Admoestações – Que ninguém se ensoberbeça, mas antes se glorie na cruz do senhor

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1 Considera, ó homem, a que excelência te elevou o Senhor, criando-te e formando-te segundo o corpo à imagem do seu dileto Filho e, segundo o espírito, à sua própria semelhança.
2 Entretanto, as criaturas todas que estão debaixo do céu, a seu modo, servem e conhecem e obedecem ao seu Criador melhor do que tu.
3 não foram tampouco os espíritos malignos que o crucificaram, mas tu em aliança com eles o crucificaste e o crucificas ainda, quando te deleitas em vícios e pecados.
4 De que, então, podes gloriar-te?
5 Mesmo que fosses tão arguto e sábio a ponto de possuíres toda a ciência, saberes interpretar toda espécie de línguas e perscrutares engenhosamente as coisas celestiais, nunca deverias gabar-te de tudo isso,
6 porquanto um só demônio conhece mais das coisas celestiais e ainda agora conhece mais as da terra que todos os homens juntos, a não ser que alguém tenha recebido do Senhor um conhecimento especial da mais alta sabedoria.
7 Do mesmo modo, se fosses mais belo e mais rico que todos, e até operasses maravilhas e afugentasses os demônios, tudo isso seria estranho a ti nem te pertenceria nem disto te poderias desvanecer.
8 Mas numa só coisa podemos “gloriar-nos: de nossas fraquezas” (2Cor 12,5), e carregando dia a dia a santa cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Intenções do Santo Padre o Papa para o mês de outubro

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004Universal
Paz nos países em conflito
Para que o Senhor conceda a paz às regiões do mundo mais afectadas pela guerra e pela violência.

Pela Evangelização
Dia Mundial das Missões
Para que o Dia Mundial das Missões desperte em cada cristão a paixão e o zelo por levar o Evangelho a todo o mundo.

Fonte: http://www.apostoladodaoracao.pt

Cardeal Muller na Espanha: a família deve ser firmemente defendida como âmbito onde cada indivíduo se enche de amor

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01Às vésperas do início do Sínodo extraordinário sobre a Família, convocado pelo Papa Francisco, o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Muller assinalou no contexto de um discurso em Córdoba, Espanha, que a família é o âmbito da educação no amor por excelência e deve, portanto ser firmemente defendida contra as diversas ofensas à vida provocadas pelo atual modelo agnóstico e totalitário de sociedades.
Ao presidir ontem a Santa Missa na Catedral de Córdoba (Espanha), cidade onde está de visita para ministrar um curso sobre São João de Ávila, o Cardeal Gerhard Müller assinalou que “podemos falar muito de Deus e, no fundo, fazê-lo sem fé. Podemos ‘desconstruir’ o Evangelho e a Tradição e refazê-los segundo o gosto do mundo atual, ‘facilitando’ suas exigências e ‘acomodando-os’ a um homem pós-moderno frágil, superficial e imaturo”.
“Se fosse assim, se fôssemos privados da ocasião de confrontar as nossas vidas com a Palavra divina, perderíamos também a ocasião de gozar a autêntica felicidade que Cristo nos traz, Ele que não vem para evitar que enfrentemos as cruzes da vida, e sim para tornar nosso jugo mais suportável, animando-nos a fazer sempre a vontade de Deus.”.
“Encontramos a companhia do Senhor em um caminho que conduz à Páscoa e não em um cristianismo de ‘ofertas’ e sem exigências”, afirmou o cardeal.
“Somente Cristo e o seu amor são os únicos que podem fazer mais suportável a Cruz da doença, da perda do trabalho, da solidão, da viuvez, da infidelidade ou do fracasso matrimonial”.
Em contrapartida, na sua palestra realizada nesta segunda-feira, 29 de setembro, intitulada “A presença e a missão da Igreja em uma sociedade pluralista”, por ocasião do Curso de formação sobre São João de Ávila, o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé destacou a importância da defesa da vida, da família e da liberdade religiosa.
“A família deve ser firmemente defendida como o lugar e o âmbito onde cada indivíduo se enche de amor e cresce como homem no esforço e na disposição ao sacrifício”, disse.
O Cardeal Müller destacou também que “a dualidade entre homem e mulher é necessária para a constituição de um matrimônio e uma família, e nenhuma criança pode ser privada do seu direito natural a ter um pai e uma mãe”.
Citando a Encíclica Centessimus Annus de São João Paulo II, o Cardeal destacou a defesa do “direito à vida, que engloba também o direito do filho a crescer sob o coração da mãe”.
A autoridade vaticana destacou que “a promoção cristã dos direitos do homem é clara em relação à informação e à construção de uma consciência coletiva, em tudo o que se refere às questões da inviolabilidade da vida humana, tentando influenciar sobre as regulações ou leis encaminhadas à defesa da vida”.
Além disso, assinalou, “a Igreja representa a dignidade indispensável de cada homem, como fundamento de toda vida em comum de pessoas que têm distintas crenças”.
“Sobre a base da Lei natural, a Igreja, em estreita união com outros grupos sociais, deve enfrentar-se ao Estado ou a uma determinada ideologia totalitária que queira suprimir ou eliminar a religião ou a liberdade de consciência, tal como o Concílio Vaticano II deixou claro em sua Declaração sobre a liberdade religiosa Dignitatis Humanae”, disse.

