Relato de dias felizes.

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Leonardo Contin da Costa

Queridos irmãos e irmãs da Família Franciscana de SC, que alegria!

Comemoramos no final de semana que passou (28 a 30/10) os 40 anos da Juventude Franciscana no Brasil! Conseguimos reunir em Guaratinguetá e Aparecida 300 jovens franciscanos, Frades, Irmãs, irmãos da OFS, o Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, a Presidente Internacional da Jufra, que veio do Canadá, o Secretário Fraterno da Jufra para a América Central, que veio da Nicarágua, e o Secretário Fraterno da Jufra para a Europa, que veio da Croácia. A Família Franciscana do Brasil foi representada pela Irmã Maria Aparecida de Góis, já que a Irmã Maria Petronila de Sousa Soares encontrava-se nos Estados Unidos. Também o Ministro Nacional da OFS, Antônio Benedito, do Pará, marcou presença.

Encontro lindo, momento de unir a diversidade cultural do Brasil, os vários sotaques e a mesma fé em Cristo e o seguimento ao exemplo de Francisco e Clara de Assis!

De Santa Catarina, além de mim, nos representaram a Larissa Figueiró e o Cássio Baeta Mendes (da Fraternidade Perfeita Alegria, de Florianópolis), a Elisa Lima, Paola Lima, Luiz Gobetti e Nilzete Soares (da Fraternidade Iniciante Irmão Sol, Irmã Lua, de Lages).

O encontro conseguiu reunir, além do atual Secretário Fraterno Nacional, Alex Bastos (SP), outros 5 ex-Secretários Nacionais da Jufra: Hoberdan Mota (PE), Jackson Barbosa (CE), Edson Armando (PR), Lourdes Nunes (MA) e a primeira Secretária Fraterna Nacional, Ivone Barczez, de Ponta Grossa (PR), que junto com o Frei Eurico de Melo, OFMCap (já falecido), deram o ponta-pé inicial para a Jufra do Brasil, em 1971. Ivone, companheira de Frei Eurico por todo o Brasil na década de 70, divulgando a proposta de vida aos jovens franciscanos, disse que o objetivo de Frei Eurico, ao trazer a Jufra para o Brasil, “era desenvolver um jovem completo, na espiritualidade, na profissão, na sociedade, nos seus relacionamentos, em toda a sua vida”. E lembrou de uma das frases mais importantes do Manifesto da Jufra: “o mundo, cabe a nós, salvarmos ou perdermos”. A emoção tomou conta de todos os ex-Secretários Nacionais (muitos deles, hoje, participando da OFS, outros envolvidos em outras atividades da Igreja): alguns não se viam há quase 40 anos!

Um dos momentos emocionantes para mim, foi ver fotos, durante o painel de exposição da História da Jufra, da Juventude Franciscana de Florianópolis em 1976. Gostaria, do fundo do meu coração, ter acesso a essas pessoas, para resgatarmos um pouco mais da nossa história. Sempre soube da existência de Fraternidades da Jufra em Gaspar (uma das mais comentadas e mais fortes do país), de Santo Amaro da Imperatriz, Xaxim, Luzerna, Canoinhas, mas Florianópolis eu nunca havia tido notícias.

As oficinas (de Música, de Mini-Franciscanos, de Evangelização, entre outras) foram fantásticas e muito bem construídas.

Sentimos falta apenas da companhia de algum(a) irmão(a) da OFS ou da Família Franciscana junto conosco. Praticamente todos os jovens dos outros estados estavam acompanhados destes nossos irmãos. Mas reconhecemos que esta ausência é culpa nossa, afinal, talvez tenha faltado comunicação e convite da nossa parte. E, pelos e-mails e mensagens que recebi, percebi que eles não estavam lá fisicamente, mas que estavam junto de nós na mesma sintonia em pensamento e em oração.

A celebração dos 40 anos da Jufra do Brasil, na Basílica de Aparecida, presidida pelo Bispo Dom Leonardo Steiner, foi emocionante. A Basílica lotada, fiéis de todos os cantos do Brasil e o Bispo, a cada momento, fazendo menção aos jovens franciscanos, lembrando da nossa missão na evangelização.

Ao final do encontro, elaboramos a Carta de Guaratinguetá, que ainda esta semana encaminho a todos vocês. A carta foi construída em conjunto e teve como base alguns eixos: “o jovem e a igreja”, “o jovem e a sociedade”, “o jovem e a Família Franciscana”.

