Catequese do Papa Francisco – Audiência de 30 de abril de 2014

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Vaticano exige retirar das livrarias romanas imagens de João Paulo II com “bênção” de Jeová

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005A Livraria Editrice Vaticano enviou uma carta à editorial ATS Itália exigindo a retirada imediata das lojas de umas imagens de João Paulo II impressas ao estilo das bênçãos papais tradicionais, que incluem um versículo tirado de uma versão protestante da bíblia que troca o nome de Deus por “Jeová”. Centenas de peregrinos de língua espanhola que estão em Roma para participar neste próximo domingo nas canonizações de João Paulo II e João XXIIII manifestaram desgosto e surpresa ao ver a versão em espanhol da bênção de João Paulo II em venda nas principais lojas religiosas.
A imagem, decorada como as tradicionais bênçãos papais feitas a pedido, leva a foto do recordado Pontífice polonês, sob a qual está o título “São João Paulo II”. Ao título segue a conhecida oração de bênção de Números 6,24-26: “O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça! O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz!”.
A desagradável surpresa é que na oração, a palavra “Senhor” –que é a indicada pela Igreja para utilizar-se em vez da fórmula “Yahveh”- foi substituída pelo termo protestante e falso de Jeová”.
A bênção foi impressa pela empresa ATS Itália Editrice (http://www.atsitaliashop.it/), e os créditos que aparecem em letra diminuta na parte inferior esquerda, indica-se que o texto está sob “licença da Livraria Editrice Vaticano”; quer dizer, a casa editorial oficial do Vaticano.
O diretor da Libreria Editrice Vaticano, Pe. Giuseppe Costa, explicou ao grupo ACI que a empresa responsável por imprimir as bênçãos “envolveu a Livraria em um assunto que não lhe corresponde, dado que uma passagem bíblica não é propriedade desta entidade, mas responsabilidade direta e exclusiva do impressor”.
O Pe. Costa lamentou o uso de uma tradução bíblica protestante, e assinalou que enviou uma carta à empresa exigindo que se retire imediatamente da venda as “bênçãos” que implicam à Livraria Editrice Vaticano “que jamais viu nem aprovou o texto bíblico incorretamente utilizado”.
O grupo ACI conversou com alguns peregrinos de fala hispana que se encontravam nas principais lojas de objetos e lembranças religiosas nos arredores do Vaticano como a livraria Ancora e as lojas Comandini, Turella e Soprani. A maioria expressou decepção, especialmente quando as versões em inglês e italiano utilizam respectivamente “The Lorde” e “Il Signore” (“O Senhor”) e não o termo bíblico inventado pelos protestantes.
“É decepcionante vir a Roma e encontrar-se com que a bênção em espanhol de João Paulo II é protestante”, disse Denise, uma peregrina da Costa Rica que se encontrava comprando presentes e lembranças em Soprani. “Acredito que terminarei comprando cópias em italiano para meus amigos e familiares”, adicionou.
“Fiquei gelada, não esperava isto”, disse uma religiosa venezuelana que estava comprando centenas de terços e numerosas imagens pequenas de João Paulo II em Comandini, no famoso Borgo Pio. “Não penso comprar as bênçãos que dizem ‘Jeová’, depois de passar anos explicando nas catequeses que este é um termo incorreto, inventado pelos evangélicos”, adicionou.
A cinco dias das canonizações de João Paulo II e João XXIII, Roma já vive um estado de efervescência com a presença crescente de peregrinos enchendo lojas, serviços e restaurantes.
Conforme recorda a Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas, “Jeová é uma palavra incorreta ou má interpretação do nome de Deus”.
“A palavra ‘Jeová’ não existiu até o ano 1000 de nossa era. A razão disto é que o Antigo Testamento estava escrito somente com as puras letras consoantes, as vocais não se escreviam, mas se sabiam e usavam graças à tradição. Em realidade muitos povos semíticos antigos faziam isso com seus escritos, pois o forte deles no processo de comunicar-se não era precisamente a escritura, mas a linguagem oral ou de palavra”.
“Certamente, Charles Rusell, que foi o fundador das Testemunhas de Jeová em 1876, não sabia nada de tudo isto, e por isso o colocou como um distintivo de quem supostamente usaria o verdadeiro nome de Deus, mas saiu justamente o contrário, porque promovem o nome mais incorreto. Esta é a primeira razão pela qual não a usamos na Igreja Católica”, adiciona.