Fonte: http://www.acidigital.com

PUC-SP inaugura Núcleo de Estudos de Doutrina Social da Igreja

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01A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) abriu na manhã desta segunta-feira, 29, o Núcleo de Estudos de Doutrina Social da Igreja (NEDSI).
O evento aconteceu no campus Ipiranga e reuniu o arcebispo metropolitano e grão-chanceler da PUC-SP, Cardeal Odilo Pedro Scherer, professores, alunos e convidados, além de Anna Maria Marques Cintra, reitora da Universidade; o diretor da faculdade de teologia, padre Valeriano dos Santos, e a professora de Teologia e coordenadora do NEDSI, Rosana Manzini.
“Os ensinamentos da Igreja acerca de situações contingentes estão sujeitos a maiores ou novos desenvolvimentos e podem ser objeto de discussão, mas não podemos evitar de ser concretos, sem pretender entrar em detalhes, para que os grandes princípios sociais não fiquem meras generalidades que não interpelam ninguém. É preciso tirar as suas consequências práticas, para que possam incidir com eficácia também nas complexas situações hodiernas”, diz o artigo 182 da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, citado por Dom Odilo, durante a cerimônia de abertura do NEDSI.

Objetivo do curso
A professora Rosana explicou que o objetivo do Núcleo é aprofundar o estudo e promover a difusão da Doutrina Social da Igreja (DSI), em seu compromisso histórico de buscar uma sociedade que esteja à altura da pessoa humana, segundo o Evangelho e os documentos da Igreja. Ela localizou o Núcleo na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, no departamento de teologia prática.
O NEDSI está formado, inicialmente, por quatro eixos principais: estudo por temas; cursos e conferências; produção e publicação acadêmica e popular e a escola itinerante. Cada eixo terá um professor responsável, respectivamente, Tarcísio Moura, José Bizon, Denilson Geraldo e Agnese Costalunga.
Dom Odilo expressou três sonhos para o NEDSI. Que todos os que fizerem o curso de teologia conheçam o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, as encíclicas sociais da Igreja, desde Leão XIII e que o Núcleo se irradie dentro da própria faculdade e na sociedade. Ele fez também um apelo aos seminaristas e ressaltou a importância de que todos, mas, sobretudo os ministros ordenados, conheçam e vivam com profundidade o que ensina a DSI.

I Congresso Internacional em São Paulo
Em parceria com o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), a PUC-SP realiza, de 29 a 31 de outubro, em São Paulo, no campus Santa Teresinha, o Congresso Internacional da Doutrina Social da Igreja, com o objetivo de discutir “A Doutrina Social da Igreja no magistério recente: continuidade e desafios”.
Rosana Manzini confirmou a participação de mais de 30 professores e estudantes da DSI da América Latina e também da Europa.
O encontro convoca estudantes de teologia, mas também outros estudantes e profissionais de outras áreas das ciências humanas.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Papa: “Rezar pelos que realmente sofrem e preparar-se para os momentos de escuridão”