Palavras não conseguem demonstrar nossa alegria (minha e dos outros jovens catarinenses que estiveram em Guará) e o nosso orgulho de participar desta grande festa!

Obrigado a todos e todas que oraram por nós!

Meu fraternal abraço de paz e bem!

Leonardo Contin da Costa

Secretário Fraterno Regional da Juventude Franciscana em SC (Regional Sul II)

ADMOESTAÇÕES – CAP. 26. QUE OS SERVOS DE DEUS HONREM OS CLÉRIGOS

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1 Bem-aventurado o servo que tem fé nos clérigos que vivem retamente segundo a forma da Igreja Romana. 2 E ai daqueles que os desprezam pois, mesmo que sejam pecadores, ninguém deve julgá-los, porque só o próprio Senhor reservou o direito de os julgar. 3 Pois como é maior o ministério a eles confiado do santíssimo corpo e sangue do Senhor nosso Jesus Cristo, que eles recebem e só eles administram aos outros, tanto maior pecado têm os que pecam contra eles, mais do que contra todas as outras pessoas deste mundo.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior – Christo Nihil Praeponere

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Em defesa da vida – Parte II

Fonte: http://padrepauloricardo.org

Igreja deve anunciar integralmente a verdade, diz Dom Celli

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Dom Claudio Maria Celli

“A Igreja tem sempre essa mensagem, esta é sua tarefa e missão: anunciar integralmente a verdade e a mensagem evangélica”, defende o presidente do Pontifício Conselho para a Comunicação Social, Arcebispo Claudio Maria Celli.
O prelado participou de um Congresso de Comunicação organizado pelo Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas da Universidade Católica Nuestra Señora de la Asunción; Departamento de Comunicação da Conferência Episcopal Paraguaia (CEP); e Associação de Comunicadores Católicos do Paraguai (ACCP). O evento aconteceu entre os dias 20 e 22, na capital do país.
Em entrevista exclusiva ao noticias.cancaonova.com, Dom Celli destaca que o papel de um comunicador que tem o coração católico é o de “buscar profundamente a verdade e ajudar outros homens e mulheres a buscá-la e encontrá-la”.

noticias.cancaonova.com: No mundo da comunicação, qual é o papel que a Igreja deve desempenhar no que diz respeito à busca da verdade?
Dom Claudio Maria Celli: 
Um dos aspectos mais importantes da dignidade do homem é o de buscar a verdade. Um homem que não busca a verdade ou não pode buscá-la, não realiza a sua dignidade plena. No entanto, hoje, há milhões de vozes, informações, mensagens. Nem sempre é fácil buscar e encontrar a verdade. Por isso, creio que o papel de um comunicador que tem o coração católico seja aquele de buscar profundamente a verdade e ajudar outros homens e mulheres a buscá-la e encontrá-la.
Mas é preciso uma atitudade de humildade e diálgo respeitoso com os demais. Porque, nesse caminho, é preciso buscar em conjunto a verdade. Essa é a nossa grande tarefa. De um lado, a Igreja “tem em suas mãos” a palavra, Palavra de Deus, que dá a vida. Jesus diz: “Eu sou a Verdade”. E nós estamos chamados e convidados a anunciar Cristo Senhor. A Igreja tem sempre essa mensagem, esta é sua tarefa e missão: anunciar integralmente a verdade e a mensagem evangélica. Não podemos reduzir essa mensagem para comprazer alguns ouvidos. No entanto, agimos numa dimensão respeitosa, de diálogo, acolhedora.
Segundo um dos grandes documentos da vida da Igreja, a Carta Encíclica Mater et Magistra, do Papa João XXIII, a Igreja deve ajudar, educar a reconhecer a verdade, mas o faz com uma atitude maternal. A Igreja quer acompanhar o homem de hoje, quer ajudar o homem de hoje a reencontrar a verdade, porque a verdade única é Jesus, que dá sentido à nossa vida e permite ao homem realizar-se plenamente. E essa é a nossa tarefa. Desse modo, em meio ao ruído de hoje, a Igreja busca fazer com que essa voz e essa Palavra sejam percebidas e apreciadas pelos homens que caminham no mundo. Esta é a nossa tarefa.

