Programa Paz e Bem

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Ouça aqui o programa Paz e Bem que foi ao ar pela Rádio Conceição Fm 105,9 no dia 29 julho de 2014

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Míssil atinge a única paróquia católica na Faixa de Gaza

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005A paróquia da Sagrada Família, a única presença católica na Faixa de Gaza e que é dirigida pelo sacerdote argentino Jorge Hernández, foi destruída parcialmente por um míssil durante um bombardeio israelense na segunda-feira passada.
Conforme se informou, além do Pe. Hernández, na paróquia há três religiosas das Irmãs da Madre Teresa que atendem 29 crianças deficientes e nove idosas.
Na terça-feira, em declarações à agência Fides, o sacerdote indicou que o alvo do bombardeio era uma casa a poucos metros da paróquia e que foi completamente destruída. Entretanto, o ataque israelense também destruiu parcialmente a escola paroquial adjacente ao templo, a casa do pároco e alguns locais utilizados pela pequena comunidade.
“Tivemos uma noite difícil, mas estamos aqui. Esta guerra é absurda”, disse o Pe. Hernández. “Depois de destruir o bairro Shujayeh, o ataque israelense agora se dirige ao bairro de Zeitun. Tudo acontece ao nosso redor. Os milicianos do Hamas continuam disparando mísseis e logo se escondem nos becos. E não podemos fazer absolutamente nada. Não podemos evacuar, porque com as crianças é impossível. Suas famílias vivem por aqui. E pode ser mais perigoso sair que ficar aqui. Tentamos permanecer nos lugares mais seguros, sempre na parte baixa”, relatou.
Na segunda-feira, 28, o exército israelense enviou mensagens de texto aos moradores do conglomerado al-Zeitun, onde se encontra a paróquia católica e a paróquia ortodoxa, para que abandonem as casas antes do bombardeio. Muitos vizinhos fugiram, mas esse não foi o destino dos refugiados que há dias permanecem no edifício paroquial.

Fonte: http://www.acidigital.com

Vaticano pede ajuda às embaixadas para proteger cristãos

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Dom Dominique Mamberti

Dom Dominique Mamberti

A Secretaria de Estado enviou, nesta semana, às Embaixadas credenciadas junto à Santa Sé uma “nota verbal” para recordar os recentes apelos lançados pelo Papa sobre o Oriente Médio. Em entrevista à Rádio Vaticano, o  secretário para as Relações com os Estados, o arcebispo Dom Dominique Mamberti, falou sobre as intenções do Papa e  a situação dos cristãos no Oriente Médio. Segundo o arcebispo, a Secretaria de Estado acompanha a situação das comunidades cristãs no Médio Oriente com grandíssima preocupação. A minoria cristã, nos locais de conflito,  sofrem com o medo e a instabilidades e muitos foram obrigados a emigrar.
Segue, na íntegra,  entrevista do secretário para as Relações com os Estados:
O que a Santa Sé fará para aliviar a situação?
A Santa Sé atua em diferentes níveis. Em primeiro lugar, o próprio Santo Padre tem manifestado em várias ocasiões e de maneira comovida a sua proximidade às comunidades cristãs, em particular às famílias de Mosul, convidando a todos a rezarem por eles. Ele exprimiu pessoalmente a sua proximidade também através de alguns dos seus responsáveis religiosos, entre os quais o Patriarca de Babilônia dos Caldeus e o Patriarca de Antioquia dos Sírios, encorajando pastores e os fiéis a serem fortes na esperança. Também enviou uma ajuda econômica às famílias através do Pontifício Conselho Cor Unum, para atender às necessidades humanitárias.
Da nossa parte, portanto, a Secretaria de Estado, através dos seus próprios canais diplomáticos, continua a estimular a atenção das autoridades internacionais e dos governos ao destino destes nossos irmãos e foi enviada, mesmo nestes dias, uma “Nota verbal” a todas embaixadas credenciadas junto à Santa Sé, com o texto dos últimos apelos do Santo Padre relacionados à situação no Médio Oriente, com o pedido de apresentar a mensagem aos respectivos governos.
E é nosso desejo sincero que a comunidade internacional tome a peito a questão, pois estão em jogo princípios fundamentais para a dignidade humana, o respeito pelos direitos de cada pessoa, para uma convivência pacífica e harmoniosa das pessoas e dos povos. O Iraque e os outros países do Oriente Médio são chamados a ser um modelo de convivência entre comunidades diversas, caso contrário, seria uma grande perda e um péssimo presságio para o mundo inteiro.
Como a secretaria vê os conflitos que atravessam a região e, em particular, a escalada da violência na Faixa de Gaza?
Trata-se de uma situação trágica e muito triste, à qual, infelizmente, há o risco de nos habituarmos e a considerarmos quase como inevitável, o que não seria justo. O Santo Padre lançou numerosos apelos para se continuar a rezar, invocando o dom da paz e acolhendo o chamado que vem de Deus para quebrar o ciclo do ódio e da violência que põe a paz sempre mais distante.
Gostaria de reiterar aqui o convite do Papa a quantos têm responsabilidades políticas, em âmbito local e internacional, para não poupar algum esforço que ponha fim a todas as hostilidades e ajude a alcançar a paz desejada para o bem de todos. Como diz exatamente o Papa Francisco, é preciso mais coragem para fazer a paz do que para fazer a guerra, além disso no centro de qualquer decisão deveriam ser colocados não os interesses particulares, mas o bem comum e o respeito por cada pessoa.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Bispos asiáticos acompanharão Francisco à Coreia