Fonte: http://www.acidigital.com

Comissão de Cardeais institui reuniões anuais sobre IOR

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004A Sala de Imprensa do Vaticano divulgou, nesta segunda-feira, 28, um comunicado da Comissão Cardinalícia de Vigilância. A nota informa que os cardeais estiveram reunidos, nesta manhã, na Sede do Instituto para as Obras Religiosas (IOR) da Santa Sé, popularmente conhecido como Banco do Vaticano, para traçar metas de trabalho.
A Comissão informou que ficou definido que os cardeais irão se reunir três vezes por ano para analisar o desenvolvimento do IOR e, diante de alguma necessidade,  terão reuniões extraordinárias.
A Comissão reuniu-se também, nesta manhã, com o Papa Francisco para dar continuidade ao  projeto de revisão da Constituição Apostólica Pastor Bonus sobre a Cúria Romana.
O Conselho é composto por Dom Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga,  Dom Giuseppe Bertello, Dom Francisco Javier Errázuriz Ossa, Dom Oswald Gracias, Dom Reinhard Marx, Dom Laurent Monsengwo Pasinya, Dom Sean Patrick O’Malley e  Dom George Pell, arcebispo de Sidney, na Austrália.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Audiência: com o Espírito Santo, abrir a mente para entender as palavras de Deus

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003A Praça S. Pedro ficou lotada para a Audiência Geral desta quarta-feira, em que a chuva dos últimos dias deu lugar ao sol e a uma temperatura mais amena. Por quase meia-hora, o Papa Francisco fez o giro de toda a Praça com o seu papamóvel, para receber e retribuir o carinho dos fiéis entusiasmados. Depois do período pascal, o Pontífice retomou o ciclo de catequeses sobre os sete dons do Espírito Santo, falando desta vez sobre o entendimento. “Não se trata da inteligência humana, da capacidade intelectual de ser mais ou menos dotados. Mas é um dom que torna o cristão capaz de ultrapassar o aspecto exterior da realidade para perscrutar as profundezas do pensamento de Deus e do seu plano de salvação”, explicou Francisco. Assim o dom do entendimento está intimamente ligado com a fé, pois nos faz analisar uma situação de acordo com a inteligência de Deus, e não com a inteligência humana.
“Quando o Espírito Santo habita no nosso coração e ilumina a nossa inteligência, faz-nos crescer na compreensão daquilo que Jesus disse e realizou”, convidando a multidão a pedir esta graça.
O próprio Jesus prometeu que o Espírito Santo havia de nos recordar os seus ensinamentos e Francisco citou um episódio do Evangelho de Lucas, dos dois discípulos a caminho de Emaús.
À medida que iam ouvindo Jesus explicar nas Escrituras que Ele devia sofrer e morrer para depois ressuscitar, a mente deles abriu-se e recendeu-se a esperança nos seus corações. “É precisamente o que o Espírito Santo nos faz: nos abre a mente, para entender melhor as coisas de Deus, as coisas humanas, as situações, todas as coisas”, disse o Papa, que concluiu:
“É importante o dom do entendimento para a nossa vida cristã! Peçamos ao Senhor que nos dê esta graça para entender como Ele compreende as coisas que acontecem a para entender, sobretudo, as palavras de Deus no Evangelho.”
Na saudação aos fiéis presentes na Audiência, aos de língua portuguesa disse: “Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente ao Rancho Folclórico de Macieira da Lixa e ao grupo brasileiro de Araraquara. Agradeço a vossa presença e encorajo-vos a continuar a dar o vosso fiel testemunho cristão na sociedade. Deixai-vos guiar pelo Espírito Santo para entenderdes o verdadeiro sentido da história. De bom grado abençoo a vós e aos vossos entes queridos”.