noticias.cancaonova.com: Poderíamos já falar de uma Teologia da Comunicação?
Dom Claudio Maria Celli: Estamos nos perguntando sobre qual é o sentido último e mais profundo da comunicação. Deus, em que cremos, é um Deus que é comunicação de amor eterno: Pai, Filho e Espírito Santo. E o homem está criado à imagem e semelhança de Deus. Assim, o homem tem, em seu DNA, o ser comunicativo. Mas comunicar não somente conhecimentos, pois está criado para receber e comunicar amor.
A questão é que deve fazer essa comunicação à luz da verdade. Por isso, o Papa Bento XVI, na Carta Encíclica Caritas in Veritate, fala de inteligência e amor, amor e inteligência. Não se pode perceber uma inteligência que não esteja embebida de amor, e não pode haver amor que não seja vivificado pela inteligência. Assim, o PCCS tem em mente convocar um fórum para aprofundar o tema da Teologia da Comunicação. Vamos ver essa questão pouco a pouco.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Brasil terá novo Embaixador junto à Santa Sé

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Almir Franco de Sá Barbuda, ex-Cônsul-Geral em Washington, Estados Unidos, entregará suas credencias logo mais, às 11h (8h em Brasília), ao Papa Bento XVI.
A audiência com o Papa terá duração de vinte minutos e está prevista uma conversa privada entre o novo Embaixador e Bento XVI.
A Embaixada do Brasil é uma das 174 representações diplomáticas estrangeiras acreditadas junto à Santa Sé. De acordo com informações do site da Embaixada –vatemb.it – a “missão fundamental é representar o Governo brasileiro junto à Sé Apostólica e à Ordem de Malta, acompanhar a atuação do Papa e informar sobre o posicionamento da Santa Sé com relação a assuntos relevantes da atualidade, procedendo à análise de seus desdobramentos de cunho político”.

Fonte: http://www.radiovaticana.org

A MISSÃO É SERVIÇO

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Dom Orani João Tempesta

Neste final de semana celebramos o Dia Nacional da Juventude! É uma ótima ocasião para darmos alguns passos para a motivação e participação na Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá aqui no Rio de Janeiro. Estamos também encerrando o mês das Missões, com a firme convicção de estarmos permanentemente em missão. A Palavra de Deus deste 31º Domingo do Tempo Comum ilumina nossas vidas para vermos, tanto como missionários como também como sede da JMJ, aqueles que agem como servidores – é uma missão, é um serviço, a que todos somos chamados a prestar, tanto à Igreja como à Sociedade.

Quando lemos os Evangelhos, ainda ficamos surpresos diante da acolhida que as multidões reservam para Jesus. Havia dias em que o Mestre não tinha um momento de paz: as pessoas vinham de toda parte para ouvir sua palavra. Os testemunhos dos Evangelhos dizem unanimemente que era principalmente a sua palavra que encantava as multidões, e as pessoas aproximavam-se Dele principalmente para ouvi-Lo.

Jesus anunciava de maneira nova aquilo que já estava inspirado e colocado por escrito na Bíblia. Basta pensar no Evangelho do domingo passado, quando Jesus responde à pergunta sobre o maior mandamento ao citar as palavras da lei judaica: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração!” (cf. Mt 22,27; Deuteronômio 6,5). Parece que as multidões estavam cansadas de muitas palavras que ouviam nas sinagogas todos os sábados e, ao invés disso, vieram até Jesus porque Ele “os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mateus 7, 29). Precisamente esta última referência revela o segredo de Jesus – Ele falou “como quem tem autoridade”. Havia uma autoridade em seus discursos novos e inesperados, que os escribas e fariseus não possuíam. O último fato – como o próprio Jesus diz no Evangelho deste domingo (Mt 23,1-12) – “dizem e não fazem; atam fardos pesados ​​e os põem aos ombros dos homens, mas eles não querem movê-los com um dedo”. E eles perderam a sua autoridade, porque só falam “para serem vistos pelos homens”, sem realmente acreditar no que diziam. É uma dura palavra que ressoa até hoje em nossos ouvidos e nos questiona profundamente.

Esta é uma crítica muito dura que Jesus dirige ainda hoje a todos nós, pois Jesus nos exorta para não criticarmos os outros, mas para examinarmos a nós mesmos: de fato continua seu discurso dizendo “você” e não “eles” (“não sejais chamados Rabi! E não sejais chamado de mestres” – Mt 23,8.10).