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01A homilia do Papa na missa celebrada na manhã de terça-feira, 30, na Casa Santa Marta, se inspirou na Primeira Leitura do dia, extraída do livro de Jó.
Jó amaldiçoou o dia em que nasceu, amaldiçoou a sua vida. “Ele foi colocado à prova, perdeu toda a família, todos os bens e a saúde, todo o seu corpo se transformou numa chaga, uma nojenta ferida”. Naquele momento, prosseguiu Francisco, “acabou a paciência e ele diz estas coisas, coisas feias! Mas ele estava acostumado a dizer a verdade, e esta é a verdade que ele sentia naquele momento”. Jeremias também usa estas mesmas palavras: “Maldito o dia em que nasci”! A partir daí, Francisco fez a pergunta: “Este homem, tão só, está dizendo uma blasfêmia?”
Muitas vezes, ouço pessoas que estão passando por situações difíceis, dolorosas, em que perderam tudo, se sentem sós e abandonadas… vêm reclamar e me pergutnam: por que? E se rebelam contra Deus. Eu então lhes digo: “Continue a rezar assim, porque isto é uma oração. Quando Jesus disse a seu Pai ‘Por que me abandonou?’ ele estava rezando!”
E Jó também está fazendo uma oração, porque rezar é se tornar verdade diante de Deus. Jó não podia rezar de outro modo. “Reza-se com a verdade; a verdadeira oração vem do coração, do momento que vivemos; é a oração dos momentos da escuridão, quando não vemos esperanças, não vemos o horizonte”.
“Muita gente, hoje, está na situação de Jó. Muita gente boa, como Jó, não entende o que lhe aconteceu, porque está assim. Muitos irmãos e irmãs estão sem esperança. Pensemos nas grandes tragédias, por exemplo, nestes nossos irmãos que por serem cristãos são expulsos de suas casas e ficam sem nada. ‘Senhor, eu acreditei em você. Por que? Crer foi uma maldição, Seenhor?’”
O Papa continuou convidando a pensar nos anciãos deixados de lado, nos doentes, nas pessoas sozinhas, em hospitais. A Igreja reza por todas estas pessoas, e também por nós, quando caminhamos pelas trevas. A Igreja assume esta nossa dor e reza. Mas nós, quando estamos sem doenças, sem fome, sem necessidades urgentes – advertiu – quando temos a escuridão na alma, pensamos que somos mártires e paramos de rezar. Alguns até dizem: ‘Não vou mais à Igreja! Francisco recordou que Santa Teresa do Menino Jesus, nos últimos meses de sua vida, tentava pensar no céu, dentro de si, como se uma voz lhe dissesse: ‘Não seja boba, não invente coisas; sabe o que te espera? Nada!’
“Tantas vezes passamos por esta situação, vivemos esta situação. E tanta gente que somente pensa em acabar no nada. E ela, Santa Teresa, orava e pedia força para seguir em frente, na escuridão. Isto se chama ‘entrar na paciência’. A nossa vida é muito fácil, as nossas lamentações são lamentações de teatro. Diante das lamentações de tanta gente, de irmãos e irmãs que estão na escuridão, que quase perderam a memória, a esperança – que vivem aquele ‘exílio de si mesmo’, estão exilados também de si próprios – nada! E Jesus percorreu este caminho: da noite no Monte das Oliveiras até a última palavra na Cruz: ‘Pai, porque me abandonaste?'”.
Francisco, então, indicou duas “coisas” que podem servir. “Primeiro: preparar-se, para quando vier a escuridão”, que talvez não será tão dura como foi para Jó, “mas teremos um tempo de escuridão. Preparar o coração para este momento”. E segundo: “Rezar, como reza a Igreja, com a Igreja, por tantos irmãos e irmãs que sofrem o exílio de si próprios, na escuridão e no sofrimento, sem uma esperança palpável”. É a oração da Igreja – concluiu – por estes ‘Jesus sofredores’, que existem por tudo”.

Fonte: http://www.radiovaticana.va

Ban Ki Moon se reúne com o cardeal Parolin e convida o papa a falar na ONU

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Ban Ki Moon

Ban Ki Moon

O secretário geral das Nações Unidas, o coreano Ban Ki Moon, comentou com o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, que “chegou a hora de que o papa fale diante dos chefes de Estado e de governo da ONU”.
A declaração aconteceu durante o recente encontro com o purpurado na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque. Ban Ki-Moon aproveitou para convidar o pontífice às Nações Unidas, talvez por ocasião dos 70 anos da fundação da Organização Mundial pela Paz.
É uma possibilidade que vem sendo considerada desde maio, quando, no Vaticano, o Santo Padre recebeu Ban Ki-Moon em audiência junto com os chefes das agências da ONU. Na ocasião, o secretário geral da ONU tinha pedido que Francisco se dirigisse “na primeira ocasião possível a Nova Iorque”.
Agora as condições parecem favoráveis, já que a visita poderia coincidir com o Encontro Mundial das Famílias, na Filadélfia, a ser realizado de 22 a 25 de setembro de 2015.

Fonte: http://www.zenit.org

Presidência da CNBB encontra-se com o papa Francisco

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01O papa Francisco recebeu, na manhã desta terça-feira, 30, em audiência no Vaticano, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Antes do encontro, o presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis; o vice-presidente e arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário da Silva; e o secretário-geral e bispo auxiliar de Brasília, dom Leonardo Ulrich Steiner, participaram da missa diária presidida pelo papa na Casa Santa Marta.
No encontro com Francisco, a Presidência da entidade apresentou ao papa temas relacionados à 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, ocorrida de 30 de abril a 9 de maio deste ano, em Aparecida (SP), e as atividades de evangelização da Igreja no Brasil.

Últimos encontros
No início deste ano, a Presidência da CNBB esteve com o papa Francisco, no Vaticano, após a realização da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, ocorrida em julho, no Brasil. Na ocasião, foi entregue ao papa um livro de fotografias da Jornada, organizado pelas Edições CNBB, contendo dezenas de testemunhos de jovens, que acolheram a cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora, em suas dioceses.
Ainda nesta última visita, foi abordada a questão da missão na Amazônia, considerada por Francisco uma região relevante para o caminho atual e o futuro da Igreja no Brasil e para toda a sociedade. Neste mês, a CNBB e outras entidades deram um passo importante que foi a criação da Rede Eclesial Pan-Amazônica.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

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