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003Cidade do Vaticano (RV) – Serão 90 os bispos asiáticos que acompanharão o Santo Padre durante os cinco dias da viagem à Coreia do Sul: é o que informou o Comitê de preparação da visita do Papa. “Cerca de 90 Bispos, dos quais 30 convidados pelo próprio Papa e 60 vindos os Países asiáticos estarão presentes nos vários momentos dos quais Francisco participará durante a visita à Coreia do Sul”, informou em uma nota à imprensa.
O Santo Padre visitará a Coreia do Sul de 14 a 18 de agosto. A preparação já está na reta final. O Papa celebrará quatro missas, sendo uma delas com a beatificação de 124 mártires coreanos e outra no Encontro dos jovens católicos asiáticos. Acompanharão o Papa, os cardeais Pietro Parolin, Secretário de Estado Vaticano; Fernando Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, e Stanislaw Rylko, Presidente do Pontifício Conselho para os Leiogos.
O Cardeal Oswald Gracias, Presidente da Federação das Conferências Episcopais da Ásia, e os Bispos do Japão, Mianmar, Filipinas, Mongólia, Laos e outros Países asiáticos acompanharão o Papa Francisco.

Fonte: http://www.radiovaticana.va

O sacerdote do século XXI: um homem “criativo” e próximo das pessoas

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002Com uma boa dose de senso de humor o Papa Francisco exortou no encontro do sábado passado (26), com o clero da Diocese de Caserta, que aconteceu na Capela Palatina dela Reggia. Após o discurso de boas vindas do bispo de Caserta, monsenhor Giovanni D’Alise, o Santo Padre brincou sobre a extensão da visita em dois dias (domingo e segunda-feira). “Estou feliz e me sinto um pouco culpado de ter causado tantos problemas no dia da festa do padroeiro”, disse ele, observando que preferiu adiar para a segunda-feira o encontro com o pastor Giovanni Traettino, para não coincidir, por razões de oportunidade, com a festa da padroeira Santa Ana.
“E imediatamente pensei: No dia seguinte, estará nos jornais: na festa da padroeira de Caserta o Papa foi com os protestantes. Bonito título, hein?”, Brincou o Papa.
Respondendo a uma pergunta do vigário-geral, monsenhor Antonio Pasquarello, sobre alguns conflitos territoriais e burocráticos encontrados na diocese de Caserta, o Santo Padre recordou que é “feio quando os bispos brigam um contra o outro, ou fazem lobby”: dessa maneira “se rompe a unidade da Igreja”.
Lembrou depois os primeiros Concílios, quando muitos bispos “chegavam até mesmo aos socos” e acrescentou: “Eu prefiro que se gritem quatro coisas daquelas bem fortes e que depois se abracem e não que se falem secretamente um contra o outro”.
É justo que os bispos estejam de acordo entre si, explicou o Santo Padre, enquanto “na unidade”, não na uniformidade. Cada um tem o seu carisma, cada um o seu modo de pensar, de ver as coisas: esta variedade, às vezes, é fruto de erros, mas muitas vezes é fruto do mesmo Espírito”.
Perguntado por um pároco sobre a possibilidade de uma “pastoral que sem sufocar a piedade popular, possa relançar a primazia do Evangelho”, o Papa citou a Evangelii Nuntiandi, de Paulo VI, que lembrava como então a piedade popular tenha que ser, em certo sentido, “evangelizada”, de modo a evitar o risco de que ela possa “não ter uma expressão de fé forte”.
Falando dos apostolados da juventude, em particular com base em sua experiência na diocese de Buenos Aires, Bergoglio afirmou que nestas iniciativas há “algo de piedade popular”.
Mesmo nos “santuários”, acrescentou, é possível encontrar “pessoas simples, pecadoras, mas santas” das quais pode ver um “sentido evangélico”: por trás das “misérias” narradas em um confessionário por estes fiéis, há sempre “a graça de Deus que os leva a este momento”.