Da mesma forma que aconteceu naquela época aos escribas e fariseus, mas não aconteceu com Jesus, Ele falava com autoridade porque Ele dizia e fazia. Estamos lendo a confirmação do Evangelho deste domingo, quando Ele recomenda aos seus discípulos para ser servos uns dos outros: “o maior entre vós será vosso servo” (Mateus 23, 11). Todos sabemos que Jesus, num gesto de doação, lava os pés dos seus discípulos, e, com esse gesto, resume o serviço de doação que tantas vezes Ele recomendou e que Ele vai cumprir depois de algumas horas na cruz.

De fato, Jesus disse e fez: ele falou com autoridade porque acreditava profundamente no que dizia e diz para nós até hoje. Ainda ressoa em meus ouvidos as palavras do Servo de Deus, o Papa Paulo VI, quando escreveu sobre a evangelização: “os homens de hoje escutam muito mais as testemunhas que os mestres, e se escutam os mestres é porque são testemunhas”. Aí está o grande segredo de todo trabalho e toda pregação, seja nas igrejas, seja nas praças, seja pelos meios de comunicaçao e até mídias sociais: ser testemunha daquilo que se fala. O segredo da missão evangelizadora está na pessoa que atua! Por isso o texto do evangelho deste domingo nos questiona profundamente e nos exorta a dar passos concretos na direção de uma vida coerente e transparente. E este é o milagre: que possamos renovar e devolver um sentido de coerência para as muitas palavras que trocamos e pregamos todos os dias.

Eu sou daqueles que dizem e não fazem? A palavra de Deus queima os lábios se é mal pronunciada, mas ela queima também se é pronuncida e não é vivida. Realmente, o que anuncio é porque as palavras são eco de um fogo de vida no Espírito Santo que arde dentro de mim? Precisamos ouvir o Senhor, para depois, vivendo com alegria a Boa Nova, anunciar aos irmãos e irmãs.

Podemos perceber no Evangelho algumas situações que esvaziam nossas vidas e que deveriam ser mudadas em nosso dia a dia. Uma situação é a hipocrisia: digo e não faço. A incoerência de vida diante do que falamos sem vivenciarmos com simplicidade e coerência a Palavra de Deus. Outra situação é a vaidade: tudo fazem para serem admirados. O objetivo é conseguir fama e nada mais. Não é um serviço ao Reino de Deus. A vaidade torna o interior vazio. Ainda uma outra situação: o gosto do poder: impõem cargas pesadas a todos. O Evangelho oferece alguns caminhos de mudança: em vez de aparecer, agir secretamente; a simplicidade ao invés da duplicidade, o serviço ao invés do poder. O maior mandamento, diz Jesus, é “Amarás” e na liturgia de hoje acrescenta: o maior entre vós será vosso servo.

Ao celebrarmos, concomitantemente, o Dia Nacional da Juventude, é bom lembrar que a juventudade dá muito valor à autenticidade evangélica. A juventude quer líderes que tenham coerência na pregação e na ação. Notamos isso pelos movimentos que espoucam por todos os cantos do mundo e também em nosso país, exigindo coerência e transparência.

Aquele que é o Senhor e Salvador de todos escolheu o caminho do servo: está aos pés de todos, é o servidor que lava os pés dos discípulos. Aquele que é Deus conosco cinge uma toalha e quer curar todas as feridas da terra. Servo sem igual! E se deve haver uma hierarquia na Igreja, será invertida em relação às normas da sociedade sobre a terra: “vocês são todos irmãos”. E, em seguida, inverteu novamente, por Cristo, que se tornou irmão, mas depois se tornou o último dos irmãos. Jesus muda a raiz do poder. Nosso Senhor Jesus Cristo revela que todo homem é capaz de poder, se ele é capaz do serviço.

Todos nós que buscamos entender a sociedade hodierna e encontramos caminhos para uma convivência pacífica entre os povos temos na Palavra deste domingo um bom caminho a seguir: Serviço. Este é o nome secreto da civilização do amor, porque este é o estilo que Deus escolheu.

Dom Orani João Tempesta é arcebispo do Rio de Janeiro.

Fonte: http://www.zenit.org

Seminário Nacional de Liturgia

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Tema

Releitura da Sacrosanctum Concilium no contexto do Vaticano II e nos Documentos Latinoamericanos.

Promotores

Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB e Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI).

Parceiros

Rede de Animação Litúrgica (Rede Celebra), Centro de Liturgia, Revista de Liturgia.