Fonte: http://www.radiovaticana.va

Falece Dom Damião António Franklim, arcebispo de Luanda

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002O arcebispo de Luanda, Dom Damião António Franklim, faleceu na última segunda-feira, 28 de abril, às 15h locais – 11h em Brasília. Dom Damião estava em tratamento hospitalar na África do Sul, há um mês, devido a uma enfermidade que carregava há anos em seu ministério. Ele deixa a arquidiocese da capital de Angola depois de 13 anos de serviço.
Em luto, a arquidiocese de Luanda divulgou nota assinada pelo padre chanceler António Lingueiki Pedro Bengui fazendo um pedido à Igreja: “Aos fiéis pedimos que se mantenha o espirito de oração”.  Em breve, a arquidiocese irá comunicar o programa geral de exéquias.
Dom Damião também exerceu o cargo de presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (Ceast). Foi um grande denunciador da corrupção que assola o país: “Grande parte da riqueza de Angola vai com armamento. Alguns continuam a extravagância, como este novo palácio presidencial, que quase nunca é utilizado. Enormes somas simplesmente desaparecem, em mãos privadas.”
Em entrevista à Rádio Ecclesia (Angola), Dom Mário Lukunde, bispo da diocese de Menongue, destacou a missão de Dom Damião Franklin como homem que trabalhou incansavelmente pela Igreja. Ele se juntou à Igreja de Luanda neste momento de dor: “Estamos juntos e solidários. Com os nossos sentimentos de pesar, vamos todos rezar pela sua alma”.
Damião António Franklin nasceu no dia 6 de agosto de 1950, na cidade de Cabinda (Angola). Em junho de 1978 recebeu a ordenação sacerdotal. Foi nomeado auxiliar da arquidiocese de Luanda no dia 29 de maio de 1992, sendo sagrado bispo em julho do mesmo ano pelo Cardeal Dom Alexandre de Nascimento e pelos bispos Eduardo Muaca e Félix del Blanco Prieto, co-consagrantes.
A missão de dirigir a Igreja de Luanda veio em 23 de janeiro de 2001. Logo depois, entre outubro de 2003 e novembro de 2009, assumiu a presidência da Ceast. No fim do ano passado deixou a reitoria da Universidade Católica de Angola (Ucan).

Fonte: http://www.zenit.org

Papa nomeia bispos auxiliares para arquidiocese de São Paulo

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001O papa Francisco nomeou hoje, 30, dois novos bispos auxiliares para a arquidiocese de São Paulo (SP), sendo eles, padre Carlos Lema Garcia e padre José Roberto Fortes Palau. Atualmente, padre Carlos exerce a função de diretor espiritual da prelazia do Opus Dei e Santa Cruz. Já padre José Roberto estava como pároco da paróquia Santo Agostinho, em São José dos Campos (SP).
Padre Carlos:
É natural de São Paulo, nasceu em 1956. Ingressou na prelazia do Opus Dei aos 18 anos. Foi ordenado presbítero em 02 de junho de 1985, por São João Paulo II, na Basílica de São Pedro, em Roma, juntamente com um grupo de diáconos. É graduado em Direito Civil pela Universidade de São Paulo e doutor em Teologia Dogmática, pelo Centro Acadêmico Romano da Santa Cruz. Durante sua caminhada presbiteral atuou em atividades pastorais voltadas à juventude e à família. Atualmente exerce a função de capelão do Centro Cultural Aclimação, em São Paulo. De 2004 a 2010 foi secretário da delegação da prelazia do Opus Dei.
Padre José Roberto:
Nascido em Jacareí (SP), em 09 de abril de 1965, padre José Roberto Fortes Palau recebeu a ordenação presbiteral 06 fevereiro de 1993. É mestre em Teologia da Espiritualidade pela Pontifícia Universidade de Teresianum, em Roma e doutorado também em Teologia pela PUC-Rio. Foi reitor do Seminário de Teologia da diocese de São José dos Campos de 2000 a 2009 e professor do Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté. Já exerceu cargos como coordenador da pastoral presbiteral, vigário geral da diocese de São José dos Campos (2005 a 2013) e pároco das paróquias Santo Agostinho e São José. Também foi diretor da Escola Diaconal no período de 2005 a 2011 e diretor e professor da Faculdade Católica de São José dos Campos de 2008 até o momento.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho – Jo 3,16-21

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Evangelho+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João
Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna.
De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele.
Quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus.

Palavra da Salvação

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