Em uma conversa posterior, Francisco destacou o dom da “criatividade” que tem sido de grande ajuda para muitos apóstolos do passado, começando com Pedro e Paulo, e que só é possível alcançar por meio da oração.
A criatividade espiritual tem uma dimensão de “transcendência”, tanto no que diz respeito a Deus do que ao próximo. “Não devemos ser uma Igreja fechada em si, que olha para o próprio umbigo, uma Igreja autorreferencial, que olha para si mesma e não é capaz de transcender”, reiterou o Santo Padre.
Fazer apostolado significa lidar com o “diálogo”, que, no entanto, exige que não se renuncie nunca à própria “identidade”, que, porém, não deve ser confundida com o “proselitismo”, que é uma “armadilha”. A Igreja, de fato, como já havia dito Bento XVI, “não cresce por proselitismo, mas por atração”. E a atração reside precisamente na “empatia humana, que é guiada pelo Espírito Santo.”
O sacerdote do século XXI, então, será principalmente um “homem de criatividade”, que, através da oração, “se aproxima das pessoas”.
Na última pergunta, o Papa Francisco recomendou que os sacerdotes diocesanos sejam capazes de tecer uma relação alegre, construtiva, franca e segundo os preceitos da obediência com o próprio bispo, para além das possíveis divergências de caráter.
Também nestas dinâmicas, o “maior inimigo” são “as fofocas” que, muitas vezes, de acordo com o Papa são o “resultado de uma vida de celibato vivida como esterilidade, não como fecundidade”. A amargura e a raiva podem marcar também a vida dos sacerdotes, no entanto, deve sempre prevalecer neles a “dupla fidelidade” e a “dupla transcendência” da ligação com Deus e com os homens.

Fonte: http://www.zenit.org

Arquidiocese de Belo Horizonte terá escola de arte bizantina

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001A arquidiocese de Belo Horizonte (MG) receberá, em breve, uma escola de arte bizantina. A catedral Cristo Rei, que está em construção, abrigará a primeira unidade fora da Itália do Instituto Oriental Centro Aletti, vinculado à Pontifícia Universidade Gregoriana, da Ordem Jesuíta.
A escola formará profissionais que trabalham com mosaicos bizantinos, uma técnica do século IV, em que os chamados mosaicistas usam pequenas pedras, de várias tonalidades e formas para retratar rostos de santos, cenas bíblicas e da história da Igreja. Em Belo Horizonte, a arte será ensinada de maneira especial às comunidades carentes da região, como parte dos projetos sociais envolvidos no contexto da nova catedral.
A coordenação da escola será de responsabilidade do padre Gleicon Adriano Silva, enviado há nove meses a Roma, pelo arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira Azevedo, para aprender as técnicas de mosaicos, vitrais e esculturas.
O curso na Itália é ministrado pelo jesuíta esloveno Marco Ivan Rupnik, que tem parceria nos projetos de mosaicos da catedral e que é responsável pelos mosaicos da Capela Papal, no Vaticano, e autor do projeto de decoração do Santuário de São João Paulo II, na Cracóvia, com 1,6 mil metros quadrados de mosaicos já concluídos e outros mil metros quadrados que ainda serão feitos (imagem). Com informações da Assessoria de Comunicação e Marketing da arquidiocese de Belo Horizonte (MG)

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Mt 13,47-53

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Evangelho+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. E ai, haverá choro e ranger de dentes. Compreendestes tudo isso?’ Eles responderam: ‘Sim.’ Então Jesus acrescentou: ‘Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.’ Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

Palavra da Salvação

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