por unir mais os cônjuges e toda a família.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Papa: “Deus não é uma inteligência matemática; é uma realidade em nossa vida”

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01Nesta chuvosa quarta-feira de outono, o encontro semanal do Pontífice com os fiéis se realizou na Sala Paulo VI, no Vaticano. Como é tradição, o Papa leu a sua reflexão em italiano, e na sequência, resumiu o texto em várias línguas. Prosseguindo a série sobre o Ano da Fé, a questão principal da audiência foi “Como falar de Deus no mundo de hoje?”.
“Deus não é uma hipótese distante sobre a origem do mundo; não é uma inteligência matemática que está longe de nós. O amor de Deus por nós é infinito e eterno, e a fé cristã é uma resposta aos anseios mais profundos do coração humano” – começou Bento XVI. “Comunicar Jesus Cristo aos homens e mulheres do nosso tempo significa dar testemunho silencioso e humilde do núcleo da mensagem do Evangelho”.
O Papa sugeriu imitar o modo de agir de Deus, mas ressalvou que “falar de Deus requer um crescimento na fé, familiaridade com Jesus e seu Evangelho; uma vida de fé e caridade”. “A família é um lugar privilegiado para a transmissão da fé às novas gerações. Em clima de escuta e de diálogo, cada membro deve ser para o outro um sinal do amor de Deus. Falar de Deus é comunicar-se com alegria, força e simplicidade” – lembrou.
“Assim, em nossas vidas, com nossas famílias, com nossos filhos, poderemos manifestar este mesmo amor de Cristo, estando atentos a todas as necessidades, aos anseios mais profundos, para poder dar uma resposta de esperança à humanidade”.
Em português, o Papa usou as seguintes palavras:
“O anúncio que leva ao encontro com Deus-Amor, revelado de modo único em Jesus crucificado, é destinado a todos: não há salvação fora de Jesus Cristo. Como podemos falar de Deus hoje? O Ano da Fé é ocasião de buscar novos caminhos, sob a inspiração do Espírito Santo, para transmitir a Boa Nova da salvação. Neste sentido, o primeiro passo é procurar crescer na fé, na familiaridade com Jesus e com o seu Evangelho, aprendendo da forma como Deus se comunica ao longo da história humana, sobretudo com a Encarnação: através da simplicidade. É necessário retornar ao aspecto essencial do anúncio, olhando para o exemplo de Jesus. N’Ele, o anúncio e a vida se entrelaçam: Jesus atua e ensina, partindo sempre da sua relação íntima com Deus Pai. De fato, comunicar a fé não significa levar a si mesmo aos demais, mas transmitir publicamente a experiência do encontro com Cristo, a começar pela própria família. Esta é um lugar privilegiado para falar de Deus, onde se deve procurar fazer entender que a fé não é um peso, mas uma profunda alegria que transforma a vida.
Uma saudação cordial a todos os peregrinos de língua portuguesa, com votos de serem por todo o lado zelosos mensageiros e testemunhas da fé que vieram afirmar e consolidar neste encontro com o Sucessor de Pedro. Que Deus vos abençoe! Obrigado!”.

Fonte: http://www.radiovaticana.va

A formação dos padres

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Edson Luiz Sampel é Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma.

Edson Luiz Sampel é Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma.

Formar padres é um problema vital no Brasil e no mundo. Sem dúvida, nossa sociedade adoecida precisa de padres bem preparados, na medida do possível. Costumo dizer aos meus alunos seminaristas que num futuro não remoto o padre será um tipo de divisor de águas; o papel dele transcenderá o ministério religioso. De fato, a realidade parece estar de ponta-cabeça: o que antigamente era errado é correto hoje! Como se costuma dizer: depois de uma longa época de mudanças, enfrentamos agora uma mudança de época.
Cada país tem suas características educacionais. O Brasil, por infelicidade, parece ter malogrado principalmente na educação básica. Resultado disso é que boa parte dos jovens vocacionados têm sérias dificuldades de aprendizado, vale dizer, encontram-se incapacitados para frequentar um curso universitário.
São João Maria Vianney, o padroeiro dos presbíteros, teve enorme dificuldade intelectual de acompanhar os estudos teológicos. Padrou-se mesmo assim, por beneplácito das autoridades eclesiásticas. Esse santo era exceção no seu tempo. No momento atual, em nosso país, tudo leva a crer que a exceção virou a regra.
Certa feita, quando os fariseus pediram a Jesus que calasse os discípulos, qual foi a resposta do divino fundador da Igreja católica?: “Digo-vos que se estes se calarem, as pedras gritarão” (Lc 19,40). Ora, se na contemporaneidade, não podemos contar com os recursos humanos qualificados que, sob o influxo do hedonismo, preferem os pseudovalores do dinheiro e do prazer aos valores do evangelho, temos de imputar o ministério sacerdotal àqueles que não são intelectualmente tão brilhantes. Em minha opinião, só não se deve transigir com as deficiências morais dos candidatos ao presbiterado.
Lembro-me de que em determinada oportunidade o eminente teólogo Francisco Catão externou a necessidade de os professores se perguntarem a respeito do tipo de teologia que desejam ensinar, tendo em vista os destinatários. Justíssima preocupação desse conspícuo docente do Instituto Teológico Pio XI. Um padre não precisa ser um intelectual. No fundo, o padre é uma espécie de operário do evangelho e dos sacramentos. Com efeito, reza o cânon 276, parágrafo 2.º, n.º 1, que os clérigos têm de cumprir fiel e incansavelmente os deveres do ministério. Eis a substância do múnus de padre.
Por fim, em vista das problemáticas mencionadas neste artigo, as quais um dia, se Deus quiser, serão superadas por uma educação fundamental de alto nível, no meu modo de ver, por ora, o máximo que o padre houver aquilatado ao longo da faculdade de teologia deverá torná-lo intelectualmente apto para o atendimento das necessidades do povo de Deus. Caso contrário, ouviremos as pedras a predicarem o evangelho.