Apoio

PUC Curitiba e PUC Campus Londrina.

Objetivo

Retomar as intuições e a teologia litúrgica na SC, nas demais constituições e decretos do Vaticano II e documentos pósconciliares, no contexto da renovação da liturgia da AL e Caribe, à luz de Medellin, Puebla, Santo Domingo e Aparecida, em busca do rosto e do lugar da liturgia na vida e na missão da Igreja como serviço à vida plena em Cristo e ao acontecimento do Reino de Deus.

Justificativas

Num contexto de mudança de época, queremos reafirmar os princípios teológico-litúrgicos da Constituição Sacrosanctum Concilium em seu jubileu de ouro, como primeiro documento a ser promulgado no Concílio Vaticano II. A reforma litúrgica determinada pela Carta Magna da Liturgia como nova etapa do Movimento Litúrgico somente poderá ser executada se compreendida, estudada e assumida por todos. Disso decorre a importância do aprofundamento de suas linhas mestras. A finalidade última da reforma determinada pela Constituição Sacrosanctum Concilium é a participação ativa, consciente e frutuosa de todo o povo de Deus na ação ritual. Queremos reforçar a opção feita pelo Concílio Vaticano II por uma liturgia – caminho espiritual que alimenta a vida cristã – para que as nossas celebrações sejam, cada vez mais, ação da Igreja.

Destinatários

Bispos responsáveis pela liturgia nos regionais, membros da Associação dos Liturgistas do Brasil, coordenadores regionais da pastoral litúrgica, professores de liturgia e teologia sacramentária nos institutos e faculdades de teologia, coordenadores e professores das escolas de formação litúrgica no Brasil, membros das comissões dos setores da pastoral litúrgica da CNBB, membros das entidades parceiras e convidados pelas entidades promotoras.

Dinâmica do Seminário

No período da manhã haverá uma conferência geral e no período da tarde miniseminários com temas pré-escolhidos pelo participante no ato da inscrição.

Miniseminários

Haverá 24 miniseminários. No entanto, o participante deverá escolher apenas 1 por dia, podendo participar de 3 durante o Seminário Nacional.

Produção de Texto

O participante deverá produzir um texto referente a um dos temas dos miniseminários que escolher participar e encaminhar para:liturgiacnbb@gmail.com até o dia 10 de janeiro de 2012. O texto, que deverá ter no máximo duas laudas, servirá de referência para as contribuições do autor nos debates com os participantes do miniseminário.

Inscrições

As inscrições poderão ser feitas até o dia 10 de janeiro de 2012 e deverão ser feitas exclusivamente pelo site da CNBB, através do link:cnbb.org.br/liturgiasc. A confirmação da inscrição será feita mediante o pagamento do boleto bancário que será gerado no ato da inscrição. A taxa de inscrição não será reembolsada àquele que não participar do Seminário.

Certificado

O certificado, para os interessados, terá um custo adicional de R$ 10,00 e será emitido pela PUC – Campus Londrina.

Vagas

120 vagas

Investimento

Inscrição: R$ 155,00.
Mediante pagamento antecipado através de boleto.
Hospedagem: R$ 427,50.
Deverá ser acertada com os responsáveis do local do Seminário.

Local

Vila Kostka – Rodovia José Boldrini, 170 – Itaici, Indaiatuba/SP. Tel (19) 2107-8500.

Data

De 31 de janeiro a 04 de fevereiro de 2012 com o almoço. A casa estará disponível para acolher os participantes somente a partir das 11h do dia 31 de Janeiro.

Como Chegar

CONDUÇÃO PARTICULAR:
(SP-75: Rodovia Santos Dumont)
CAMPINAS – INDAIATUBA: saída 57-C e
SOROCABA – INDAIATUBA: saída 55-A.
O portão de entrada da Vila Kostka fica à direita, logo após a ponte do rio Jundiaí.
ÔNIBUS: (VB Transportes) – (19) 3875-2342
A VB Transportes mantém muitos horários diários CAMPINAS – INDAIATUBA e SÃO PAULO – INDAIATUBA.
De Indaiatuba ao bairro Itaici é preciso tomar um táxi ou ônibus circular. O circular da Viação Guaianazes
Linhas: Engenho, Terras de Itaici ou Vale das Laranjeiras) passa no portão de entrada de Vila Kostka, sendo necessário andar 1Km até a recepção da casa.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

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