Fonte: http://www.zenit.org

Pontifícias Obras Missionárias realizam Assembleia

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01Convocada pelo seu diretor Nacional, padre Camilo Pauletti, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) realizaram, nesta segunda-feira, 26, na sua sede em Brasília (DF), mais uma Assembleia Geral Ordinária. O orçamento do exercício 2013, a Campanha Missionária, o 3º Congresso Missionário Nacional, os trabalhos com a Infância, Adolescência e Juventude Missionária e a revisão dos estatutos da entidade, foram os principais assuntos abordados.
Dom Sérgio Braschi, presidente da Comissão para a Ação Missionária da CNBB destacou a parceria entre os vários organismos em vista à Missão da Igreja no Brasil e reforçou a importância e a finalidade da Coleta Missionária realizada todos os anos no Dia Mundial das Missões. “O material é bom e se ele for bem utilizado vai reverter numa boa colaboração”, observou o bispo.
Na avaliação do padre Camilo Pauletti, em geral, o material da Campanha Missionária vem sendo apreciado pelas dioceses, paróquias e grupos de animação missionária Brasil a fora. “Em 2013 o tema será ‘Juventude em Missão’, em sintonia com a Campanha da Fraternidade, no ano em que o Brasil acolhe a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na cidade do Rio de Janeiro”, explicou. Segundo padre Marcelo Gualberto Monteiro, Secretário da Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária (JM), a ideia é trabalhar em sintonia com o Setor de Juventude da CNBB na preparação do material para colocar o tema da Missão na pauta da juventude. A produção dos subsídios já está em andamento. Padre Sávio Corinaldesi, Secretário da Obra de São Pedro Apóstolo recordou que “a CF chama a atenção para uma situação nacional enquanto que a Campanha Missionária reflete sobre o mesmo tema, mas em nível universal”.
Entre os meses de maio de 2013 e maio de 2014 acontece no Brasil o Ano da IAM para marcar os 170 anos de sua fundação. Segundo padre André Luiz de Negreiros, Secretário Nacional da IAM, há cerca de 30 mil grupos em todo o país. “Estão previstos congressos diocesanos, provinciais e estaduais, consagração das crianças e coleta do cofrinho culminando com a realização de um Congresso Continental da IAM em 2014, em Aparecida (SP)”. Algumas iniciativas contam com a colaboração da Vida Religiosa Consagrada atuante em diversas realidades. Irmã Antônia Mendes, representante da CRB explicou que, aquela entidade apoia o trabalho que as congregações desenvolvem junto às crianças e adolescentes nas escolas católicas.
Participaram da reunião, além do diretor e secretários das POM, o presidente da Comissão para a Ação Missionária da CNBB, dom Sérgio Braschi, representantes do Conselho Missionário Nacional (COMINA), dos Conselhos Missionários Regionais (COMIRES), da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), da Comissão para a Amazônia da CNBB e do Centro Cultural Missionário (CCM).
As POM realizam anualmente duas Assembleias sendo que a próxima ficou agendada para o mês de fevereiro de 2013.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Mt 4,18-22

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Evangeliario+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Quando Jesus andava à beira do mar da Galiléia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens.” Eles, imediatamente deixaram as redes e o seguiram. Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. Jesus os chamou. Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram.
Palavra da Salvação.

Santo André Apóstolo

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santo do diaHoje a Igreja está em festa, pois celebramos a vida de um escolhido do Senhor para pertencer ao número dos Apóstolos.
Santo André nasceu em Betsaida, no tempo de Jesus, e de início foi discípulo de João Batista até que aproximou-se do Cordeiro de Deus e com São João, começou a segui-lo, por isso André é reconhecido pela Liturgia como o “protocleto”, ou seja, o primeiro chamado: “Primeiro a escutar o apelo, ao Mestre, Pedro conduzes; possamos ao céu chegar, guiados por tuas luzes!”
Santo André se expressa no Evangelho como “ponte do Salvador”, porque é ele que se colocou entre seu irmão Simão Pedro e Jesus; entre o menino do milagre da multiplicação dos pães e Cristo; e, por fim, entre os gentios (gregos) e Jesus Cristo. Conta-nos a Tradição que depois do Batismo no Espírito Santo em Pentecostes, Santo André teria ido pregar o Evangelho na região dos mares Cáspio e Negro.
Apóstolo da coragem e alegria, Santo André foi fundador das igrejas na Acaia, onde testemunhou Jesus com o seu próprio sangue, já que foi martirizado numa cruz em forma de X, a qual recebeu do santo este elogio: “Salve Santa Cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou!”

Santo André Apóstolo, rogai por nós!

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